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Ministério das Comunicações vai comprar 15.000 kits de 10 computadores para equipar telecentros

O Ministério das Comunicações vai comprar 15 mil kits de equipamentos para atender a telecentros comunitários. O aviso de licitação foi publicado do Diário Oficial da União de quarta-feira (30/9).

Até setembro deste ano, o órgão havia entregue 5.996 telecentros em 5.452 municípios (quase 98% das cidades brasileiras). Deste total, 4.454 já estão montados.

O objetivo, segundo o ministério, é triplicar o número de telecentros com acesso gratuito à internet no País, chegando a 21 mil até o fim de 2010.

Cada kit equipa um telecentro. Eles são compostos por 10 computadores com acesso à internet, um servidor de rede, uma impressora a laser, um projetor multimídia, uma câmera para monitoramento remoto, mesas, armários e cadeiras. (via idgnow.uol.com.br)

Saiba mais (idgnow.uol.com.br).

• Publicado por Augusto Campos em 2/10/2009 às 9:00 am
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Comentários dos leitores para “Ministério das Comunicações vai comprar 15.000 kits de 10 computadores para equipar telecentros”

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  1. Jose Pissin (pizza) (usuário não registrado) em 2/10/2009 às 9:24 am

    Inferno brasileiro é assim, quando tem computador não tem internet, quando tem internet não tem computador, quando tem os 2 não tem professor.

    Conheço algumas situações, principalmente no interior, onde existem salas de telecentro paradas.O governo comprou e instalou as salas, mas paralelo a isso não desenvolveu um projeto de agregar a comunidade, não capacitou monitores, etc.

    Tem salas em municípios pequenos que não são usadas porque tem lá instalado um tal Linux e ninguém sabe mexer. É a pura verdade.

    Agora estão falando em liberar verba para pagar “uma bolsa” a monitores de pontos de inclusão digital, mas será que um projeto está casado com o outro?

    Ou vamos continuar com o inferno brasileiro?!

  2. wallysou (usuário não registrado) em 2/10/2009 às 9:30 am

    planejamento falho…

    antes q a flame war comece, se já não começou, onde estavam as pessoas q poderiam ter feito diferença sugerindo mudanças no planejamento q mitigariam esses efeitos colaterais?

    ou será q as coisas não eram transparentes e nem podiam ser ‘mexidas’?

    =o/

  3. Kram3r (usuário não registrado) em 2/10/2009 às 11:51 am

    Caro Jose Pissin, existem diversos locais por onde passei como implementador de inclusão digital (deram esse nome aos q trabalhavam no programa) houve sim recusa por algumas pessoas. No momento em que explicamos o que SL e o que é o linux, a ideia começa mudar. Mas não só por isso, mas pelo fato de finalmente eles terem computadores e internet. Que tem agora a possíbilidade de realizar atividades difíceis de executar sem a dupla computador e internet. Há lugares que a resistencia aconteceu pelo fato de pessoas não qualificadas para o trabalho de inclusão, tanto social quanto digital, estarem fazendo da forma errada a abordagem e o suporte dos locais (suport técnico e social).

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