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Vivalinux com ar: Saiu o beta do gNewSense 2.0, distribuição ultra-ortodoxa apoiada pela FSF

“Já está disponível a versão Beta do gNewSense 2.0, a distribuição ultra-ortodoxa apoiada pela Free Software Foundation baseada no Ubuntu mas que não inclui nenhum componente que seus mantenedores não considerem completamente livre.

O novo gNewSense agora se baseia no Ubuntu Hardy LTS, mas tem modificações, como a remoção do Firefox, substituído pelo Epiphany, e a ausência do GLX.”

Enviado por Gogo Yubari - referência (vivalinux.com.ar).

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75 Comentários para “Vivalinux com ar: Saiu o beta do gNewSense 2.0, distribuição ultra-ortodoxa apoiada pela FSF”

Os comentários são responsabilidade de seus autores, e não são analisados ou aprovados pelo BR-Linux. Leia os Termos de uso do BR-Linux.

  1. Mr. Garone, via Rec6 (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 3:26 pm

    Vivalinux com ar: Saiu o beta do gNewSense 2.0, distribuição ultra-ortodoxa apoiada pela FSF…

    %CJá está disponível a versão Beta do gNewSense 2.0, a distribuição ultra-ortodoxa apoiada pela Free Software Foundation baseada no Ubuntu mas que não inclui nenhum componente que seus mantenedores não considerem completamente livre….

  2. Um restrocesso, mas é apenas minha opinião…

  3. Rafa Knela (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 3:43 pm

    Eu acho uma completa inuilidade

  4. Revoltado (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 4:28 pm

    timm em 30/04/2008 às 3:31 pm

    Um restrocesso, mas é apenas minha opinião…

    Blog errado para “trollagens” cara.

    Você não estava procurando por: meiobit.com ?
    Aliás é “retrocesso” e não “reStrocesso”. Sem ofensas ;-)

  5. foobob (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 5:02 pm

    Talvez fosse mais útil se concentrar em escrever drives livres para as placas aceleradoras mais usadas do que ficar criando distros cuja maior feature é a AUSÊNCIA DE ALGUMAS FEATURES. Isso eu posso fazer na mão, removendo os pacotes do Ubuntu.

  6. Rafa Knela (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 5:23 pm

    Mas é uma falta do que fazer…

  7. Avelino Bego (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 5:47 pm

    Pois é: esses aí são alunos graduados em MBC: Meiobit Certified.
    Além de escreverem errado….

  8. foobob (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 6:21 pm

    Não gosto do 1/2bit, obrigado. Se também puder contra-argumentar o que eu disse sem ad-hominem, agradeço.

  9. com (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 8:02 pm

    Bom to baixando pra ver como é que se comporta esta nova versão do gnewsense. Agora eu concordo com o timm, afinal o gnewsense não trouxe nada de novo, a não ser a “ausência” de software “suspeitos” (não livres). Inclusive estou baixando pra saber se o gnewsense tem suporte ao MONO, afinal mono é software livre, apesar de ser reimplementação de software proprietário.

    No mais, no ubuntu também é possível retirar todos os drivers proprietários, e ainda usar suporte 3D (se você tiver chipset intel)

  10. Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 8:16 pm

    “No mais, no ubuntu também é possível retirar todos os drivers proprietários, e ainda usar suporte 3D (se você tiver chipset intel)”

    Exatamente. O mesmo vale pro Mandriva, Debian e pra maioria das outras distros. Existe um comando no Debian chamado ls alguma coisa (acho que é lsf, não lembro) que lista todos os pacotes não livre de acordo com a FSF, seria só removê-los e viver sem eles (ou procurar alguma alternativa que possa substituí-los)

    Também não considero avanço uma distribuição sem alguns recursos, mas que atenda ao conceito de livre da FSF. De qualquer forma, quem prefere uma distro dessas, não deixa de ser uma opção.

  11. com (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 8:36 pm

    Complementando meu comentário anterior, a idéia da criação de uma distribuição restrita aos ideais da FSF não é negativa em si, apesar de dificultar a vida dos usuários por não ter os tais softwares não livres. Mas fica uma pergunta: por que a FSF não se esforça com o mesmo empenho na conclusão do HURD?

    Estou há anos aguardando esse núcleo, e já cheguei a usar uma versão livecd, a ’superunprivileged’, que era até funcional, mas sem ambiente gráfico. Pesquisei um pouco e vi algunas telas rodando o gnome e o kde no HURD/Gnumach, mas e então, por que não houve progressos notáveis?

