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Kurumin NG fez que foi mas não foi e acabou fondo

Após as duas rodadas (1, 2) de ontem, será que agora é o capítulo final?


Às vezes estas histórias continuam além do que esperaríamos…

Segue relato do André0991:

“Conforme foi publicado aqui no Br-Linux, tudo começou com a afirmação do Morimoto de que o projeto “não vingou” num tópico do fórum do Guia do Hardware.

Mais tarde, ele esclareceu um pouco mais as coisas, dizendo que o Leandro havia postado em dezembro no grupo interno da distro que não poderia mais continuar. Sendo que não havia mais nenhum desenvolvedor ativo da distro, ela estava “abandonada”, conforme disse Morimoto no mesmo tópico .

Algum tempo depois, Leandro postou no site do Kurumin-NG que essas afirmações eram apenas “boatos”, e disse: “quando acabar eu serei o responsável por noticiar tal decisão”.

Pois bem, acabou. Ele voltou atrás e disse que realmente o projeto chegou ao fim.

Eis um excerto do que ele disse no site oficial:

“Olá a todos, infelizmente terei que voltar atrás da minha decisão de continuar o projeto Kurumin NG, estou reconhecendo publicamente o meu erro em noticiar que o mesmo iria ser continuado e poucas horas depois anunciar que o mesmo acabou, acontece que não irei suportar a pressão para manter algo onde faço por prazer e não por dinheiro, não adianta nada eu tentar ir pra frente se muitos estão querendo me puxar para trás,

Leandro reconheceu seus erros e reclamou das pesadas críticas que recebeu durante o desenvolvimento do Kurumin NG.”

Enviado por André0991 (andre·peric·tavaresΘgmail·com) – referência (kurumin-ng.com.br).

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75 Comentários para “Kurumin NG fez que foi mas não foi e acabou fondo”

Os comentários são responsabilidade de seus autores, e não são analisados ou aprovados pelo BR-Linux. Leia os Termos de uso do BR-Linux.

  1. Grobsch (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 8:17 am

    Leandro, espero que não desista de ainda usar e participar das comunidades, seja bemvindo como usuário e participante do GoblinX.

    GoblinX, um livecd brasileiro com base Slackware

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  4. Covarde Anonimo (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 8:42 am

    Mas lembressem que terá o remake do Chucky, então é possível ter um remake do Kurumin??? Espero que não.

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  6. Flavio (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 9:15 am

    Já faz algum tempo que não uso o Kurumin ou seus derivativos, não vou entrar no merito da questão de que era ou não uma distribuição Linux, mas agradeço o esforço do Morimoto e da comunidade da época em suportar os famigerados “winmodems” da vida.

    Nem sempre conseguia colocar meu modem para funcionar, mesmo sabendo compilar código fonte e ler alguma coisa em Inglês, imagina um usuario totalmente leigo. O Kurumin foi uma mão na roda quando não usava banda larga, e acredito que a porta de entrada do Linux para muitos dos atuais usuarios.

    Agora a realidade mudou, acho que o Kurumin cumpriu bem seu papel, e que é fora da realidade ridicularizar tanto a distro quanto os seus desenvolvedores.

  7. Vladimir (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 9:20 am

    Queria acrescentar algo: acho que os conflitos entre Leandro e Morimoto estão ganhando uma dimensão muito ampla. Tanto pelo GDHCast quanto pelo Kurumin NG. Tudo isso em um curto espaço de tempo.
    Não vejo isso como algo bom para nenhuma das partes. Fico na expectativa que isso se resolva logo.
    Infelizmente, blogs, fóruns e projetos levam as questões pessoais para uma esfera pública.

  8. Moop (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 9:20 am

    Acho que o Kurumin ainda não deu tudo o que tinha que dar… afinal com essa novela toda o Morimoto poderia até escrever um livro tipo “autobiografia do kurumin”… assim essa confusão toda pelo menos poderia servir para alguma coisa e render algum dinheiro.

  9. Eu da Silva (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 9:21 am

    Rá! Tipo, “o projeto é meu, só meu, e eu que digo quando vai acabar, quem disser o contrário é chato, bobo e feio [mostra a língua]“. Comeu muito palhacitos quanto era criança [2]

    Espero que esse pessoal direcione tanta energia e esforço para fazer algo de útil. O Kurumin teve sua época, até o Morima-san disse que não havia mais sentido continuar. Que descanse em paz.

  10. MDK (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 9:37 am

    \o/

  11. Malvadinho (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 9:50 am

    Augusto,
    Quanta maldade na escolha das fotos que ilustram a materia.
    Voce esta cedendo ao seu lado sarcastico…
    huauahuahuaha

  12. Nando (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 10:03 am

    O Augusto sempre foi sarcástico, vocês é que não percebem hahaha.
    É tudo uma técnica para atrair atenção e aumentar os pageviews. O Augusto é muito bom no que faz, tanto que cá estamos nós, clicando nos links das matérias por causa dos títulos e das fotos.

  13. Grobsch (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 10:05 am

    “Ele disse que não gosta de pressão! Essa sua campanha pra levá-lo pro GoblinX tá ficando muito pesada! Ele vai acabar desistindo… :-)”

    Mas no GoblinX ele vai ficar tranquilo, é só seguir meus conselhos (ordens) sem brigar… heheh… É sempre importante receber mais ajuda apesar de nossos projetos serem muito diferentes…

  14. Benjamim (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 10:15 am

    Acho que este é o caminho certo para o amadurecimento do Linux. Diminuir a quantidade de Distros e aumento da qualidade e da comunidade das grandes Distros. Sem nenhuma dúvida o Kurumin teve um papel muito importante aqui no Brasil, o Carlos Morimoto conseguiu fazer aquilo que a Conectiva não pode. Mas realmente já não existe sentido para o projeto continuar existindo. Acho que o Kurumin-NG ja nasceu morto, pois não era nada mais que um Kubuntu levemente modificado.

