PC World: “Cinco razões que fazem o Ubuntu 9.10 melhor que o Windows 7″
Comparar sistemas operacionais e concluir generalizando que algum é “melhor” que o outro é meio vazio. Mas foi esse o título que a PC World escolheu, portanto noticio.
A matéria da PC World inicia assim:
Se os motivos listados abaixo lhe soam repetitivos, é porque eles continuam a ser os principais atrativos do sistema operacional Linux que a Microsoft ainda não conseguiu vencer. (via pcworld.uol.com.br)
Saiba mais (pcworld.uol.com.br).









[...] http://br-linux.org/2009/pc-world-cinco-razoes-que-fazem-o-ubuntu-9-10-melhor-que-o-windows-7/ a few seconds ago from xmpp [...]
Acho ruim tentar ganhar usuários com FUD no sentido oposto.
Se bem que é difícil ganhar algum usuário alegando que é mais fácil atualizar o ubuntu que o windows.
Que tal correrem atrás de argumentos mais interresantes? Exemplo: rodar em hardware mais antigo.
“Que tal correrem atrás de argumentos mais interresantes? Exemplo: rodar em hardware mais antigo.”
O que pra você é exatamente “rodar”?
Não estou fazendo apologia a aquilo que não uso,(no caso Windows) e nem denegrindo aquilo que faço uso todos os dias (no caso Linux) mas a verdade seja dita: IMPOSSÍVEL usar uma distro atual com hardware antigo. Me perdoe a platéia mas o Windows sempre venceu o Linux nesse quesito.
Agora se rodar for executar um terminal e mais nada tranquilo, roda ate em um 486. :D
Li a matéria e infelizmente algumas afirmações não se aplicam ao meu netbook.
Instalei o Ubuntu Nebook Remix 9.10 e tenho o Windows 7 Enterprise (versão de avaliação – 90 dias) neste netbook (Lenovo S10 – 2GB RAM).
Uma coisa é clara. Meu netbook se dá muito melhor com o W7.
É uma pena, pois quando adquiri o brinquedo, a primeira coisa que pensei foi justamente deixar o UNR como sistema padrão. Hoje, fico mais tempo no Windows.
Por outro lado, instalei o Ubuntu 9.10 no PC da minha mulher e ela gostou muito, a ponto de não utilizar o Windows nos últimos dias.
Eles disseram que o note deles é de 2000. Acho que com quase 10 anos de idade, esse pode ser considerado um hardware mais antigo…
outra coisa: “Se realmente quer usar o Windows 7, o melhor a fazer é comprar um PC novo já com o sistema operacional instalado.”
Essa é pra assustar quem????
Esse foi um dos PIORES artigos que já li, dizer que o Windows leva horas pra ser instalado, que gasta-se até 24h pra deixá-lo funcional é ridículo. OITO HORAS pra instalar do XP? Usaram o Windows 7 Disco de 5 1/4 Edition?
Até o Get The Facts era mais estruturado e convincente. Mesmo como FUD a pcworld passou da linha.
“um bom software para Windows dificilmente será gratuito.” Vai pro inferno. Isso é desrespeitar o pessoal do Blender, Firefox, Apache, PHP, OpenOffice, Thunderbird, MySQL, Microsoft Visual Studio Express, Windows Livre Writer, Putty, Filezilla e o VLC, só pra citar alguns.
Se a PC World está tão desesperada assim pra promover o Linux, tome a atitude mais benéfico ao pinguim: CALE A BOCA.
Pera, tem alguma coisa errada aí. Máquina de 2000 com “míseros” 512MB de RAM???
512MB de RAM tinha minha máquina de 2007. Minha máquina de 2000 não tinha nem 128MB.
E o Ubuntu não já não roda muito bem em máquinas com 512MB de RAM. O Debian fica bem mais leve.
miranda,
Você confunde Distro ATUAL com as mais populares.
Existem distros para o nicho das máquinas antigas. E esse sim é um excelente motivo para fazer uma distro sem revoltar o pessoal que não gosta de uma distro por habitante :D .
O Windows melhorou muito, mais muito mesmo. O Seven é o Vista funcionando, com boa performance, estável, intuitivo, fácil e rápido.
Roda em máquinas com configuração modesta. Instalei ele a mais de um mes num celeron 420, com um 1Gb de ram, placa de vídeo sis onbord, acho que configurações abaixo disso o mesmo não seria indicado. Neste tempo o mesmo nunca travou e não apresentou a lentidão característica com o seu uso.
Nesta máquina a instalação foi tranquila, reconheceu todo o hardware, inclusive uma multi-funcional da HP sem a necessidade dos drives do fabricante. A instalação é mais fácil e rápida que a do XP.
Os aplicativos abrem quase que instantaneamente, rodam levemente, possui efeitos gráficos, transparências, mesmo com esta sis onbord.
Instalei também nesta mesma máquina o XP e o Ubuntu 9.10, mas o Seven foi o SO que teve melhor performance entre os testados, mesmo com antivírus instalado.
Na questão segurança, até melhorou, mas em relação a vírus, trojan e malwares continua muito vulnerável, uma empresa divulgou que entre 10 ameaças virtuais da atualidade 8 conseguiram infectar o Seven sem antivírus, somente 2 foram barradas.
É consenso que a Microsoft acertou dessa vez, fez o melhor Windows de todos os tempos, mas ainda peca num quesito muito importante, a segurança.
Entre as 5 razões do artigo que fazem o Ubuntu melhor que o Seven, acho que a mais importante é a segurança, todas as outras são contornáveis, até a do preço, ta certo que o Ubuntu é de graça, mas em compensação existem poucos técnicos que fazem a manutenção do mesmo, quando existem, o preço da manutenção é bem mais caro.