    Acho que a FSF gasta muita energia com gritos contra quem usa ou implementa software proprietário nos sistemas linux, e o gnewsense é um produto dessa ‘gritaria’, mas por outro lado não conclui o HURD, que em teoria, possuiria características mais avançadas que outros sistemas unix-like , ou seja, seria um “outro unix”.

  12. Bem, no passado o pessoal do GNU deve ter ouvido coisas semelhantes com o que vocês disseram acima, mas hoje em dia todos usam os softwares que eles criaram.

    Interessante né?

  13. com (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 9:34 pm

    Bom estou rodando o novo gnewsense, e o que ficou melhor foi a aparencia do papel de parede. E pela falta do aiglx nao e possivel habilitar o suporte 3D.

    Essa falta na minha opiniao e lamentavel e nao justificavel, afinal, por que nao o aiglx e manter o MONO na distribuicao? Se a intencao do gnewsense e ser realmente `puro` a inclusao do MONO foi seu pecado capital, uma vez que manteve software controverso que esta sob gpl e retirou-se sofware de `conveniencia` (AIGLX) e mas altamente bem-vindo pela comunidade.

  14. com (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 10:00 pm

    Complementando, por ironia, o gnewsense possui a aba `visual efects` em que seria possivel habilitar o suporte 3D. Mas, como nao possui o aiglx instalado, esta opcao esta completamente nao funcional.

    Retomando as criticas do timm, os criadores do gnewsense nao tiveram nem o trabalho de alterar as configuracoes padrao do gnome que vem no ubuntu, simplesmente fizeram um apt-get autoremove e retiraram os tais `softwares irregulares` com a gpl.

    E a proposito, como considero o MONO um software com problemas morais, executei:

    apt-get autoremove –purge mono-runtime mono-common libmono0

    Reading package lists… Done
    Building dependency tree
    Reading state information… Done
    The following packages will be REMOVED:
    f-spot* libart2.0-cil* libflickrnet2.1.5-cil* libgconf2.0-cil*
    libglade2.0-cil* libglib2.0-cil* libgmime2.2-cil* libgnome-vfs2.0-cil*
    libgnome2.0-cil* libgtk2.0-cil* libgtkhtml3.16-cil*
    libmono-addins-gui0.2-cil* libmono-addins0.2-cil* libmono-cairo1.0-cil*
    libmono-corlib1.0-cil* libmono-corlib2.0-cil* libmono-data-tds1.0-cil*
    libmono-data-tds2.0-cil* libmono-security1.0-cil* libmono-security2.0-cil*
    libmono-sharpzip0.84-cil* libmono-sharpzip2.84-cil* libmono-sqlite2.0-cil*
    libmono-system-data1.0-cil* libmono-system-data2.0-cil*
    libmono-system-web1.0-cil* libmono-system-web2.0-cil* libmono-system1.0-cil*
    libmono-system2.0-cil* libmono0* libmono1.0-cil* libmono2.0-cil*
    libndesk-dbus-glib1.0-cil* libndesk-dbus1.0-cil* mono-common* mono-gac*
    mono-jit* mono-runtime* tomboy*
    0 upgraded, 0 newly installed, 39 to remove and 0 not upgraded.
    After this operation, 53.3MB disk space will be freed.
    Do you want to continue [Y/n]?

  15. Com,

    Mesmo usuário Linux convicto, de fora da OpenSource vejo o quanto as pessoas perdem o senso crítico. Não foi o seu caso =)

    Att.,
    Lucas Timm.

  16. Douglas Augusto (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 11:44 pm

    foobob (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 5:02 pm

    > “Talvez fosse mais útil se concentrar em escrever drives livres para as placas aceleradoras mais usadas do que ficar criando distros cuja maior feature é a AUSÊNCIA DE ALGUMAS FEATURES. Isso eu posso fazer na mão, removendo os pacotes do Ubuntu.”

    Mas veja, fundamental para escrever drivers livres para placas aceleradoras é a existência de especificações sobre o hardware. Os fabricantes das placas aceleradoras mais usadas não disponibilizam tais especificações, portanto é virtualmente impossível produzir uma versão livre–comparável à proprietária–nessas condições.

    Como se não bastasse, os usuários dos drivers proprietários de placas aceleradoras–esses mesmos que criticam o projeto gNewSense–estão não apenas *não contribuindo* para a escrita de drivers livres como dificultando-as à medida que apóiam e reforçam a estratégia dos fabricantes de não fornecer especificações.