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  16. “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé”. 2 Timóteo 4:7

    Parabéns Morimoto pelo trabalho desenvolvido, pelo empenho e esfoço durante todos esses anos. Muito me abençou e me ajudou a resolver uma caminhão de problemas ter utilizado por longa data o Kurumin. Tem construído um legado impressionante.

    God bless you…

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  18. Jorge, cada um escolhe seu parâmetro. Se você preferir avaliar a credibilidade de projetos de código aberto pelo Kurumin NG, creio que nada lhe impede.

    A mim parece que a maioria das pessoas que chega a formar juízo sobre esta credibilidade considera principalmente outros projetos mais representativos.

  19. Fernando Quadro (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 11:06 am

    Concordo com o Augusto,

    Generalizar a credibilidade de projetos open source pelo que aconteceu com projeto KNG, é no mínimo um erro. Pois existem diversos projetos open source, com muita credibilidade.

  20. Rickd (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 11:22 am

    Ele desistiu do Kurumin por causa do MEU comentário aqui no br-linux?

    Piada.. agora um anônimo de Internet é o motivo principal dele não querer mais desenvolver uma distro.

  21. Rickd (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 11:25 am

    E como citei no outro post, não poderia deixar de parabenizar o Morimoto pelo grande trabalho feito com Kurumin. Ele levou o Linux a um novo patamar no Brasil, ainda hoje encontro lan houses com Kurumin instalado.

  22. sblsks (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 11:26 am

    Kurumin NG era desnecessário.

    O Kurumin original revolucionou a maneira dos leigos encararem o Linux. Morimoto é um gênio e fez seu nome em cima do Kurumin, sem ao qual não teria tanta fama, e ao mesmo tempo ajudou muitos a entrar no mundo Linux. Porém, tinha uma maneira muito “fechada” de encarar o projeto, por exemplo, ao mesmo tempo que trazia facilidades para o usuário na questão do modem, no começo do Kurumin, insistia na idéia ridícula de deixar a distro muito reduzida, fazendo com que o usuário tivesse de baixar uma porrada de coisas pela lerdos modems, algo ruim para o próprio Kurumin. (tinha o kokar, eu cheguei a comprar o Kurumin 3.3 e 4.0 com seus respectivos kokares, mas nestes casos eles não funcionaram e eu tive de ficar no forun um bom tempo para solucionar esse problema.)

    Em outras palavras, sua maneira fechada de encarar o projeto, sem aceitar muitas opniões externas, (possivelmente causadas pelas muitas exigências incomodantes e excessivas dos usuários), limitou um pouco uma melhor aceitação do Kurumin, e, essa mesma maneira fechada de encarar as coisas, também, mesmo durante existência do Kurumin, colocou o Kurumin para traz do Biglinux 3.0 que trazia muitas novidades, como o suporte nativo para placas nvídia, (no Kurumin nunca consegui fazer funcionar os drives 3D da nvidia pelos icones mágicos, sempre dava erro, apenas citando um exemplo), suporte nativo aos efeitos 3D, que por sinal rodava até do cd-live, inovação do Big-linux no mundo, na época, efeitos cosmésticos, menus super-organizados, uma administração da distro muito mais aberta e levando em conta a opinião dos usuários, quando possível, etc… O Kurumin original tinha de parar mesmo, senão ia ficar feio, seja este o motivo ou não de o projeto ter parado.

    Quanto ao Kurumin NG, na minha opnião, era totalmente desnecessário, seria como dito acima, “uma reinvenção da roda”, já que existia uma distro muito melhor e bem fundamentada, o Biglinux. Gostei do trabalho do Leandro com o Kalango, porque ele foi esperto e soube dar ao usuário o que eles precisavam na época, uma distro bonita, com muitos programas, etc…, coisa que o Kurumin da época era deficiente, já que era bem reduzido. Mas no caso do KNG, não teria o porque dele. Quantos aos orfãos do Kurumin, em vez de começar um trabalho do zero, seria muito melhor usar algo que já existe e que já tem muita aceitação, como por exemplo, o Biglinux já citado.

    Antes de mais nada, não sou desenvolvedor do Big, não sou fanático, tenho a mente aberta aberta para novas experiências, sem ponto de vista pré-concebido, defendo a liberdade de escolha, gosto dos projetos brasileiros, gosto do trabalho do Morimoto e do Leandro, mas até agora, na minha opnião, o Biglinux é a melhor opção brasileira para substituir o Kurumin, e ainda, faz esta substituição chegando até aonde Kurumin algum chegou.

  23. dk (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 11:40 am

    Essa historia de kurumin nasce/kurumin morre ta dando um ibope foda ein.
    Melhor que a distro morra logo que ficar vivendo de cama, vegetando. Que descanse em paz =]
    Agora esse cara ai do goblinx realmente está pressionando o outro lá que dizem ter feito papelão. Não sei como está o projeto, me lembro quando comprei os dois cds “premium” no site, usei algumas vezes e depois dei de presente. Mas vai que ele entra lá e trai o movimento punk né.

    Mas vai ser dificil de encontrar uma distro nacional fazer o que o kurumin fez e chegar onde chegou!