Com isso a Microsoft vai continuar a reinar soberana nos Desktops, ja o fazia com um SO bem inferior, imagina agora.
Vamos esperar o Google, e ver se o mesmo consegue reverter este quadro, porque as distribuições do Linux tiveram sua grande chance com o lançamento do Vista, mas pelos números fracassaram. O Linux sofre de um grande problema, a divisão de esforços com um número muito grande de distribuições, e ambientes Desktops (KDE, Gnome,…) que só confunde os usuários e os desenvolvedores.
A esperança fica por conta do Google, que tem nome, marketing, grandes parcerias e principalmente $$$. Ja fazem um ótimo trabalho no Androide e devem fazer o mesmo nos Desktops, quem viver verá.
Para a galerinha do 0.5 bit que anda infestando o br-linux ultimamente:
http://www.forumpcs.com.br/noticia.php?b=260920
Windows 7 é vulnerável a 8 dos 10 vírus mais conhecidos. Realmente é mais compatível com aplicativos windows do que o linux, inclusive os vírus !
E o windows 7 vem com um furo de segurança no UAC sabido e aprovado pela Microsoft !
http://arstechnica.com/microsoft/news/2009/02/the-curious-tale-of-windows-7s-uac.ars
http://www.osnews.com/story/20885/Microsoft_Insists_Windows_7_UAC_Flaw_Is_Not_a_Vulnerability/
Estou fazendo uma experiencia interessante aqui, pelo preço do 7 eu comprei 4Gb de RAM para o amd64 dual que só tinha 1Gb, dai instalei (tenho as licenças necessárias) o XP Pro em uma VirtualBox e instalei os programas que uso para desenvolver para Windows. Tudo isso sobre o Ubuntu 9.10. A experiencia esta sendo muito boa, é muito pratico poder acessar o Windows sem ter que dar boot e a facilidade de ter uma copia de segurança da maquina virtual inteira é muito legal.
Provavelmente o 7 só vai dar as caras por aqui se eu ganhar uma licença.
essa disputa nunca vai acabar, o negocio é mostrar o beneficio do GNU/LINUX para as pessoas e temos que vestir a camisa do Pinguim, so assim que vai mudar o panorama, aqui na empresa onde trabalho temos muitos clientes usando ubuntu e esta aumentando e muito, estão satisfeitos com o mesmo, porque acabaram os virus, travamento,e outras porcarias que acontece com o windows.estamos fazendo palestras, dando cursos e fazendo testes pilotos com soluções em linux.
Pessoal arregaçam as mangas e vão para a luta, não adianta so ficar comentando quem e melhor ou pior, esta mais facil do que voces imaginam.
Eu li o artigo e achei uns furos gritantes. Primeiro, seguindo a linha do Cardoso, dizer que nao existe software gratuito para Windows e ignorar toda gama de freeware e software livre que estao disponiveis para o Windows.
A outra e sobre o suporte para impressoras HP. Acho que esqueceram de avisar para a minha multifuncional F4280 sobre essa incompatibilidade ja que consigo imprimir sem problemas.
De resto so a SB Live que tive que baixar um driver alternativo. Algo que e detectado com facilidade na Debian e Ubuntu.
Wagner: apoiadíssimo. O negócio é arregaçar as mangas e ir à luta, que está mais fácil sim, do que se imagina. Só para ter uma ideia, tem MUITA gente que nem acredita que existe computador sem vírus. Para muita gente isso soa o mesmo que se falar em grande cidade sem ladrão…
Outra coisa, alguém se lembra como estava o Linux na época do lançamento do XP?
Parece que muita coisa mudou nesse tempo, não é mesmo?
Então. Lembrando que podemos dizer agora que em termos de ambiente desktop o KDE está à frente do seven, em usabilidade, novos conceitos, beleza, amigabilidade, etc, imagina então como será gritante a diferença quando a Microsoft finalmente conseguir trazer um novo lançamento pós-seven?
Ou seja, sabemos que a velocidade do opensource é muito grande e isso logo ficará completamente evidente.
Além do mais, o desejável acredito é ter o Linux rodando em algo em torno de 10% das máquinas, ou algo como a base instalada do Firefox hoje. Aí será melhor para todos, principalmente porque isso poderá fazer outras alternativas de Software Livre surgirem, o que será realmente ótimo!
“miranda
Você confunde Distro ATUAL com as mais populares.
Existem distros para o nicho das máquinas antigas. E esse sim é um excelente motivo para fazer uma distro sem revoltar o pessoal que não gosta de uma distro por habitante :D .”
Weber Jr, me referi a distros “usaveis”, tipo; com OpenOffice atual instalado, Firefox atual, kernel atual, enfim; tudo bem atualizado.
Não acredito que a argumentação usada pelo autor do texto quando se referia a usar um sistema operacional, seja Windows, seja Linux com 512 Mb de RAM. Acho que ele só deixou carregar o sistema e desligou depois.
NÃO TEM como usar um SO moderno com essa configuração!!!
Montei um servidor esses dias, para rodar um BD Firebird, em um AMD Duron 750 MHZ, 512 RAM, lógico que com o Windows não seria possivel, por isso coloquei o OpenSUSE 10.0.
Fiz uma instalação magrela, instalei o KDE sem nada, só com o basico para rodar, ainda por cima compilei o kernel para poder dar uma melhorada no desempenho.
Agora falar que com uma configuração dessas (da mesma epoca da citada no texto) seria capaz de rodar um Ubuntu novinho é não saber o que esta falando.
Como ja disse anteriormente, se for só pra rodar o terminal….