    Logo, antes de criticar aqueles que fazem em prol da liberdade exigindo que “sejam mais úteis”, verifique em que *você* colabora para o SL, e mais grave, verifique se além de não contribuir você está ao invés minando o movimento–como no caso do uso e promoção de drivers proprietários.

    PS: Software proprietário não é “feature”, é “bug”.

  17. Douglas Augusto (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 11:56 pm

    com (usuário não registrado) em 30/04/2008 às 8:36 pm

    > “Mas fica uma pergunta: por que a FSF não se esforça com o mesmo empenho na conclusão do HURD?”

    Porque o Linux é livre e bom o suficiente. Direcionar maciçamente esforços para o HURD teria pouco efeito em prol da liberdade do usuário; mesmo que tenha uma arquitetura mais avançada, na prática as tecnologias do HURD (quando completo e maduro) não trariam benefícios proporcionais ao investimento.

    No momento é mais interessante para a FSF aproveitar o esforço do Linus et al., adotando seu núcleo, e ao mesmo tempo garantir que a distribuição construída sobre o Linux, GNU e demais softwares preservem a liberdade do usuário–este é o propósito da gNewSense.

  18. self_liar (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 2:03 am

    Pessoal ,o objetivo do newsense não é ser a melhor distro do mundo.O objetivo dela é mostrar quais softwares sao proprietários e então substituí-los por pacotes livres.Ela serve pra diminuir a banalização do uso dos pacotes proprietários.Finalmente ,ela tem a função de mostrar para o usuário o que falta, bem como abrir a mente do usúário para que ele perceba que as pessoas estão incluindo softwares proprietários de forma tanto arbitrária e imperceptível.

    A gnewsense tb serve para acabar com o loop infinito dos drivers proprietários e por a liberdade acima disso.E fazer que as pessoas nao esquecerem de que tecnologia sem liberdade dá estrago.
    Ex: Fulano tinha uma placa com driver livre.Ai ele compra uma nova ,mas vem com o driver fechado.Ai um grupo faz a implementação aberta ,mas ai o fulano denovo compra uma placa mais nova com o DRIVER FECHADO!

    No fim da história Nunca teremos liberdade se as pessoas nao a exercem direito.As pessoas deveriam pesquisar que hardware comprar e que ele ofereça drivers livres.

    Por mais que aparecam drivers livres ,de nada adiantára se o usuário persiste comprar produtos de tecnologia fechada em vez de comprar produtos de tecnologia aberta.

    O que eu quero dizer é que ele tem que deixar de lado quantos polígonos uma placa de vídeo pode fazer e prestar mais atenção aos drivers que ela possui.

    E isso com certeza é mais importante do que uma placa com maior poder de processamento.

    A gnewsense é uma questão de estratégia.É uma tentativa de reforçar o movimento e mostrar esses problemas que eu citei acima.

  19. Se o pessoal das antigas fosse acomodado, aceitando as coisas como elas são, jamais teríamos todo esse software livre e de qualidade que aí está. O pessoal hoje só tem um sistema operacional livre porque no passado, várias pessoas quiseram fazer valer a liberdade no software.

    Alguém aí se dá por contente com qualquer software só porque ele está disponível? Então está com a memória fraca. Vou dar uns exemplos:

    Flash Player: agorinha mesmo, se você abrir um vídeo do Youtube em tela cheia, seu PC vai abrir as pernas. Abra várias abas com páginas contendo animações em flash e veja o consumo de CPU indo as alturas. É uma bug e está aí a meses sem conserto;

    Driver da Nvidia: a última versão está com um bug na aceleração 2D, deixando algumas máquinas lentas. O driver da ATI também não é bom e sofre de vários problemas de compatibilidade com jogos e bugs diversos. E a instalação de nenhum os dois é prática como poderia ser;

    Driver de impressora Lexmark Z600 series: só está disponível em RPM para Redhat, tendo-se de fazer alguns malabarismos pra instala-lo no Opensuse (também RPM) e nas distros derivadas do Debian.