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  25. Grobsch (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 12:04 pm

    “Agora esse cara ai do goblinx realmente está pressionando o outro lá que dizem ter feito papelão.”

    Ué? Não é pra ter somente uma distro? Então que seja a que tem mais recursos. Tem sempre vaga aqui… O Leandro tem experiência, pode ajudar… Só porque meia dúzia não gosta dele não quer dizer que não possa ajudar…

    O Projeto vai muito bem, obrigado… É, somente, talvez, das distros grandes a menos conhecida… E já faz tempo que a gente sempre conversa em unir forças, não somente o Leandro com também o Bruno (BigLinux), só que eles são fãs de Debian/Ubuntu e eu não gosto dessas distros.. hehe.. então fica complicado..

  26. Alecio Lyra (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 12:27 pm

    Que o Kurumin descanse em paz! Na minha opinião todos cumpriram o seu papel: tanto o Morimoto quanto o Leandro e toda a equipe que ajudou a desenvolver/ divulgar o Kurumin e seus “filhos”.

    Foi graças ao Kurumin que consegui usar pra valer o Linux. A muito tempo atrás não uso mais a distro justamente pela falta de atualizações, então da última que instalei o Kurumin, literalmente dei um dist-upgrade, mudando para o Kubuntu.

    Mais uma vez, agradeço a todos que ajudaram nesse e em outros projetos, mas acredito que deveríamos juntar os nossos esforços e focar a atenção em uma distribuição única, que seja fácil de usar, estável e segura, para que um dia possamos estar enterrando o Windows (que também é bom, mas tem muitos defeitos).

  27. Tarcísio (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 12:29 pm

    Parabéns Leandro pelas boas intenções e pelo belo trabalho realizado até então. Deixemos de remoer o assunto e sigamos em frente.

  28. dk (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 1:06 pm

    Nunca disse que é pra ter somente uma distro, sabendo inovar como muitas distros consideradas novas conseguiram como o gentoo ou o crux por exemplo, é sempre bom novidades. Agora sobre esse Leandro aí eu nem o conheço, sei que contribuiu com o kurumin NG e se não me engano ele fazia o kalango linux ou algo parecido.
    Como voce mesmo disse Grobsch, voce curte slack eles deb, já não precisa falar mais nada né.

  29. [...] que reinventar? Venho acompanhando desde a notícia oficial até a calorosa discussão recentemente iniciada no BR-Linux, sobre o fim do Kurumin [...]

  30. Know it (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 1:37 pm

    O kurumin foi uma “grande” distro brasileira, isso não tem como negar. O Morimoto fez o seu papel de pai e mentalizou aquilo que era necessário para criar um distro, dando suporte para winmodems, etc.

    Só que pecou ( como todo mortal ) em fazer uma distro minimalista ( pra mim é mais uma distro-pen ). Enfim… era a necessidade da época !

    Agora esse Kurumim NG é um fiasco danado, Kubuntu maquiado e cheio de scriptizinho, aaaah tenha dó do Kubuntu !
    Ainda insistem que criar temas, wallpapers, icones mágicos e as firulas todas é desenvolver algo totalmente inovador.

    Acabaram de enterram o que estava morto !

  31. Renato Pereira (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 1:47 pm

    Este Leandro é mesmo uma criança. Depois de tudo ainda fica tentando manter as aparências, apagando os comentários negativos no site e deixando só os que puxam o saco dele. Coisa de criancinha mimada mesmo.

    Leandro Santos, parabéns, você é um ASNO, assim como dito no comentário que você acabou de deletar.

  32. ceti (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 3:11 pm

    Gente, o cara já se desculpou (à maneira dele), tá todo arrependido, meio que deprimido (o que não é nada bom), portanto acho que o pessoal aqui devia parar de ficar chutando o cachorro morto (isto é, o KNG).

    Eu acho que o grande erro do Leandro foi abandonar o Kalango (ele de certa forma concorda com isso) e eu cheguei a dizer no fórum do Kurumin que achava que o KNG não iria prá frente porque o Leandro era muito instável (o que é verdade, afinal ele deve ter uns 20 anos apenas, ainda é um adolescente e uma característica dos adolescentes é não saber ainda o que quer da vida).

    Eu só acho que ele não deve ficar carregando essa carga pelo resto de sua vida (como disse que vai), nem ficar sempre sendo lembrado/cobrado por isso, pois afinal ninguém morreu ou saiu ferido.

    Ele com certeza ainda vai passar por momentos muito mais duros que este e espero, sinceramente, que o que aconteceu sirva para fortalecê-lo e permita que ele atravesse os futuros maus momentos com mais facilidade, humildade e força de vontade.

  33. Douglas Henrique (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 3:18 pm

    A distribuição estava fadada ao fracasso desde o início por não ter metas claras, objetivos futuros e uma base de desenvolvedores forte. O Leandro reclama não ter ajuda de outros desenvolvedores como se o kurumin NG fosse um imã que vai atrair as mentes brilhantes dos quatro cantos do país! Se há poucas pessoas ativas, então por que não foi atrás de pessoas interessadas no projeto? O fato é que o Leandro usou o kurumin NG para se promover já que o kurumin era uma distribuição com grande destaque nacional, foi irresponsável por abandonar a própria distribuição revelando que não acreditava na própria distro. Pergunto-me: “Por que o Leandro não continuou com o Kalango ao invés de abandoná-la e fazer o kurumin NG? Simples! O Kalango não tem uma marca forte perante o público. Quantas pessoas o utilizam afinal? Não adianta dizer que o kalango saiu numa revista de informática de grande circulação se pouquíssimas pessoas o usam.