Não tem boi, Ubuntu ou qualquer outra coisa é melhor que Windows. Alguns comentários hilários que li lá no site:
- O Windows XP, Vista e 7 são seguros, é só não sair clickando em qualquer coisa e baixando qualquer porcaria.
- Linux não é de graça, tem que baixar da internet e internet é paga, sem contar que tem que comprar o CD para gravar.
kkkkkkkkkkk (e um hauhauhuahua também)
O cara tem razão, é só não usar o computador e baixar programas usando o Windows que você não pega vírus mesmo… ou pega?
Mas o outro também tem razão, quando você compra o Windows você só paga a licença do SO, o CD (assim como todo custo de produção do produto) vem de brinde. Poutz, a Canonical também envia um CD totalmente de graça pra gente, mas dai eu teria que pagar 50 centavos pra ficar 15 minutos na lan-house entrar no site fazer um cadastro para ganhar um CD. Sem contar os 30 minutos de energia que eu iria gastar instalando o sistema, mais o tempo que eu uso o computador com o sistema instalado ainda.
Vão defender o Windows e ainda mandam uma dessas. Cada uma…
@miranda
“NÃO TEM como usar um SO moderno com essa configuração!!!”
Já experimentou instalar Slackware?
Uma distro atual que deixa os micros beeem mais rápidos.
Claro que vai ter que arregaçar as mangas para instalar tudo, mas uma vez tudo redondo, não vai mais ter trabalho.
.. e se quiser ser mais hardcore, teste o Gentoo. :D
E quanto o Linux ainda ser “pouco usado” mesmo com o fracaso do vista me responda: a venda de Mac OS aumentou com o Lançamentou do Vista?
“Windows sempre foi melhor, mais fácil, e mais intuitivo”. Como disse o presidente da Linux Fundation no programa roda viva que passou na Cultura um dia desses, se Windows fosse intuitivo a palavra intuitivo teria que mudar de significado. É exatamente como ele disse: há uma inercia mental. Os usuários Windows tem preguiça de usar algo novo, pois suas mentes já estão acostumadas a ir em “Iniciar”. Linux é melhor por milhares de motivos, não me valhe a pena ficar discutindo. Espero que um dia os seres humunos percebam. Muitos já sabem, mas ainda a muita a se fazer.
Windows é uma piada, sinceramente … Quando eu estava lendo os comentários do outro lado fiquei com vontade de *.
De qualquer forma prefiro gastar minhas energias desenvolvendo do que escrevendo artigos.E o artigo não é ruim como afirmam. E programas freeware e open-source não são a mesma coisa, seria como dizer que mesmo se o windows dominar tudo (desktops, smartphones, netbooks, servidores, supercomputadores, …) o php, firefox e afins existiriam.
“Não estou fazendo apologia a aquilo que não uso,(no caso Windows) e nem denegrindo aquilo que faço uso todos os dias (no caso Linux) mas a verdade seja dita: IMPOSSÍVEL usar uma distro atual com hardware antigo. Me perdoe a platéia mas o Windows sempre venceu o Linux nesse quesito.”
wayland, dri2 e kms estão perto, será possível ter um mesmo linux para linux embemdeds e desktops. Mas a saída do X.Org também depende da boa-vontade dos usuários, que apesar de criticarem o windows continuam usando um servidor gráfico que usa um protocolo obsoleto com mais de 2 décadas.
Não podemos comparar o uso do Linux que é de graça e roda em PCs, com o Mac OS que é pago e roda em máquinas top, fabricadas e/ou certificadas pela Apple que apenas 5% da população tem condições de pagar.
Também acho o Linux melhor em quase tudo, mas na questão beleza, facilidade de uso o Windows com certeza esta a frente do Linux.
Uso e gosto do Linux, mas concordo que o ano do Linux para o desktop dos usuários comuns é = ano atual + 1. Só uma empresa hoje pode mudar isso, e a mesma se chama Google. Vamos torcer bastante e esperar.
@Alex Góes Fuhrmann
Slackware é avião, rodando a mil por hora no meu pczinho humilde e no meu acer 4520.
Mas vai chegar um dia q o Linux (uma distro eu acho q Ubuntu) vai ficar tão amigável q vai ter vários vírus tolos para destruir pelo menos o espaço permitido.
Sobre esta história toda do artigo da PC World já dei uma dissecada no blog. Qualquer coisa é só clicar no meu nome e ainda afirmo que o artigo está cheio de furos.
Não consigo entender porque um Win Server 2008 fazendo uma cópia de uma pasta de 70G de um outro servidor. E insiste em me dizer que vai levar um dia e faz 50% em 3 hosras. E por horas me diz que leva 2 horas. Nunca vi coisa parecida em linux. No Windows NTFS para NTFS 6,8 mega por segundo. Em Linux Ext3 para ext3 10 Mega ou + sendo todos em 100Bits.
Bom, “Curioso” (rssssss), vc CERTAMENTE não usa o kde! Comunidades open source são sempre beeem mais críticas do que qualquer usuário microsoft poderia um dia sonhar em ser. Isso não quer dizer que não tenham gostado do kde4, muito pelo contrário.
Vc já ouviu falar em “atividades” no seven? ou mesmo no já batidão de haver quantas áreas de trabalho vc quiser? ou ainda alternadores de janelas com os efeitos (e utilidades!!!) do compiz? e a customização plena e radical do desktop inteiramente baseado em plasmóids? será que tem algo ao menos parecido no seven? (rsssss)
Isso sem falar no que vem por aí (daqui a seis meses, e não daqui a alguns anos), desktop social (não é programa do governo Lula não…) vc já ouviu falar sim, e com certeza no seven já tem, certo?