    Viram como é confortável depender do software proprietário? Quando você tem um problema e a empresa por trás dele não tem interesse em te ajudar, você fica num mato sem cachorro. É por isso que é importante darmos valor ao que é livre. Enquanto aceitarmos que as empresas continuem nos empurrando qualquer coisa, os casos acima continuarão acontecendo, e a gente continuará levando na *****

  20. Ricardo Carraro (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 3:22 pm

    É Clésio, disse tudo agora! Não é de hoje que admiro muito seus comentários. Parabéns.
    Voltando ao assunto do post, mais uma vez confirmamos que o brasileiro tem memória curta, se esquece das coisas do passado (até da própria origem), mas de futebol e novela todo mundo lembra. Isto é muito grave pessoal.
    Até sobre política os poderosos conseguiram convencer o povo de que eles são a autoridade máxima e que nós não temos força pra mudar as coisas. Nossa juventude não tem interesse algum em política devido a isso.
    Pessoal, vamos criticar menos e programar mais, vamos alimentar o Linux com códigos e não com críticas, pois a própria comunidade queima o filme do SO. Não sou ninguém para falar, sempre trabalhei com suporte técnico e estou criando meu primeiro “hello world” agora, um dia quero ser um grande programador e tenho isso como meta. Ah, e de preferência vou criar meus softwares totalmente “livres”.
    Outra coisa, temos que parar de criticar o jeito de escrever das pessoas, se você leu e conseguiu entender o que a pessoa disse beleza, agora se não entendeu, peça gentilmente para a pessoa corrigir, pois do jeito que estão fazendo, está parecendo que são os “donos da verdade”, que já “nasceram sabendo” e que são os “sabe-tudo” da turma. Se liguem, porque ao invés de passar a impressão de que vocês são “os bons”, na verdade, esta atitude está fazendo vocês se passarem por “ridículos”.
    Humildade e respeito ao próximo são princípios básicos da humanidade.

    Abraços

  21. Se o pessoal das antigas fosse acomodado, aceitando as coisas como elas são, jamais teríamos todo esse software livre e de qualidade que aí está. O pessoal hoje só tem um sistema operacional livre porque no passado, várias pessoas quiseram fazer valer a liberdade no software.

    Alguém aí se dá por contente com qualquer software só porque ele está disponível? Então está com a memória fraca. Vou dar uns exemplos:

    Flash Player: agorinha mesmo, se você abrir um vídeo do Youtube em tela cheia, seu PC vai abrir as pernas. Abra várias abas com páginas contendo animações em flash e veja o consumo de CPU indo as alturas. É uma bug e está aí a meses sem conserto;

    Driver da Nvidia: a última versão está com um bug na aceleração 2D, deixando algumas máquinas lentas. O driver da ATI também não é bom e sofre de vários problemas de compatibilidade com jogos e bugs diversos. E a instalação de nenhum os dois é prática como poderia ser;

    Driver de impressora Lexmark Z600 series: só está disponível em RPM para Redhat, tendo-se de fazer alguns malabarismos pra instala-lo no Opensuse (também RPM) e nas distros derivadas do Debian.

    Viram como é confortável depender do software proprietário? Quando você tem um problema e a empresa por trás dele não tem interesse em te ajudar, você fica num mato sem cachorro. É por isso que é importante darmos valor ao que é livre. Enquanto aceitarmos que as empresas continuem nos empurrando qualquer coisa, os casos acima continuarão acontecendo, e a gente continuará levando na *****

    Pois é Clésio, mas a maioria aqui do BR-Linux só se importa com o “di grátis”. Eles não dão a mínima para a liberdade e a flexibilidade que o SL nos fornece.

  22. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 5:52 pm

    Pois é Clésio, mas a maioria aqui do BR-Linux só se importa com o “di grátis”. Eles não dão a mínima para a liberdade e a flexibilidade que o SL nos fornece.

    Muito bem, Freedom, você encontrou sua distribuição de escolha: gnewsense. Aproveite e desenvolva todos os programas que estão faltando, e como devem ser necessariamente gpl, não se esqueça de liberá-los para que todos possam utilizar e reportar bugs.

  23. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 6:15 pm

    Se o pessoal das antigas fosse acomodado, aceitando as coisas como elas são, jamais teríamos todo esse software livre e de qualidade que aí está. O pessoal hoje só tem um sistema operacional livre porque no passado, várias pessoas quiseram fazer valer a liberdade no software.

    E quem foi que desvalorizou o SL? Eu pelo menos só argumentei que se a FSF quisesse realmente preservar TODA a liberdade dos usuários faria mais do que reformular suas licenças e ‘gritaria’ menos aos quatro ventos, e concluiria de uma vez quase mítico HURD.