    Leandro foi traído pela vaidade e conseguiu ver seu nome atrelado ao de Carlos Morimoto, agora, vai para o esquecimento. Assim como Morimoto abandonou o kurumin por falta de apoio da comunidade o Leandro se esqueceu desse problema e achou que o novo nome kurumin NG fosse capaz de conseguir mais desenvolvedores, só que isso não aconteceu…coitado. Como ele caiu no mesmo erro que matou o kurumin?

  34. Benjamin Button (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 3:39 pm

    Leandro, você nasceu velho?

  35. Eden (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 3:46 pm

    Eu também sabia…

    … Morimoto tinha escolhido a pessoa errada para fazer uma distro com o glorioso nome do Kurumin

    Bastava ver como Leandro respondia aos comnetários das pessoas a respeito do Kurumin. Ele é muito revoltadinho.

    Isso leva a outro “Eu sabia”

    Que um dia ele ia insultar morimoto e os dois iam se desintender.

    Morimoto é uma pessoa que adimiro muito pelas coisas que já fez pela comunidade de software livre, pelo brasil, pelo conhecimento das pessoas, pelo lado profissional. Morimoto, não se junte com essa gentalha, GENTALHA GENTALHA!

    Ou Morimoto continua o Kurumin, que dispensa comentários, ou melhor ninguém mesmo.

    Ah, e pra ser Kurumin de verdade, tem que ser baseado no Debian, e não Ubuntu. Mas isso Morimoto já sabe.

  36. Renato Pereira (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 4:15 pm

    Resumindo o caso, acho que o problema todo surgiu da irresponsabilidade do Leandro, que abandonou a distro sem comunicar nada aos usuários, deu chilique quando a noticia foi divulgada por outra pessoa (orgulho ferido) e depois que viu a bagunça que tinha feito, foi obrigado a adimitir o erro.
    Bem fez o Morimoto em esclarecer a situação ao invés de deixar que os usuários da distro continuassem sendo feitos de bobos. Senão ficaríamos igual os usuários do falecido Kalango.

  37. Daniel (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 5:15 pm

    Que bate boca horroroso em cima de um projeto. Ainda bem que a maioria dos projetos Open Source não sofrem destes problemas. O Kurumin deu o que tinha que dá. Mas penso que a extinção de distros Linux seja benéfico para o próprio Linux, para que seja padronizado de vez e emplaque nos Desktops mundiais. :)

  38. [...] 29 29UTC Janeiro 29UTC 2009 por Sinara Duarte Correção do post! Ontem, postei que o Kurumin não tinha morrido, mas parece que hoje Morinoto e Leandro (mantenedores do projeto) de fato assumiram oficialmente a descontinuidade do projeto Kurumin: http://br-linux.org/2009/kurumin-ng-fez-que-foi-mas-nao-foi-e-acabou-fondo/ [...]

  39. esbrolbus (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 5:23 pm

    kakakakakakkakaka !!!!!!!!!!!!!!!!
    é…… já foi tarde mesmo!

  40. Cristiano Ricardo Peixoto Pena (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 5:31 pm

    Eu sou da opnião que se todos focassem seus esforços em apenas uma distro livre (como o Debian por exemplo)nós coneguiriamos no final alcançar resultados magníficos se comparados com os resultados que temos com as distros existentes.
    Mas é uma pena.
    O ser humano pensa diferente, os interesses são diferentes, e o ego também atrabalha.
    No final cada um corre para um lado diferente.
    Triste.
    Tem muita gente que precisava entender que a união é que faz a força.
    No final é lamentável, pois se o que acho fosse o que se faz, acho que hoje em dia nem ouviriamos falar de um tal Windows 7 que vem por ai. (e que diga-se de passagem, estou testando e realmente está melhor que o seu antecessor…)
    Eu realmente espero que exista pessoas que entendam o que quero dizer.

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  43. Cristiano Ricardo Peixoto Pena,

    Não entendo que seja apenas questões de ego, a hipotética concentração numa única distribuição como o Debian por exemplo, que propuseste, encontraria enormes resistências por questões de preferências técnicas e pessoais.

    Particularmente detesto trabalhar com os pacotes *.deb, só mesmo na época áurea do Kuruma lidei com eles gostando cada vez menos, com todo o respeito a quem os prefira, não troco os *.rpm por eles, sempre circulo entre as distros que seguem esse padrão LSB (ESSE SIM TERIA QUE SER MELHOR PENSADO SE SE QUER TRATAR DE PADRONIZAÇÃO).

    Mais, há que se respeitar as distros (e derivadas) que não utilizam estes tipos de “empacotamento”, Slake, Gentoo… O Sabayon, por exemplo, é uma distro que mesmo não sendo *.rpm (minha preferência pessoal e não “egóica”), sempre circula no meu note a cada versão, a acho excelente e serei capaz de optar por ela por algum tempo quando aprender mais sobre o portage seus flags e outras coisas que por enquanto me embananam. Também desejo fortemente conseguir (assumo minha ignorância) usar o Arch um dia.

    No mais, valeu Morimoto, pelo teu trabalho, valeu Leandro, pelo teu também. Essas picuinhas que tanto difundem agora perder-se-ão no tempo e vocês deram e seguramente darão outras grandes contribuições ao SL.