Olha… quando falo que o kde já ultrapassou em tudo o desktop windows seven estou simplesmente constatando um fato. Ou vc acha prático e intuitivo ficar chacoalhando as janelas no seven? (rsss)
O KDE 4.3 já matou a pau, tudo que esta ai. Os efeitos de desketop do Seven apesar de serem bons,ficarão bem lonje.
O boot ainda tem que melhorar “Quero um 10 segundos” mais 45 tá de bom tamnho o Sevem da Ms ainda é bom porque mantem a compatibilidade retroativa. Eles aprenderam muito com o Linux. Hoje os drivers não faltam mais e reconhecem praticamente tudo. Só um servidor Dell da vida que pode dar problema ou um notbook com um hardware ferrado como um Intelbras. De resto posso falar que o sevem vem pra mudar o paradiguima e Linux é o cara que não precisa fazer nada além de melhorar oque já é.
Estamos vivendo o ótimo de duas tecnologias fantásticas que vão mudar e já estão mudando a nossoa forma de pensar.
Olha, vi em vários comentários uma afirmação totalmente errada.
“O Windows é mais intuitivo!!”
De maneira alguma. Não é e nunca foi.
O Windows é mais disseminado e conhecido, como praticamente todo mundo ja usou é natural que ao usa-lo sentira mais facilidade.
Pra avaliar isso somente com testes envolvendo leigos, que nunca usaram sistema algum.
Tenho instalado o Linux Mint, pra parentes e amigos, como também o Ubuntu.
E lhe digo, o Windows não é nada intuitivo.
é bem, como uma charge que li.
“Como seria se a MS tivesse feito o TWITTER”
“Sem problema isso é fácil:
Vá em: Meu Computador -> Administração -> Serviços Sociais -> Serviços de Microblog -> Configurações Originais de Serviço de Twitter, desabilite isso, então você deverá clicar com botão direito do limpador de desktop da barra do twitter na barra de acesso rápido, dai um cachorrinho aparecerá perguntando se você deseja realmente fazer isso…..”
Só pra ilustrar, peça pra um usuário comum ir ao gerenciador de partições do windows e linux, …
é muito intiuitivo, voceê clica em iniciar pra desligar, rsrs
felizmente tiraram isso no vista
rsrs
Olhe, é imensamente não intuitivo o Windows, ele apenas é mais conhecido.
Intuitivo é um iPod
Aqui o Ubuntu ta rodando muito mais rapido e bonito, (com o tema Dust). Eh comparavel com o Xp em termos de velocidade, e versatilidade com os sistemas mais novos.
“O Linux sofre de um grande problema, a divisão de esforços com um número muito grande de distribuições, e ambientes Desktops (KDE, Gnome,…) que só confunde os usuários e os desenvolvedores.”
Penso da mesma forma…
@Roberto Campos, não confundiu X11 do Windows com X Window? Não existe X11 no Windows (tá, rodando dentro do cygwin). X é coisa de Unix.
Se vc se referia ao “modo gráfico” do Windows, talvez ele seja superior ao X para usuário em muitos sentidos. Mas não tem o mesmo poder. O Unix foi um sistema pensado para rodar em rede. Se vc pensa assim não sabe as coisas que o X11 é capaz de fazer.
o X11 do windows da de 10 a 0 que o do Linux.
Ai meu olhos! Eu li alguma coisa tão absurda que me deixou sego!
Vamos encarar os fatos:
1) O X11 em rede só presta em rede local, em LAN. Mesmo assim, o toolkit precisa ser testado nesse ambiente, senão é fácil deixá-lo tão pesado para rede que não rode nem em LAN. A penúltima versão do Gtk que vinha no Ubuntu 8.04 tinha esse problema – ficava pesadíssimo até em LAN.
2) O X11 definitivamente não presta para ser usado via Internet, mesmo com banda larga. Por isso inventaram o NoMachine NX. Mesmo assim, o VNC com boa compressão gasta menos banda que o NX e é capaz de rodar em conexões piores (experiência própria).
3) Um usuário doméstico raramente usaria display remoto de qualquer maneira. E se usar, ele se contenta com coisas do tipo VNC ou RDP.
4) Aqui na minha máquina, o X está consumindo 30MB de RAM (sem contar mais outros 80MB de memória de vídeo compartilhada que o driver pega mesmo que eu desabilite o 3D). Ontem mesmo eu usava uma máquina com 32MB de RAM. Bons tempos de Conectiva 3.0. Por que o X ficou tão mais pesado?
5) O áudio está seguindo o mesmo caminho, com as distribuições mais usadas adotando o PulseAudio. Quantas pessoas usam áudio remoto? É realmente necessário que um servidor de áudio venha e seja usado por padrão? O PulseAudio já causa problemas para muitas pessoas, e é possível que no futuro se torne também um grande comedor de RAM que seremos obrigados a usar porque os aplicativos não vão suportar outra coisa. O autor do PulseAudio se justifica na SlashDot dizendo que é “coisa feia” deixar mixing de áudio para camadas mais baixas do sistema. Sem nenhuma justificativa técnica ou séria, o pessoal vai atrás dele.
@Alex Góes Fuhrmann
“E quanto o Linux ainda ser “pouco usado” mesmo com o fracaso do vista me responda: a venda de Mac OS aumentou com o Lançamentou do Vista?”
Com certeza o MAC OS aumentou muito nos ultimos anos. Acesse
http://marketshare.hitslink.com/report.aspx?qprid=9&qpdt=1&qpct=4&qpcustom=Mac&qptimeframe=M&qpsp=106&qpnp=25
Querem saber ? Quem é dominado pela Microsoft há anos e tem preguiça ou má vontade de apreder DE VERDADE a usar e administrar um linux vai sempre arranjar uma desculpa para permanecer no mundinho do windows.
