Mais 14 fabricantes de eletrônicos são processados por violação da licença GPL
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A ação é contra nomes bastante conhecidos, como Samsung, Best Buy, Westinghouse e mais. Mas o criador do Busybox veio a público dizer que não está representado nessas ações, e que nenhuma das partes jamais o procurou a respeito.
Trecho inicial do longo artigo no iG Tecnologia:
O software em questão é o BusyBox (www.busybox.net), um utilitário muito usado em distribuições Linux para sistemas embarcados, que de uma vez só substitui inúmeros comandos que o usuário espera encontrar em modo texto, consumindo menos espaço em disco e memória RAM. Originalmente escrito por Bruce Perens, o software atualmente é mantido por Denys Vlasenko, Erik Andersen e Rob Landley, todos conhecidos ativistas na comunidade de desenvolvedores de software livre.
O SFLC alega que o Busybox é utilizado no firmware de produtos que vão de players de Blu-Ray e TVs de alta-definição a câmeras de segurança conectadas à internet, produzidos por empresas como a Samsung, Best Buy, Westinghouse e muitas outras. Como o BusyBox é software livre, não haveria dinheiro envolvido: a única contrapartida que se espera das empresas acusadas, antes que se apele para a via judicial, é divulgar o código-fonte de seu firmware.
Segundo a organização, o processo (em nome de Erik Andersen, um dos desenvolvedores do BusyBox, e da Software Freedom Conservacy, que hospeda o projeto) só foi movido depois que as empresas ignoraram ofertas para uma solução amigável do problema. (via tecnologia.ig.com.br)
Saiba mais (tecnologia.ig.com.br).
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Estranho o argumento deles, já que normalmente o busybox é usado no firmware sem linkar com as aplicações proprietarias.
Me parece a mesma coisa que processar um fabricante de PCs que envie o OpenOffice pre-instalado no HD pedindo para abrir o código fonte de tudo que está no HD, só porque está na mesma imagem…
Penso que o que deve ser compartilhado são as alterações que foram feitas no código do busybox, SE tiver sido feita alguma alteração. As empresas vão começar a olhar melhor ainda para o janelas desse jeito, pelo menos o bill não exige o código de tudo que rode no janelas.
Alguma coisa deve estar mal explanada aí. Ou alguem que entende mais da GPL, explique por favor.
Em resumo, se você distribui código GPL de forma compilada, você deve dar acesso aos fontes, sejam eles modificados ou não.
O caso aqui é exatamente este, o busybox está vindo instalado dentro dos equipamentos mas não existe forma de ter acesso ao código fonte.