  44. falantenato (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 9:13 pm

    Eu sou da opnião que se todos focassem seus esforços em apenas uma distro livre (como o Debian por exemplo)nós coneguiriamos no final alcançar resultados magníficos se comparados com os resultados que temos com as distros existentes.

    Eu não entendo porque tanta fixação nas distros. O que elas tem demais? São só conjuntos de diversos pacotes…

    Por isso, eu perguntaria no lugar: Por que não contribuir para projetos que são usados independente da distro (kernel, ambientes gráficos, navegadores, etc.)?

    Se estão preocupados com que certo dispositivo seja configurável mais facilmente, por que não melhorar o device driver deles, de forma que seja incorporado no kernel e todas as distros o detectem automaticamente, ao invés de criar scripts para a SUA distro?

    Vamos lá gente, tem muito trabalho a ser feito, e muita coisa a ser aprendida. Vocês não ficam enjoados de ficar fazendo distro o tempo todo? Tá certo que pra aprender é algo divertido, mas depois perde a graça, né. Tem muita coisa legal pra se aprender ao se contribuir para projetos relevantes e ajudar a comunidade.

  45. Cronnosli (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 9:52 pm

    Alexandre_Martins.

    Tenta migrar um servidor funcionando, primeiro em um baseado na Red Hat.

    Depois em um baseado no Debian!

    Depois discutimos qual sistema de pacote é melhor….

    Mas bem… Afinal todos nós Aderimos ao Kurumin, dele fizemos nosso companheiro para todas as horas, desde fazer um pequeno servidor, a um firewall, Roteador Wireless e até mesmo para Recuperar HD’s e Fazer backup, rodando-o do CD.

    ainda lembro saudosamente da época em que usei Kurumin, e do tanto que ele nos ensinou!

    O Morimoto teve toda a Razão, quando o Ubuntu se tornou popular, em descontinuar a sua produção, pois o kurumin não era mais tão necessário.

    O Brasil se tornou o Pais do SL, graças aos milhares que utilizavam o kurumin. Algo que a Conectiva tentou por quase 8 anos e não conseguiu.

    Aprendi a não misturar o NG com o Kurumin, pois o Kurumin já tinha acabado muito antes, que esse Leandro suma e não volte mais a nos incomodar!

  46. O Brasil se tornou o país do Software Livre? E foi graças aos usuários de alguma distribuição específica? Tem alguma referência disso?

  47. Cronnosli (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 10:03 pm

    falantenato

    A questão das Distros é uma questão que envolve Ponto de vista do que “o que é melhor”, e “como fazer melhor”, alem de metodos técnicos!

    basicamente o que envolve em uma construção de uma Distro é:
    a) Um sistema de pacotes
    b) Forma de organizar e distribuir arquivos dentro de seus diretórios
    c) Adaptação de uma Distro maior, para sanar um problema em especifico!

    O ponto de vista da familia Red hat, é diferente da Debian e diferente do Slackware.

    São três maneiras distintas de se organizar um SO, cada um sendo melhor em um ponto do que o outro.

    É isto o que prove ao Linux, como SL, a capacidade de servir a tantas diferentes tarefas, equipamentos e situações que são encontradas no mundo corporativo.

    Eu em particular sempre optei pelo Debian sua filosofia da estabilidade de pacotes, e gerencia de pacotes centralizada!

    Viva La Libertad!

  48. Cronnosli (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 10:05 pm

    Augusto Campos

    Não estou dizendo que foi alguma Distribuição que tornou o Brasil a referência que é hj em SL, estou dizendo que o Kurumin ajudou muito neste quesito, levando a conhecimento de muita gente o Linux.

    Me perdoem se não soube me expressar corretamente! não foi esta minha intenção!

  49. Cronnosli (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 10:14 pm

    Trago algumas referências a minha afirmação quanto ao brasil ser o “Pais do Software Livre”

    http://www.serpro.gov.br/noticias-antigas/noticias-2005-1/20050609_06

    http://info.abril.com.br/aberto/infonews/072004/27072004-5.shl

    http://www.softwarelivre.gov.br/noticias/software-livre-levara-o-brasil-a-outro-patamar/

    http://javafree.uol.com.br/noticia/1849/Brasil-o-pais-do-software-livre.html

    Alem do Caso de adoção do SL em Larga Escala.

    Banco do Brasil.
    Caixa Econômica Federal.
    Casas Bahia.
    Governo.
    Estado do paraná.
    entre muitos outros que não me veem a cabeça agora!

    E não se esqueçam de onde ocorre a FISL !!!

  50. falantenato (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 10:18 pm

    Ainda sou a favor do ponto de que o ato de uma pessoa contribuir para os projetos de software livre em si (ao invés de criar uma nova distro) é mais útil para a comunidade, além de ser mais legal, interessante, prazeroso e desafiador para a pessoa que está contribuindo.

    O trabalho de manter uma distro me parece ser muito entediante e monótono. Tanto que uma boa parte das pessoas que trabalham em grandes distros realizam muitas outras contribuições ao software livre além de contribuir para a distro.

    O que eu quero é encorajar pessoas com o Leandro a trilhar caminhos como o de Marcelo Tosatti, uma pessoa extremamente respeitável, um brasileiro importantíssimo para o software livre, mas que infelizmente é raramente lembrado.

  51. Cronnosli (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 10:25 pm

    falantenato

    entendi, Sou a fovor de enxugar a quantidade de DISTROS existentes, mas temos que ter cuidado para não deixar que morram no processo distro que um dia virão a se tornar alguma coisa.