    O trabalho no desenvolvimento da FSF é altamente louvável e reconhecido por todos, afinal o GCC, binutils, glibC,.. bash.. entre tantos são as bases do sistema linux moderno. Mas parece que eles acharam que isso já era suficiente, e não completaram o desenvolvimento do fundamental, ou seja, do kernel para administrar seu sistema não UNIX (GNU).

    Lembro-me que desde o começo eles ficaram com “preguiça” de fazer esse trabalho, e depois que abandonaram o TRIX, resolveram utilizar uma versão livre do Mach e trabalharam nessa versão movendo os principais serviços do kernel (FS, IPC…) para o ‘user space’. Mas quando souberam que um outro ‘clone’ do UNIX estava funcional (linux) resolveram praticamente abandonar seu ambicioso projeto para tentar ‘fazer suborno’ nos desenvolvedores do kernel (por causa do uso das ferramentas GNU), exigindo que o sistema se chamasse GNU/Linux. Anos mais tarde tentaram portar o HURD para o L4 mas sem sucesso. Mesmo assim não tentaram construir uma outra base do seu ‘multiserver’, continuam apenas procurando outra ‘cobaia’ para enfiar em cima o HURD.

    E o desgosto pela incapacidade de construir seu próprio kernel faz com que hoje lance maldições contra os usuários e empresas que desenvolvem/usam drivers e programas proprietários, uma vez que eles não estão sob gpl e ficam fomentando ‘disribuições’ com poucas funcionalidades para os modernos computadores de hoje em dia. E qual a desculpa? Os drivers são proprietários e devemos proteger os usuários.

    Certamente eles não querem saber se uma abertuda de driver de video não vai expor a empresa para concorrência desleal, nada disso, se preocupam apenas com o licenciamento, mas não com um licenciamento qualquer, com o SEU LICENCIAMENTO. E o mesmo que querer expropriar o desenvolvimento de tecnologias alheias sob o manto do bem-estar coletivo, uma vez que a FSF criou sua licença para evitar que seus programas saíssem de seu controle. Agora faz nova chantagem excluindo programas que usam licenças que possiblitam as corporações terem o controle sobre seus softwares.

    Acho melhor que a FSF relicencie seus programas sob BSD e termine o HURD para ter MORAL para exigir uma coisa dessas.

  24. Até agora todos os bugs mais significantes nas distros que eu uso vêm sido causados ou pelo plugin do Adobe Flash, ou pelos drivers da minha placa ATI. Tentar criar uma distribuição totalmente livre dessas ferramentas de modo a incentivar o uso de software realmente livre é uma idéia significativa. Se alguém prefere ter funcionalidades ao custo da liberdade, há inúmeras distribuições que compartilham de sua idéia, não há motivo para agredir aqueles que preferem um sistema mais livre e certamente mais estável. Não há Ubuntu Christian Edition para os cristãos? E Satanic Edition para satanistas? Ou o Muslim Edition para muçulmanos? Deixe que cada grupo de usuários com interesses divergentes escolha os pacotes que necessitarem (e lhes interessarem) em suas distribuições, não é porque Ubuntu é a distribuição da moda que ela irá conseguir atender a todos os gostos, e nenhuma outra conseguirá.

  25. A FSF ou o Richard Stallman não podem sequer tossir sem vir um exército de xiitas ultra-ortodoxos neo-liberais criticando e ridicularizando suas ações.

  26. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 6:33 pm

    A FSF ou o Richard Stallman não podem sequer tossir sem vir um exército de xiitas ultra-ortodoxos neo-liberais criticando e ridicularizando suas ações.

    Se você não se considera parte desse grupo, talvez possa ajudar a FSF a concluir o HURD. Aí sim, pode atirar chumbo em todo mundo que criticam as “tosses” da FSF ou RMS.

  27. self_liar (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 7:38 pm

    Será inutil ,mesmo com o HURD, se as pessoas insistem em utilizar drivers proprietários.

    Se com linux as pessoas já usam monte de coisas fechadas ,com o HURD nao fará a diferença

    A FSF não quer primeiramente melhores softwares,mas sim a liberdade em primeiro lugar.

    Não adianta,as pessoas devem mudar seus hábitos.
    Devemos dizer Não aos drivers fechados.Por isso a GnewSense existe.

    Quem compra hardware fechado,incentiva mais ainda os fabricantes produzirem drivers proprietários.
    E olha que so compra quem quer.

    Não adianta,as pessoas devem por a liberdade acima da tecnologia,pois sem ela ,a tecnologia estraga a sociedade.

    Pra falar a verdade,não preciso de quase nenhum programa fechada.Até mesmo eu compilei o gnash e já é o suficiente para ver vídeos.