Vai sempre arranjar uma desculpa para não usar linux e manter o seu windows, mesmo que seja pirata e infestado de vírus.
Mesmo havendo alternativas para os casos em que realmente se precisa usar EVENTUALMENTE um aplicativo windows como wine, rdesktop, virtualbox e cia, a pessoa insiste em dizer que é impossível usar linux em desktops, mesmo que numa empresa com várias máquinas onde bastaria algumas com windows para esses poucos usos eventuais.
Conheço muita gente que mesmo trabalhando com administração de máquinas unix e linux a maior parte do tempo, em vez de usar um desktop linux, usa windows com putty, winscp ou aplicativos proprietários de terceiros para lidar com unux/linux.
Usar windows, principalmente de graça por causa da pirataria, É CÔMODO e as pessoas acomodadas sempre inventam desculpas para não largar o ócio e o status quo. Para essas pessoas só digo “sinto muito por você !”.
Esse papo de que o X é pior porque foi feito para rodar em redes locais por usar sockets é coisa de quem não sabe realmente como o X funciona e o que ele de fato faz. Se o servidor X e os programas estiverem na mesma máquina os sockets TCP/IP NÃO são usados.
Leia
http://en.wikipedia.org/wiki/X_Window_System#Client-server_separation
“A common criticism of X is that its network features result in excessive complexity and decreased performance if only used locally. That used to be the case, but modern X implementations use unix domain sockets for connections on the same host. Additionally shared memory (via the MIT-SHM extension) can be employed for faster client-server communication.[8] However, the programmer must still explicitly activate and use the shared memory extension and must also provide fallback paths in order to stay compatible with older implementations.”
Não acredito que ainda tem gente q discute essas coisas, esse flame é um saco. Os sistemas estão ai, usa quem quer e pronto.
Eu penso da seguinte forma, se o Windows mesmo com todos os seus problemas conhecidos satisfaz a determinada pessoa, ótimo, que use-o. É muito complicado como já falaram, mudar a inércia mental das pessoas, porém eu creio que essa falta de vontade de aprender, é coisa da nossa geração. Não tenho dúvidas, que tanto minha filha, quanto seus filhos, que já estão envolvidos com a tecnologia desde o nascimento, terão outra mentalidade, serão mais propícios a pesquisar as novidades do mundo tecnológico.
Eu sou suspeito de opinar, pois uso Linux desde de 98, e simplesmente não consigo fazer nada produtivo utilizando windows. Para tudo, me viro utilizando Linux. Só de lembrar que comecei utilizando DOS 3.3, que passei alguns finais de semanas formatando meu windows 95, 98, XP, por causa de vírus, problemas do próprio windows devido ao instalar e remover programas, me dá calafrios. E continuo vendo ainda hoje, essa mesma situação. Nada mudou. Trabalho no núcleo de informática de uma instituição de ensino superior, e todos os dias vem alunos aqui, com problemas nos seus notebooks, vírus, lentidão, pedindo para formatar, driver de wireless que sumiu do nada, etc. Onde esta a evolução ?
Abraços…
Acho melhor você ler direito o que as pessoas dizem antes de querer dar uma de bom. Ninguém aqui disse que o X é pesado por usar sockets TCP/IP.
Vamos lá: Não uso Ubuntu e nem windows. Uso Debian e vou continuar usando. Não sou evangelizador, e realmente pouco me importa qual SO vc usa ou deixa de usar. Quando pedem minha opinião, eu digo que o melhor é aquele que vc sabe usar. Quer aprender a usar o Debian ? Ótimo. Estou por aqui. Quer continuar usando windows ? Problema seu. Quando der pau, chama o “ténico. Não tenho nada a ver com isso. O 7 está lindão ? Que bom pra vc!!! O Meu Desktop Debian/Gnome tb. Está do jeito que eu quero. E quando ele deixar de me atender, deve ser pq talvez eu precise rever meus conceitos e comprar um smartphone, ou um netbook…
Essa vai pro Curioso!
Presumo que o preço da licença foi mais caro que o hardware!
Eu näo gosto do X, estou na UFAL e vou tentar fazer como Kristian Hogsberg, modularizar o X e trabalhar em um server alternativo (wayland) que NÃO usa o protocolo X. Fica bem mais leve e é mais interessante fazer que nem os protocolos da internet, a soma das partes faz um sistema mais confiável e fácil de manter.
@miranda
Claramente vc nao instalou um servidor, e sim um desktop que roda firebird. Onde ja se viu servidor com usuario normal com desktop? AVMFP
Olha, não vou defender nem atacar nenhum SO, eu apenas quero usa-los, é só isso que quero.
@VinIPSmaker, Aí está um projeto legal. Parabéns pela ótima escolha de trabalhar em cima dele.
”
@miranda
Montei um servidor esses dias, para rodar um BD Firebird,…
Fiz uma instalação magrela, instalei o KDE sem nada, …
Claramente vc nao instalou um servidor, e sim um desktop que roda firebird. Onde ja se viu servidor com usuario normal com desktop? AVMFP”
Droga…Ta bom vai, você sabe o que é um servidor e eu não sei nem o que é um desktop. Poxa…vou cometer suicidio.
“Onde ja se viu servidor com usuario normal com desktop? AVMFP”
Bom, como não sei o que é um servidor gostaria de saber porque você roda seus servidores logado como root?
Eu como não sei o que é um servidor nem levanto o X e quando preciso logo como usuario e uso o su quando necessario.
Galera, na boa, é tudo questão uma questão de relação entra a ferramenta necessária para solucionar o problema X.