    Já pensou se alguem com esse pensamento tivesse dito ao Ian Murdock, que não era necessário ele fazer uma distro pq já haviam algumas inclusive o slackware, então seria melhor ele ter ajudado estes, ao invés de se dedicar em sua pequena distro na época “Debian”!

    O mesmo vale para o Ubuntu, Kurumin, SuSe, etc…

    sempre há algo de novo que alguem pode ter a gênialidade de fazer, e algum projeto negar a sua implementação, por não fazer parte de seu escopo, ou ideologia!

  52. sblsks (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 11:22 pm

    falantenato

    gostei de seu comentário, e concordo.

    A menos que haja um conceito, uma boa idéia, algo de diferente e que valha a pena, é perda de tempo criar e manter uma distro que ñ oferece nada de novo ao cenário atual. (minha opnião) Não gosto de ver muitos fazerem uma distro por causa do próprio ego, ou motivos não tão nobres, embora, poder ou não poder fazer é escolha pessoal. Acredito que seria mais produtivo colaborar com softs ou um projeto, mas de preferência não de projetos estrangeiros, mas brasileiro. (apoiar qualquer coisa é muito bom, mas se alguem puder apoiar algo nacional é melhor) O que é lamentável é que muitos brasileiros apoiam softs e projetos estrangeiros, mas lamentavelmente, quando surge algo nacional, tem pouco apoio. É assim nas distros e nos softs. É uma tendência brasileira essa de valorizar só o que é de fora, talvez por causa de nossa própria natureza corrupta, porque sinceramente somos uma raça de ladrões, (é claro há exceções, mas de modo geral…) Mas mesmo assim ainda tem gente muito séria por ai, e que merecem apoio pelo seus atos “heroicos” e isolados. (exemplo: guia-panel, Biglinux, WindowMaker, etc…)

    Mas como defendo a liberdade de escolha, se alguem quizer fazer uma distro, que faça, é direito total dele, e eu, quando tiver algo técnico a colaborar vou tentar colaborar com o projeto Biglinux em vez de fazer uma distro inútil a comunidade.

  53. sblsks (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 11:37 pm

    Alexandre_Martins,

    a Conectiva foi um excelente distro brasileira, a primeira, se não tiver enganado, mas ao contrário do Kurumin tinha foco principal em corporações e não usuários domésticos. Teve muito cara fera trabalhando lá, como o Marcelo Tosatti, um outro que esqueci o nome mas cuja sua contribuição nós usamos no Kurumin com nome de Synaptic, interface gráfica para o apt-get. Então, a Conectiva conseguiu ser muito importante no Brasil sim, depende do ponto de vista, tanto é que foi comprada, e o Kurumin, embora também importante, simplismente parou, e foi descontinuado.

  54. bebeto_maya (usuário não registrado) em 30/01/2009 às 11:42 pm

    Mais o Kurumin NG era (é, será?) um mix de Ubuntu com artwork muito amadora, porque de fato o arte do luciano lourenço do Kurumin era muito superior, com scripts do Kurumin…O kurumin tinha esse foco no usuário leigo, porque bugado por bugado, conseguia ser melhor e mais estável que o Windows XP, sobretudo antes do SP2. Mas quando comparado a outras distros focadas em atividades críticas, era um fiasco. Usar “ícones mágicos” pra configurar um servidor web é realmente o fim da picada. Enfim, creio que o Kurumin foi uma gambiarra importante, que utilizei muito, principalmente na época dos softmodens, mas que foi dragado pela evolução e surgimento de distros como Ubuntu.

  55. bebeto_maya (usuário não registrado) em 31/01/2009 às 12:17 am

    Pelo que li, o Leandro é o típico capitão que abandona o barco antes de todo mundo. Li os posts do GDH, e do Fórum do Kalango. O Leandro começa com aquele gás e vai arrefecendo até o fim. A questão não é largar o projeto, é fazê-lo com extrema consideração pelos usuários e pelas partes envolvidas no desenvolvimento. E parece-me que do ponto de vista ético, o Leandro foi desastroso tanto no NG quanto no Kalango, largou e sumiu do mapa.

    Fala-se muito sobre o fato do projeto ser livre, ser uma doação. Mas isso é bobagem, porque a partir do momento que você se prontifica a participar de uma atividade, seja ela qual for, já arcou com as responsabilidades. Se não estava com gás, por que pegou o projeto? Se queria abandonar, porque não o fez com um comunicado, ou ao menos não repassou para outra pessoa? Pelo que li o Morimoto não em culpa de nada, as tais “asneiras” foram o discurso mais aplicável na situação.

  56. Cronnosli, agora ficou mais claro. Mas sobre as referências que você passou, me parece que elas são daquele período entre 2004 e 2005 quando ainda se falava na adoção do Linux em massa no governo federal, o presidente e membros destacados do executivo federal defendiam o software livre em eventos nacionais e internacionais, etc.

    Aquela adoção prometida na época acabou não acontecendo da forma prometida. Os 5 ministérios que migrariam integralmente não migraram, o efeito que o programa PC Conectado teria sobre a adoção do software livre não aconteceu, etc.

    Hoje temos adoção, integração e desenvolvimento locais sim, tanto no governo quanto na iniciativa privada. Mas creio que não nos destacamos (e certamente não somos “o país do software livre”) nem na adoção ou uso, nem na integração e nem no desenvolvimento.

    Não há dúvida que vários países são origem de bem mais software livre do que aqui, e que (tanto em percentual quanto em números absolutos) não estamos em nenhuma liderança isolada que nos garanta o título. Mas, friso, acho que ninguém está concorrendo a este título, e nem vejo muito sentido em eleger algum país como sendo “o país do software livre”.