    Sempre haverá software proprietário,mas não significa que as pessoas são obrigadas a utilizar.

    Eu nao preciso daquela tralha todo que as pessoas utilizam ilegalmente.

  28. Se o pessoal das antigas fosse acomodado, aceitando as coisas como elas são, jamais teríamos todo esse software livre e de qualidade que aí está.

    De fato. Vamos imaginar o seguinte: em 1984, Richard Stallman, aluno do MIT, fica descontente porque um programa escrito por ele foi usado em um projeto proprietário. Insatisfeito com isso, ele resolve criar um Unix livre, chamado GNU. No entanto, as pessoas ao seu redor dizem: “Deixa isso, o importante não é a licença, o importante é que o programa funcione.” Stallman concorda e desiste de seu projeto.

    Resultado: Hoje, o Linux, se é que existisse, seria apenas um modelo usado em salas de aulas. Todos usariam os programas da Microsoft e, quando faltasse luz, teríamos que esperar longos minutos até o fim do Scandisk na unidade C:, pois não haveria ninguém que motivasse a Microsoft a dar algo melhor para seusu usuários domésticos. Não haveria liberdade, mas ninguém se importaria com isso.

    Um restrocesso, mas é apenas minha opinião…

    O GNewSense é, antes de tudo, uma manifestação cultural que deve ser respeitada.

    Retrocesso, Sr. Timm, são os usuários de software livre terem que usar Wine porque precisam de um programa que não funciona no seu sistema.

    Retrocesso são os usuários de software livre terem que manter um dual boot porque precisam de um programa que não funciona em sua distribuição de nenhuma forma e seu uso é vital na escola ou trabalho.

    Retrocesso são empresas que fazem programas e drivers apenas para um sistema operacional porque acham que todos os usam.

    Retrocesso são pessoas que pensam que lutar pela Liberdade é um retrocesso.

    E eu afirmo: no Brasil, não existem usuários de software livre! Vocês podem achar que enlouqueci, mas é verdade. O que define um usuário de software livre não é o fato dele usar software livre mas, sim, o fato dele não usar softwares proprietários. No momento em que eu uso um programa, driver ou codec proprietário, eu deixo de ser um usuário de software livre.

  29. O Gnash consegue ser pior que meu Flash Player em Linux 64 bits by NSPluginWrapper. E volta à tona aquela questão: Usar o driver proprietário ou ficar sem hardware? Honestamente, prefiro mil vezes a primeira alternativa. Agora, quem aqui usa processadores SPARC? Eu acredito que os libertários de plantão deveriam adquirí-los, visto que os processadores x86 atuais (e demais hardware) são todos construídos com tecnologias proprietárias… Aliás, e muito bem construídos, diga-se de passagem. O software é “livre”, e o hardware? Ninguém lembra? Ou então, que a tecnologia envolvida nisso também nunca foi feita por comunidades, mas sempre por empresas, cheias de patentes para todos os lados?

    Acredito, sem qualquer sombra de dúvidas, que a OpenSource é a melhor forma atualmente de desenvolvimento de software, mas sem jamais desprezar o software proprietário, e sem o envolvimento de questões morais como aqui foi exposto. Existem vários exemplos de softwares OpenSource que fazem MUITO sucesso atualmente (FireFox, Blender, Apache, Eclipse, PostgreSQL)… Agora, o termo de licenciamento desses softwares que citei é o de menos para os usuários de fora da comunidade, e os programadores simplesmente desenvolvem bem, e se ajudam! Isso funciona.

    Por outro lado, temos uma penca de softwares proclamandamente e religiosamente OpenSource que nem chegam numa versão usável, só ficam ocupando espaço nas storages do SF.net. Coinscidentemente ou não, o caso do HURD! Qual a vantagem de informar ao mundo que existe uma alternativa livre e todo aquele blá blá blá sendo que tal software não supre a necessidade dos usuários, é cheio de bug, ou o desenvolvedor(es) fica sem tempo e abandona o barco?

    Assim, acredito que a tal liberdade não passa nem perto do tão pregado “ver e alterar o código de fonte”. Pra mim, a liberdade é a que o usuário tem para usar o software que gosta independente de qualquer forma de licenciamento. Eu não olho o código de fonte dos meus programas, nem me interesso por isso - aliás, a grande parte dos usuários barulhentos também não, né Tiaggs? E enquanto a bandeira do dito Software Livre ficar hasteada à duras penas, como no caso do GNewSense, a impressão gerada pela comunidade software livre (e do Linux, consequentemente) será sempre a de um sistema “rebelde”. Pra mim é um retrocesso, repito.