Você até pode tirar um parafuso com uma faca, dá mais trabalho, pode arranhar, pode se cortar etc… Dá mesma forma que você pode usar Linux como plataforma pra jogo, tem alguns bons games, algumas placas rodam bem, mas se vc quiser, de fato, tirar proveito de todas as placas de vídeo do mercado, usar todos os games e lançamentos etc, não será a melhor escolhar.
Da mesma forma quando você vai montar um servidor WEB por exemplo… Vc vai escolher o que for mais adequado.
Sei lá, essa briguinha de qual é o melhor é muito tosca, o melhor é sempre relativo as necessidades e conhecimento de cada um.
@russo: conheço empresa GRANDE que utiliza Gnome nos seus servidores com Linux (servidores parrudos da IBM, antes que você fale mal dela), e eles rodam vários serviços de MySQL, Oracle, etc. sem medo.
Assim como o Ubuntu 8.04 LTS da Canonical, o Windows XP é a versão LTS da Microsoft, vai até 2014.
Gostei da matéria da PC World.
@Nerivaldo Costa – A licença não saiu mais caro que o hardware porque estou usando uma cópia de avaliação, como disse uso Linux, mas sempre testo nova versões, e não é porque uso Linux que avacalho o Windows, apenas relatei a evolução do mesmo.
Também concordo que o melhor SO é o que atende a sua necessidade.
Como disse acima o Linux padece no desktop, mesmo sendo livre, tem evoluído e muito nestes últimos anos, mas como disseram, é difícil mudar paradigmas que o Windows implantou nos usuários e principalmente nos desenvolvedores.
O Linux é melhor para servidores, isto todos sabemos e concordamos, usuários Linux e Windows, mas no desktop o Windows predomina e mesmo com seus problemas é usado em mais de 90% dos mesmos. Com esta fatia de mercado também deve ter muitos méritos.
Na minha opinião, como desenvolvedor, vejo a dificuldade de desenvolver softwares para Linux, não por falta de ferramentas porque no Linux isso é bem vasto, e sim pela falta de padronização do sistema, sei que esta palavra não combina com a liberdade do Linux e suas distribuições, mas isso causa um grande transtorno para o desenvolvedor e para o suporte.
Com isso vejo a maioria das empresas usarem o Linux como servidor e os desktop em Windows usando softwares para emular e acessar o Linux.
A resposta das empresas para esta situação é a falta de profissionais com qualificação para dar suporte ao Linux, e quando encontram o custo é bem mais elevado, e este profissional domina na maioria das vezes uma ou duas distribuições.
Eu mesmo, ja passei por várias distribuições, mas domino e uso apenas uma, nas outras tenho muita dificuldade por não existir um “padrão” de inicialização ou configuração de algum serviço, ou não existir mais o arquivo de configuração, um exemplo disso é o Grub 2 que mudou radicalmente o seu modo de configuração, outro exemplo é o X.
Um grande diferencial do Linux era poder alterar um arquivo de configuração caso algo desse errado no X por exemplo, hoje este arquivo na maioria das distribuições não existe mais.
Neste aspecto que acho o Windows mais intuitivo, pegando o XP como padrão não temos dificuldades nenhuma de alterar alguma coisa no Seven, ou nas próximas versões, existe uma compatibilidade entre seus lançamentos, ou melhor dizendo um “padrão”.
Para termos um Linux mais forte no desktop precisamos de menos divisão e mais multiplicações todos focados num só objetivo, mas a política do software livre parece que prefere dividir, e o “ego” dos desenvolvedores é um problema que atrapalha e muito.
@Tércio Martins
Só é meio “incomum” rodar O X e gerenciadores de janela em servidores dedicados.
Por curiosidade, pra que alguem usaria o X em um servidor debanco de dados dedicado?
Ou o servidor não é dedicado e serve como desktop também?
@Andre Luis Pereira:
Eu uso o KDE para poder facilitar o backup. Visto que o mesmo não será feito por mim e sim pelo cliente.
Para usar o k3b ja foi uma briga imagina o cliente gravar em linha de comando.
Acredito que cada caso é um caso, no meu caso a empresa é de pequeno porte, o camarada não quer pagar pelo backup, logico que mais facil seria com um script de backup mas pagar pra isso ele não quer :D
@devzero
A escolha do Pulse Audio nunca fora atoa, de fato o Pulse Audio torna a vida desenvolvedor mais feliz, principalmente porque será totalmente desnecessário escolher sockets de audio (talvez esteja eu usando o termo errado, pois estou meio sonso).
É certo que ainda esta ocorrendo problemas com Pulse Audio devido a visão de sua complexa arquitetura, já que proporciona em reusar o código existente de muitos como ALSA, OGG e OpenAL. Sem ter que mandar todo mundo rescrever todo código que fizeram, por tal motivo o investimento no Pulse Audio.
Creio que seja melhor aprofundar um pouco mais na tecnologia antes de dizer tais coisas, de que vale destruir o conhecimento sem antes conhece-lo, além que atualmente no Ubuntu 9.10 o Pulse Audio já se encontra em sua fase mais estável.
@Tercio
A IBM não roda ambiente grafico nas servidoras de processamento deles e acho que a ibm eh bem grande =] Agora o que os outros rodam nas maquinas que compraram da ibm…
Máquina de verdade nao precisa e nem tem que ter ambiente grafico.
Fico imaginando como esse povo adminsitra essas maquinas no hack, usam console switch dentro da sala cofre? ou administra por vnc… ui soooo lame
@Chrys,
Bom, sou desenvolvedor na área de áudio, e o PulseAudio não tornou minha vida mais feliz, muito pelo contrário. Eu realmente gostaria de uma explicação técnica do motivo pelo qual o PulseAudio é bom para o uso que está sendo feito dele (sim, eu acho que ele é bom, mas para outras coisas), pois a explicação do autor do PulseAudio não me convenceu, e a sua também não.
