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‘Repórteres sem fronteiras’ divulga lista com 12 países inimigos da internet

Só um país das Américas entrou na lista.

A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) publicou nesta semana a lista dos chamados “12 inimigos da internet” devido ao controle e à censura que exercem sobre a rede e ao acesso a ela, em seus respectivos territórios.

As nações que fazem parte da relação são Arábia Saudita, Mianmar, China, Coreia do Norte, Cuba, Egito, Irã, Uzbequistão, Síria, Tunísia, Turcomenistão e Vietnã, que, segundo a ONG, “transformaram suas redes em uma intranet, impedindo que os internautas tenham acesso a informações consideradas ‘indesejáveis”.

“Todos esses países evidenciam não só sua capacidade para censurar a informação, mas também a repressão praticamente sistemática dos internautas”, afirma a organização no relatório.

No caso de Cuba, a RSF afirma que, embora os cidadãos da ilha possam utilizar conexões de internet em hotéis e consultar sites estrangeiros, “a rede se encontra vigiada pela Agência Cubana de Supervisão e Controle”. (…) (via g1.globo.com)

Saiba mais (g1.globo.com).

• Publicado por Augusto Campos em 16/03/2009 às 8:00 am
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Comentários dos leitores para “‘Repórteres sem fronteiras’ divulga lista com 12 países inimigos da internet”

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  1. Adilson Sansos da Rocha (usuário não registrado) em 16/03/2009 às 9:30 am

    No Brasil pode não ter censura de conteudo propriamente dito, mas internte descente a 100 paus censura a metade da população.
    Ainda bem que existe os telecentros e as lan-houses, que são redutos de pirataria de software jogos e etc.

  2. Harry (usuário não registrado) em 16/03/2009 às 10:07 am

    É sempre bom lembrar que embora Cuba seja um país muito interessante que conseguiu resolver uma grande quantidade de problemas intrínsecos à países capitalistas, ele não é um lugar perfeito. Pelo que sei, embora críticas construtivas ao funcionamento do sistema sejam permitidas e incentivadas, a contestação do estado não é.

    Eu torço para que com o tempo o povo cubano conquiste uma maior autonomia e descentralização sem incorrer em retrocessos em outras áreas como a educação, saúde, disponibilidade de empregos e justiça social.

  3. Sandro (usuário não registrado) em 16/03/2009 às 10:59 am

    Eu vejo desta maneira, que esse países na maioria querem apenas garantir a seus ditadores, grupos militares ou Chefes religiosos a hegemonia de seu poder sobre as pessoas por eles controlados, não atendendo diretamente a população mas aos seus interesses escusos. Um exemplo é a China onde fazendas se transformam em hotéis dirigidos pelo chefes do partido comunista e alto escalão do governo repassados, e os fazendeiros jogados a própria sorte. Eles costuma repassar seus poderes aos mancomunados a eles ou aos parentes mais próximos, gerando assim um processo vicioso e doentio. Usam até a religião como poder de manobrar massas, como no Iran, que comanda mesmo é clerico, que nada tem de religioso. Não passam de bandidos usando o estado e pessoas para interesse próprio com desculpa de governar para o povo.

    IMHO

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