    Porém, a comunidade software livre também é perfeita, não aceita críticas (pois não precisa, né?), e infelizmente, qualquer um que prega diferente do que ela quer ouvir é herege, Microsofter, bitolado ou editor do MeioBit. :-)

    Enfim, como já dizia o sábio: Quem pensa por si mesmo é livre, e ser livre é coisa muito séria.

  30. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 8:50 pm

    A FSF não quer primeiramente melhores softwares,mas sim a liberdade em primeiro lugar.

    Pra falar a verdade,não preciso de quase nenhum programa fechada.Até mesmo eu compilei o gnash e já é o suficiente para ver vídeos…

    Olha só, sem querer ser o ‘acusador’, mas o gnash não é assim um software tão mocinho. Suspeita-se que ele viole patentes da Adobe, e por isso, o gobuntu, a versão ‘pura’ do ubuntu não possui este pacote. Isso me traz à mente uma questão: a FSF só valoriza o que está debaixo do seu guarda-chuva, detendo o controle ‘moral’ desses softwares. Em outras palavras, a FSF se tornou uma entidade burocrata, que se preocupa apenas com SEU EGO, e bem menos do que a liberdade dos usuários, afinal,volto a insistir, se quisesse um sistema operacional à prova de software proprietário, que conclua o seu e relicencie as bibliotecas auxiliares apenas para usar GPL e não LGPL.

  31. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 8:55 pm

    E eu afirmo: no Brasil, não existem usuários de software livre! Vocês podem achar que enlouqueci, mas é verdade. O que define um usuário de software livre não é o fato dele usar software livre mas, sim, o fato dele não usar softwares proprietários. No momento em que eu uso um programa, driver ou codec proprietário, eu deixo de ser um usuário de software livre.

    Pelo visto você é este único usuário de SL, não? Afinal usa gnewsense, desde os primeiros deltas, e antes dele, usava as outras recomendações da FSF.

    Só falta você dizer que usa um genuíno i386 em seu trabalho, com monitor VGA, claro.

  32. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 9:00 pm

    O Gnash consegue ser pior que meu Flash Player em Linux 64 bits by NSPluginWrapper. E volta à tona aquela questão: Usar o driver proprietário ou ficar sem hardware? Honestamente, prefiro mil vezes a primeira alternativa. Agora, quem aqui usa processadores SPARC? Eu acredito que os libertários de plantão deveriam adquirí-los, visto que os processadores x86 atuais (e demais hardware) são todos construídos com tecnologias proprietárias… Aliás, e muito bem construídos, diga-se de passagem. O software é “livre”, e o hardware? Ninguém lembra? Ou então, que a tecnologia envolvida nisso também nunca foi feita por comunidades, mas sempre por empresas, cheias de patentes para todos os lados?

    Concordo com você. Também tentei usar o gnash e só tive dores de cabeça. Quanto a arquitetura IA32 ela é totalmente proprietaria e os drivers “fechados” para video, wireless,,,etc… sáo apenas descendentes desse modelo fechado.

    E realmente, todo mundo que é contra driver fechado deveria usar open SPARC. Por que será que não usam? É só fazer uma cotação pra saber quanto custa uma workstation da Sun pra saber logo a resposta.
    Então, como não podem usar hardware opensource, ficam dificultando a vida dos usuários, criticando quem usa de algum software proprietário para suprir suas necessidades.

  33. Ah sim, sr. André Machado, se o senhor não lembra, o Linux não foi feito para ser o kernel da GNU como eles pregam, mas sim foi um projeto pessoal. Tanto que, inicialmente, o termo de licenciamento do Linux era do próprio Linus Torvalds. Se não existisse a GNU o Linux não existiria? Talvez. Porém, muito mais facilmente, teria sido utilizado outro compilador… O Linus liberou o Linux por que acha legal.

  34. vinícius (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 9:06 pm

    E eu afirmo: no Brasil, não existem usuários de software livre! Vocês podem achar que enlouqueci, mas é verdade. O que define um usuário de software livre não é o fato dele usar software livre mas, sim, o fato dele não usar softwares proprietários. No momento em que eu uso um programa, driver ou codec proprietário, eu deixo de ser um usuário de software livre.