Não entendi o que seriam os tais sockets de áudio (que com o PulseAudio não é necessário escolher?), nem o que seria “reusar o código existente de muitos como ALSA, OGG e OpenAL”. O que o OGG tem a ver com a história? Eu sei que existe código sendo desenvolvido (ainda não funciona muito bem, mas está sendo desenvolvido) para fazer o ALSA, OpenAL, etc. falar com PulseAudio, e isso é ótimo, assim as pessoas não precisam reescrever as apps para PulseAudio e torna menos provável aquela hipótese que eu falei de tudo depender de PulseAudio no futuro (permitindo que só use PulseAudio quem precisa dele – ou seja, quem quer transmitir áudio por rede local). Mas ainda há outras áreas preocupantes – eu acho bem provável que se continuar como está, não existam alternativas ao PulseAudio para conseguir som de dispositivos Bluetooth, por exemplo.
Eu sou estritamente contra o uso que está sendo feito do PulseAudio no Ubuntu e em outras distribuições. Para mim é um passo na contra-mão, aumentar drasticamente a complexidade do sistema sem necessidade. Não estou dizendo que não funciona, estou dizendo que a complexidade da solução é absurda. Você passar fluxos de áudio por um servidor em userspace em um SO que tradicionalmente não segue essa abordagem, e precisar de extensões soft real-time para conseguir baixa latência, é no mínimo esquisito. Qual o benefício técnico disso tudo?
Tocar som em outro computador da rede sem precisar instalar nada nas máquinas? Pouca gente usa isso. Se precisarem, podem muito bem instalar um pacote, não precisa vir toda uma parafernalha para isso por padrão.
Um exemplo simples de porque eu odeio o windows:
Eu prefiro o GIMP ao PhotoShop, mas o PhotoShop é melhor que o GIMP hoje e é provável que o GIMP seja melhor que o PhotoShop amanhã. Mas mesmo quando o GIMP for melhor que o PhotoShop, nós não poderemos dizer que o PhotoShop é uma piada, porque o PhotShop é um aplicativo muito bem feito.
PORÉM ATÉ HOJE EU POSSO DIZER QUE O WINDOWS É UMA PIADA!
E pelo que percebo muita gente confunde sistema operacional com indústria do software e fica dizendo que o windows é melhor por causa disso e daquilo … .
que artigo deplorável. Mesmo todo o hype em torno do Vista SP3, vulgo 7, é um pouco menos deplorável.
Estou feliz por ter me liberado por completo do domínio da Microsoft já há quase 10 anos, mas não faria um hype desses com argumentos tão toscos e falsos…
Quais são as vantagens do pulseaudio ?
http://pt.wikipedia.org/wiki/PulseAudio
As principais características do Pulseaudio incluem:
* Controle de volume por aplicativo
* Uma arquitetura de plugins expansível com suporte para módulos
* Compatibilidade com muitas aplicações populares de áudio
* Suporte para múltiplas fontes de áudio e sumidouros
* Low-latência operante e suporte a medição de latência
* Um zero-cópia memória arquitetura processador para a eficiência dos recursos
* Uma interface de linha de comando com capacidades de scripting
* Um daemon de som com capacidades de reconfiguração por linha de comando
* Built-in amostra conversão e capacidade de reamostragem
* A capacidade de combinar várias placas de som em uma
* A capacidade de sincronizar múltiplos fluxos de reprodução
Se as placas de som de PCs atuais pudessem mixar por hardware várias streams de som e fossem homogêneas, talvez não precisássemos mesmo de nenhum servidor de áudio, mas já que precisamos, pelo menos o pulseaudio é independente do ambiente gráfico (KDE, gnome, etc) e de sistema operacional, ao contrário de outras soluções passadas.
Ele só não está 100% maduro e só dá problemas em alguns hardwares mas nos que funciona é bem estável. Os aplicativos de som antigos é que não estão preparados para ele e é isso que causa a má impressão para certas pessoas.
Pois é, cada vez distros melhores e com excelente performance. Uso somente Linux desde 1999. Dificuldades no começo, StarOffice que lentidão pra carregar nos PCs daquela época. Sempre usei o RedHat, agora utilizo o Fedora nas soluções Desktop e Centos em servidores. A única briga ainda é o bendito de Blu-ray, que tenho a mais de 1 ano no meu Home Theater, que não vejo condições de se ter um player funcional para o Linux.
Tem até esse tutorial abaixo, mas é muito empenho pra se tocar um BD.
https://help.ubuntu.com/community/RestrictedFormats/BluRayAndHDDVD
Se estiver engando e já tiver algo nem que seja comercial, agradeço qquer HELP.
Tenho nesse PC um dualboot, só pra tocar os BD, tenho uns 10 player diferentes, e todos funcionam perfeitamente.
@sss,
O OSS faz isso.
A alsa-libs tem uma arquitetura de plugins.
Assim como OSS e ALSA?
Gstreamer?
Usando ALSA ou OSS, a latência é bem menor, pois tem uma camada a menos.
Google Translator?
Todos tem isso.
Mesma coisa do item anterior?
O OSS faz isso. O ALSA configurado corretamente, também.
Não possuo conhecimento de algo nativo no ALSA ou OSS para isso, mas há ferramentas externas para isso.
OSS ou ALSA com dmix fazem isso.
Não precisamos de um servidor de áudio para fazer mixagem. O OSS faz isso nativamente, e o ALSA faz isso caso o dmix esteja ativado.