    Quanto ao FISL, certamente é um evento popular e conhecido, assim como o são eventos maiores e também dedicados a softwares livres, como a LinuxTag, ou altamente prestigiados como a Linux.conf.au. Não acredito que nenhum deles esteja competindo com os demais, e nem que possa ajudar a conferir ao seu país-sede o título de “país do software livre” ou mesmo “país do Linux”.

  57. Ex - kalango (usuário não registrado) em 31/01/2009 às 1:36 am

    Foi assim com o Kalango 1.0 graças ao ego do Sr Leandro muita gente saiu na época. Até eu. Oo

    Ficou mais uma vez provado – a infantilidade prejudica =[

    kurumin foi um marco do linux no Brasil :D – RIP +_+

  58. Alexandre S. (usuário não registrado) em 31/01/2009 às 5:29 am

    Graças a Deus, não via a hora do vergonha nacional no linux chegar ao final. Para mim a pior distribuição já criada, lembro de quando coloquei ele aqui em casa pela primeira vez, o menu do kde tinha 50 opções de instalações, além do que um visual nunca atrativo, cheio de coisas estranhas, desorganizado. Comemorei quando ele disse que ia acabar o Kurumim, e ae veio esse Kurumin NG que nem vi o cheiro.

    Não faria melhor que o Kurumin, por isso não faço e dou parabens pelo esforço. Mas a frase certa diz.

    “Sabendo que algo vai dar errado, tentar é o primeiro passo para o fracasso”.

  59. MaxRaven (usuário não registrado) em 31/01/2009 às 8:05 am

    Quem dera alguem fazer algo que dure 7 versões cheias e, após anunciar o encerramento, muitos se sentirem órfãos, a ponto de, além de uma versão com a benção, ter muitas outras baseadas nela.

  60. Fulano Detal (usuário não registrado) em 31/01/2009 às 10:45 am

    Leandro é moleque … apenas isso … um dia ele cresce, se não apanhar demais até lá, visto q tem merecido …

    espero q a lenga lenga acabe de vez …

    a carroça tava pendurada no penhasco e um ainda queria sua fama e fazer seu nome com ela… agora o antigo dono deu o ultimo chute na coitada tão mal falada pelas mãos do recente dono, imaturo e MOLEQUE …

    então q a deixem em paz no fundo do penhasco … e refaçam do zero, se empenhando, com maturidade, caso o façam …

    e antes q Leandro ou algum outro venha defende-lo, q esse leandro vá fazer algo constrangedor onde o sol não brilha …

  61. Fulano Detal (usuário não registrado) em 31/01/2009 às 10:47 am

    pois quando um q o conhece fala, é uma coisa, quando muitos falam e mostram provas, não há muito o q defender senão apenas um apelo pela mudança do caráter e humildade por parte do sujeito, q agora segue carreira com nome manchado … e tudo pela molecagem …

  62. Cronnosli,

    Coloquei em questão a (absurda) idéia de uma única distro, não se as baseadas em deb são melhores ou piores que as baseadas em rpm, ainda que eu prefira rpm (não Red Hat) e tu deb, questão de LIBERDADE. Não temos nada que discutir a respeito disso, pelo menos neste tópico.
    Ademais, lembrei até das distros que não utilizam empacotamento, somente com o objetivo de refutar a proposta de concentrar esforços numa única distro. Repito em outras palavras, na minha opinião o LSB é que deve ter mais atenção se queremos pensar em padronizações.

    sblsks,

    Desculpe-me, não entendi porque me falas da Conectiva. Ela foi minha porta de entrada no Linux, usei a distro da versão 3 à 10, em casa e no trabalho, comprando todas as “caixinhas” à época… O Kurumin eu instalava nos computadores dos amigos oriundos do sistema da MS e sempre tinha em mãos um livcd, a mobilidade de então :-), foi extraordinário para sua época.

  63. Marcelo Pereira (usuário não registrado) em 31/01/2009 às 9:52 pm

    Sou mais um que foi sacaneado pelo Leandro com o Kalango, ele fazia a distro cheia de bugs com os repositorios um simples apt-get update inutilizava o sistema, um absurdo! Quando chegava la no forum ele nao respondia ou falava pro usario se virar. Com o Kurumin-NG foi a mesma coisa, esse foi na verdade um “Kalango 2″ pq ele nao queria saber de sugestoes e se preocupava mais com artwork e botao do kbfx que com estabilidade.

    Concordo com o que disseram do KDE-look.. o mérito do cara foi apenas garimpar kbfx, temas e papeis de parede e integrar a distro.. pq a base era do Kubuntu e os scripts e icones magicos herdados de todo o trabalho do Morimoto!

    E é mentira que ele desenvolveu o CCK (Centro de Controle Kalango) ele nada mais fez que pegou um modelo de painel de controle no KDE-apps colocou seus icones, traduziu e linkou todos os scripts do Morimoto ali.

  64. bebeto_maya (usuário não registrado) em 1/02/2009 às 6:21 am

    O CCK, senão me engano, foi feito em Kommander. Como Kommander trabalha com Shell Script, funcionando inclusive no Mac OSX, o Leandro de fato é o autor do CCK, o Kommander não é “um painel” é um IDE pra aplicações interpretadas em Shell.

