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Conhecendo melhor algumas opções de licenciamento livre

“Decidir lançar um software sob os termos de uma licença de software livre é um passo importante através do qual muitos programadores se aproximam pela primeira vez da comunidade do software livre. Só que a enorme quantidade de licenças disponíveis às vezes pode confundir e desorientar o usuário, tornando o primeiro passo muito mais difícil do que deveria ser. Vamos tentar clarear as coisas. ”

Enviado por Julio Cesar Bessa Monqueiro (julioΘgdhpress·com·br) – referência (guiadohardware.net).

Leia também uma crítica a este texto publicada nos comentários pelo leitor Jack Ripoff.

• Publicado por Augusto Campos em 4/03/2009 às 12:00 pm
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Comentários dos leitores para “Conhecendo melhor algumas opções de licenciamento livre”

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  1. Victor (usuário não registrado) em 4/03/2009 às 12:03 pm

    Acho que a maior dificuldade do licensiamento como software livre hoje é que empresas usam partes de códigos de outras empresas que usam o código fechado, e as vezes teria que reescrever grande parte do programa para o tornar utilizável sem essas partes proprietárias.

  2. Chato (usuário não registrado) em 4/03/2009 às 12:39 pm

    > licensiamento
    licenCiamento

  3. Comentário moderado positivamente pelos leitores: 42168
    Jack Ripoff (usuário não registrado) em 4/03/2009 às 2:46 pm

    Meu Deus, quanta desinformação!

    Em primeiro lugar, o autor aparenta confundir patentes com direitos autorais, pois licenças de software livre são licenças de direitos autorais e não de patentes.

    Depois o autor afirma que as patentes geram um “modelo fechado” e que itens patenteados são distribuídos com licenças que proíbem engenharia reversa de modo a impedir o mecanismo de funcionamento do item. Isto está completamente errado: patentes são documentos públicos e abertos que qualquer um pode ler! Não há nenhum conhecimento sendo escondido, o funcionamento dos mecanismo é descrito nas patentes e elas podem ser lidas por qualquer um. Você só é proibido de usar esse conhecimento sem uma licença.

    O problema das patentes de software é que elas tornam impossível a criação de software livre: se o seu software infringe uma patente, então para poder distribuí-lo você precisa obter uma licença para usar a patente. Por exemplo, ninguém pode (poderia) criar um software que dispare uma funcionalidade diferente para um clique-duplo sem uma licença porque a Microsoft detém a patente do clique-duplo (acho que deu para entender como essa história de patentes de software é ridícula com esse exemplo).

    Para finalizar, o autor cita como “caso de estudo” (não seria “estudo de caso”?) uma situação que não tem nada a ver com licenças de direitos autorais, e sim com marcas registradas. Isto é, o autor conseguiu confundir no mesmo artigo três coisas completamente diferentes: patentes, direitos autorais e marcas registradas.

    Eu posso comentar também sobre como o autor levantou com realce a questão da diferença entre “código aberto” e “software livre” só para depois não explicá-la, preferindo indicar um outro artigo como referência. Mas esse artigo tem um problema: ele é totalmente parcial e enviesado (a começar pelo título que alega “Isto é melhor que aquilo”, como se fosse um fato), pois foi escrito por um militante de um dos lados. Sem falar que a leitura desse artigo pode causar sérios danos cerebrais resultantes da lavagem que ele pretende fazer, redefinindo termos de acordo com a conveniência do autor.

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