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Eric Raymond opina sobre situação das licenças “recíprocas”

“Em recente conferencia em grupo de usuarios Linux (grupo de usuarios linux de long island – http://lilug.org/) Eric Raymond levantou ponto que é bastante controverso: “.. a GPL e outras licenças recíprocas há muito já não são mais necessárias, uma vez que causam mais maleficios do que beneficios à comunidade”. A opinião expressa é herética? então leia o resto do artigo ;)”

Enviado por irado furioso com tudo (iradoΘsafe-mail·net) – referência (dotcommie.net).

• Publicado por Augusto Campos em 26/03/2009 às 1:00 pm
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Comentários dos leitores para “Eric Raymond opina sobre situação das licenças “recíprocas””

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  1. marcosm (usuário não registrado) em 26/03/2009 às 2:25 pm

    Primeiro é importante dizer, pra quem não leu em Inglês, que Eric Raymond não chamou GPL de viral, foi o comentarista da entrevista que chamou assim. Raymond chamou elas de Reciprocas.

    Em segundo lugar, como o comentarista bem demonstrou no final, os argumentos de Raymond não se sustentam em uma colocação prática. Em resumo, ele diz que as empresas não teriam vantagem econômica de fechar um produto já aberto, mas existem vários exemplos disso acontecendo com licenças BSD.

  2. André Caldas (usuário não registrado) em 26/03/2009 às 2:26 pm

    A única coisa que Eric Raymond vê, são os aplicativos já bem consolidados. Em especial o kernel Linux. Certo dia, seu colega Linus descobriu que não tinha tanto controle sobre o licenciamento de seu filho. O Linus mesmo não se importa com drivers proprietários, por exemplo. De fato, me parece que ele até prefere que se possa fazer drivers proprietários, para facilitar a popularização do kernel Linux. Pra mim parece muito natural que a estas alturas do campeonato, Eric e Linus, acreditem que a GPL mais atrapalha. Atrapalha os interesses pessoais de ambos, porque o kernel não pode ser totalmente relicenciado sob outra licença que não a GPL 2.1.

    O único problema é que os argumentos de Eric Raymond se aplicam (se é que se aplicam) apenas a softwares já bem consolidados. Não se aplica a pequenos projetos, como um dia foi o Kernel.

    André Caldas.

  3. Tem razão quanto à nomenclatura, Marcos. Vou editar o título para refletir isso.

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