Obscenidades: “Austrália vai impor filtro de internet”
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Criar um filtro obrigatório tornaria a Austrália um dos mais rígidos reguladores de internet do mundo democrático. Regimes autoritários já costumam aplicar esse tipo de controle. A China, por exemplo, foi criticada internacionalmente por tentar impor um filtro em todos os computadores vendidos no país.
O governo australiano afirmou hoje que vai introduzir a nova lei no ano que vem para proteger os cidadãos, especialmente as crianças, do material prejudicial disponível na rede. Críticos argumentam que o filtro não vai impedir o acesso a esse tipo de material e pode resultar em uma censura desnecessária. (via info.abril.com.br)
Saiba mais (info.abril.com.br).
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Sem cabimento, o australiano que realmente quiser vai simplesmente usar uma das muitas maneiras de furar qualquer bloqueio. E deixar na mão do estado filtrar o que pode e não ser acessado da medo.
É por essas e outras que a gente vê que o ser humano não evoluiu nada. Uma sociedade com parâmetros mais elevados é construída com educação, informação, orientação sem esquecer a justiça social. Uma vez o povo educado e bem informado, ele mesmo encontrará o caminho para uma sociedade decente. Os pais que quiserem contar com ferramentas de monitoração e controle do que seus filhos acessam na internet encontrarão seja no Windows, Linux ou Mac.
Mas, parece que não saímos da idade média, como presenciamos, por exemplo, em Brasília, com a cavalaria do Arruda. No período medieval, tínhamos nobres, príncipes e reis. Hoje, temos governadores, prefeitos, senadores e deputados que se utilizam da mesma cavalaria para oprimir e subjugar o povo, que há muito tempo já não considera esta corja como seus representantes. Esse tipo de barbárie não tem mais fronteiras. A vontade de poucos é imposta na Austrália, no Brasil, nos EUA, em países pobres, ricos, “civilizados” ou não.
Não esqueçamos que hoje a “corja” sai do nosso meio. Políticos não são estrangeiros nem extraterrestes. Se a maioria dos eleitores vota por interesses mesquinhos, sinto muito, chama-se democracia.
E o que fazer?
Revolução? Ditadura? Matar os governantes? Não.
É muito mais simples e ao mesmo tempo a forma mais complicada: mude seu comportamento e sirva de exemplo a quem precisa.