O OSS mudou de licença várias vezes e por isso o alsa foi criado. Não foi proposital, mas agora voltar para o OSS e jogar o alsa fora seria tarde demais, além do desenvolvimento do OSS ser basicamente controlado por uma empresa apenas.
http://en.wikipedia.org/wiki/Open_Sound_System#Free.2C_proprietary.2C_free
O alsa faz mixagem de sons sozinho quando a placa não tem suporte a mixagem por hardware (coisa que não acontece na maioria das placas de som onboard baratas de hoje)
http://alsa.opensrc.org/index.php/Hardware_mixing,_software_mixing
http://en.wikipedia.org/wiki/Advanced_Linux_Sound_Architecture
mas não é muito fácil de setar o dmix.
Além disso, o pulseaudio pode ser desligado facilmente. Não sei se no ubuntu é fácil mas em outras é.
Assim como o MySQL, por exemplo? OK, não dá pra comparar a Sun com a 4front (em tamanho), mas o fato de ser controlado por uma empresa a princípio não seria problema para um código que está disponível tanto sob GPL como sob BSD.
As distribuições poderiam vir com ele já setado. Assim como elas já vem com várias coisas preconfiguradas, por que não vir com isso preconfigurado?
Das duas distribuições com PulseAudio que testei (Mandriva e Ubuntu), no Mandriva era fácil desabilitar (bastava clicar em um botão do painel de controle).
No Ubuntu era bastante difícil – encontrei algumas dicas na web, mas não funcionavam. No fim acabei tendo de dar um “chmod 0″ no executável do pulseaudio, aí sim ele parou de carregar. É incrível como eles colocaram hooks para carregar o pulseaudio em cada milimetro do sistema.
Mas o ponto também não é esse. O ponto é que o PulseAudio é mais um fator que agrega peso desnecessário e complexidade desnecessária a algumas distribuições hoje em dia, existindo ainda risco de começar uma dependência tecnológica dele caso as coisas continuem como estão. É claro que o PulseAudio não é o único desses fatores, mas certamente é um deles, e na minha opinião foi um erro das distribuições utilizá-lo por padrão (não vejo problema em fornecê-lo como opção) – não era necessário.
Eu também não me sinto confortável em usar o OSS. Eu gosto do Qt, mas o OSS … .
E é BSD, quando for mais usado ou dominar, o que garante que a 4Front vai continuar disponibilizando as modificações livremente na versão de licença GPL?
Eles são os donos do copyright, então eles realmente podem mudar a licença quando quiserem. Mas o mesmo vale para MySQL, VirtualBox, Qt e outros projetos que tenham um único copyright holder.
Isso não acontece com o Linux por exemplo, pois o Linux é constituído de várias partes, cuja posse pertence a diferentes indivíduos ou empresas, então para mudar a licença, precisaria de consenso entre todas as partes.
O negócio é que mesmo que versões novas possam sofrer uma mudança de licença, a licença das versões que já foram lançadas não pode ser alterada retroativamente, então nada impede que a comunidade continue esses projetos por conta própria nesses casos, mesmo sem apoio do copyright holder original. No caso do OSS, a comunidade ainda poderia escolher qual licença utilizar, GPL, BSD ou CDDL.
Eu sei disso, mas já que será a comunidade a verdadeiramente contribuir, por que não contribuir para alsa de uma vez?
Desde que tenha qualidade técnica, não vejo problema. O meu problema foi com a adoção de PulseAudio pelas distribuições. Pessoalmente eu considero uma abordagem de boa qualidade técnica com relação a áudio a abordagem que o pessoal do FreeBSD vem utilizando.
Essa do FreeBSD eu estou por fora, você poderia me informar sobre ela?
E manda o seu e-mail para mim, na minha página de usuário do vivaolinux você pode enviar uma mensagem para mim.
Pra mim, tanto o PulseAudio quanto o X acrescentam muita complexidade, latência e consumo de memória pra resolver um problema que atinge uma minoria de usuários.
E com isso prejudicam a grande maioria.
Pulando as discussões sobre o PulseAudio (que é nojento para tirar no Ubuntu):
@André Luis Pereira e @russo
Esta empresa que falei acima possuia 250 servidores com Windows e 300 com Linux na época em que trabalhei, de várias marcas (mas principalmente da IBM e da Dell). A empresa tinha uma larga tradição de usar Windows nos seus servidores e, ao migrar para Linux, foi natural para eles deixarem em várias máquinas um login gráfico por default (faço uma comparação: o Windows Server 2008 possui um modo de instalação chamado “Server Core”, em que só é instalado um “modo texto” do Windows, com o PowerShell interagindo com o usuário. Não é porque o usuário comum do Windows Server 2008 prefere utilizá-lo no modo gráfico que ele seja incompetente).
E, para todos os efeitos, vários utilitários de performance e manutenção do BD Oracle, escritos em Java, funcionam desavergonhadamente na interface gráfica).
Prós
- Ubuntu 9.10: Continua funcionando e vem cheio de softwares pré-instalados. Também queria que o Windows também viesse com ótimos softwares embutidos;
- Windows 7: Essa nova barra de tarefas é o ó. Queria que o Ubuntu tivesse uma igual;
Contras:
- Ubuntu 9.10: Ainda tem muitas interfaces confusas como a de gestão de redes. Podia ser melhor;
- Windows 7: para você administrar o Windows você tem que abrir muitas janelas. Tantas janelas quanto forem necessárias para se perder.
Conclusão:
- Ubuntu 9.10: Pagaria R$ 50,00 pelo Ubuntu Revolução 2.0;
- Windows 7: Pagaria R$ 50,00 por um Windows Revolução 2.0;
Li este texto originalmente num bloque por aí que nem lembro onde era… Lembro é de ter pensado: “que texto mal escrito!”. Agora que descobri a procedência fiquei abismado…