  65. Flávio (usuário não registrado) em 1/02/2009 às 5:16 pm

    Saiu uma nota sobre o caso no gdh:
    http://www.guiadohardware.net/noticias/2009-01/49821F24.html
    Acho que agora acabou mesmo

  66. ecmotta (usuário não registrado) em 1/02/2009 às 11:00 pm

    O Kurumin cumpriu magnificamente seu papel de introduzir muita gente no mundo Linux. Hoje, com distribuições como o Ubuntu, que automatizou tudo aquilo que nós, leigos em Linux, não saberíamos fazer sozinhos, acredito que o objetivo do Kurumin se esgotou. Ao Carlos Morimoto, minhas sinceras homenagens pela enorme contribuição que deu para o uso do Linux no Brasil. Meu CD do Kurumin 7 vai continuar em lugar de fácil acesso; espero usá-lo ainda, p. ex., para corrigir partições ou testar algum hardware, e quem sabe, matar um pouco a saudade do pinguinzinho com seu cocar verde-e-amarelo.

  67. Um pequeno relato, sobre o Kurumin (vale até o 7): Minha filha, aos 12 anos e com um CD do Kurumin 7, corrigiu um problema criado pelo Windows numa partição FAT32. Ele é fácil de usar, tem as principais ferramentas, e é fácil instalar programas, ao menos aqueles para os quais há um script pronto. Enquanto não aparece coisa melhor, vou continuar usando-o, pois ainda não encontrei uma distribuição que me atenda de forma melhor.

  68. Davi Dalben (usuário não registrado) em 2/02/2009 às 9:01 am

    Não li todos os comentários, porque isso aqui já tá muito longo. Mas não poderia deixar de dar minha opinião:

    Eu já era leitor do Guia do Hardware antes do lançamento do Kurumin (“Aprontei de novo…”). Foi o Kurumin que me deu coragem para abandonar de vez o Windows em casa. Também foi ele que deu as bases de um projeto (infelizmente não implementado) de migração de 300 estações de trabalho de uma empresa para Linux.

    Conheci o Morimoto em uma palestra, lá pela versão 2 ou 3 do Kurumin, e percebi que a distro nunca passaria de um projeto pessoal quando ele foi questionado sobre a possibilidade de criar uma empresa para dar suporte aos usuários do Kurumin: a cara dele foi de espanto, como se isso nunca tivesse passado por sua cabeça. Para ele, a finalidade do Kurumin era ensinar Linux, não facilitar a vida do usuário (apesar de fazer isso).

    Na minha visão mais empreendedora, eu via no Kurumin uma galinha dos ovos de ouro que poderia trazer sucesso ao Morimoto, mas que ele não queria usar (nem matar). Bem, ela acabou morrendo de velhice. Poderia ter feito algumas plásticas e implantes para durar mais tempo, mas esse não era o objetivo de seu criador.

    Usei o Kurumin até a versão 6 e quando percebi que a coisa não ia mais andar com o entusiasmo que havia pelo menos até a versão 4, mudei para Ubuntu (procurei uma distro com uma grande comunidade, pois suporte é essencial).

    Espero que o Morimoto continue com o Guia do Hardware e que tenha tempo para ter outra idéia genial como o Kurumin.

  69. cardoso (usuário não registrado) em 2/02/2009 às 3:49 pm

    O país do software livre? Mesmo que fôssemos, seríamos CONSUMIDORES, não PRODUTORES, dada a mínima existência de softwares nacionais relevantes no nível mundial.

  70. devnull (usuário não registrado) em 4/02/2009 às 8:32 am

    O Kurumim já estava morto a algum tempo (de que outra forma encarar uma distro sem desenvolvedores?), não sei porque as pessoas precisam tanto da “confirmação oficial”.

    O problema não é ter várias distros, o problema é ter várias distros IGUAIS, que fazem a mesma coisa, sem inovações, puramente para promover o ego de uma criatura.

  71. pedrao (usuário não registrado) em 4/02/2009 às 10:19 pm

    OPA!!..O kurumin foi uma bela distro e foi a minha introdução ao belo mundo do linux, mas infelizmente ela acabou. Gostaria de parabenizar todos os desenvolvedores da distro, devo à esta distro e ao site da mesma grande parte do que sei hoje.

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  73. sblsks (usuário não registrado) em 5/02/2009 às 8:39 pm

    Alexandre_Martins,

    o que eu quero dizer é o seguinte:
    a Conectiva Linux não tinha foco principal no usuário doméstico e por isso não teve alcance como o Kurumin, seu foco principal era corporativo e nisso ela foi bem sucedida, e me desculpe se me enganei, mas tive a impressão de vc tê-la colocada em uma perspectiva negativa e eu achei justo salientar esse ponto porque a Conectiva também foi um marco do Linux no Brasil. No meu caso a Conectiva Linux foi a minha primeira distro e lamento o final dela.

    O Kurumin foi muito bem sucedido nos computadores domesticos apesar dos pesares

  74. Ronaldo (usuário não registrado) em 6/02/2009 às 10:51 am

    É uma pena, o Kurumin por muito tempo serviu para muitos se aproximarem o Linux, eu preferiria ver fo fim do Ubuntu do que o do Kurumin, mas infelizmente, parece que para muitos, é apenas modismo, daqui a pouco irá surgir uma outra distro e o Ubuntu ficará escanteado

  75. devnull (usuário não registrado) em 6/02/2009 às 12:59 pm

    > eu preferiria ver fo fim do Ubuntu do que o do Kurumin

    Quanto rancor :)

    O Kurumim não morreu por causa do Ubuntu, então esse rancor é meio irracional.