    Partindo desse princípio, acredito que temos um usuário de software livre no mundo, chamado Stallman.
    “Anybody who tells me I can’t use a program because it’s not open source, go suck on rms. I’m not interested. 99% of that I run tends to be open source, but that’s _my_ choice, dammit.” - Linus Torvalds

  35. self_liar (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 9:17 pm

    Relicenciar bibliotecas em LGPL é outra questão de estratégia.Assim como licenciar o código em licença BSD.
    Digo o mesmo das patentes.São dificeis de tratar e abordam outros assuntos.Muitos nem mesmo podem ter patentes.Elas são confusas e não valem em todos os paises.Processo de patentes pode ser tornar um suicidio.

    Não confunda as coisas!

    O GNU/Hurd tem lá seus defeitos.Como eu disse ,A FSF dá mais importancia a liberdade do que gastar todos os seus recursos para fazer o melhor kernel do mundo.

    Se nao há alternativa depois que comprou o hardware infelizmente terá que usar o driver fechado.
    Mas isso não significa que da proxima vez compre hardware com drivers fechados.

    Bem ,atualmente é possível montar um pc x86 completamente livre.
    Hoje temos alternativas.Mas as pessoas insistem em comprar hardware fechado.

    Não posso acreditar que as pessoas apoiem drivers fechados onde as empresas nem mesmo lançam documentação para pelo menos outros criarem drivers abertos.Drivers livres são eficientes e bem menos defeituosos.Ao contrario dos proprietários, que fazem você jogar tod o seu dinheiro fora para comprar novo hardware.

    Olhe a história da Creative para ver os absurdos que ela cometeu.

  36. self_liar (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 9:29 pm

    Não dou credito ao Linux e nem mesmo concordo com as direções que o Linux toma.Esse modelo assalariado falso do opensource só gosta de satisfazer as empresas.O linux está cheio de porcarias fechadas por satisfazer somente as empresas.

    Em compensação ,a FSF e algumas pessoas do BSD deram muito mais importancia a esses detalhes.Não se venderam pra apoiar drivers fechados.

  37. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 9:30 pm

    O GNU/Hurd tem lá seus defeitos.Como eu disse ,A FSF dá mais importancia a liberdade do que gastar todos os seus recursos para fazer o melhor kernel do mundo.

    Mas neste caso temos um desvio de finalidade, afinal desde o manifesto de Stallman ambiciona-se a construção de um sistema operacional totalmente livre. Pois então, como o linux nessa época não estava nem de longe à vista, portanto não tinha motivos para não continuar no desenvolvimento do principal, do núcleo.

    E falar que hoje o sistema GNU tem um kernel, considero isso apenas parte da verdade, afinal, o linux não nasceu para ser o ‘kernel’ que a FSF esperava, mas por conveniência e “preguiça” resolveram deixar as coisas como estavam. Por isso ficam exigindo até hoje a nomenclatura GNU/Linux.

    E pra ser sincero até o HURD não é um kernel; ele é um conjunto de servidores que deveriam rodar em um microkernel (Gnumach, versão do Mach adaptada com drivers do linux da série 2x). O HURD teve seu desenvolvimento até satisfatório, ao contrario do GNUmach, que por ser uma ‘mistura’ de Mach com linux 2.x não consegue funcionar em hardware mais recente que os i486/i586.

  38. self_liar (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 9:39 pm

    O linux era o kernel disponível no momento.Microkernel é uma implementação dificílima de fazer.Você não vai encontrar microkernels eficientes por ai.

    O GNU/Hurd Não fará muita diferença.O objetivo da FSF é que todas as pessoas lutem por liberdade e bem como prover um sistema operacional completo.

    Eles já possuem um sistema operacional livre.Ainda hoje mais do que nunca pois se pode usar outros kernel livres com os programas do projeto GNU.

    Nem mesmo as pessoas do projeto GNU esperavam que empresas não mostrassem a documentação do hardware.Isso é um absurdo.

  39. foobob (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 9:40 pm

    Douglas Augusto,
    “no caso do uso e promoção de drivers proprietários”

    Não promovo uso de software proprietário. Estava apenas questionando a necessidade de um Ubuntu com algumas features removidas. Como eu disse, se não quero, eu mesmo posso remover.

  40. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 9:46 pm

    O GNU/Hurd Não fará muita diferença.O objetivo da FSF é que todas as pessoas lutem por liberdade e bem como prover um sistema operacional completo.

    Será que não faz mesmo falta? Retire-se o linux (com todos os drivers proprietários que nele há) e o que sobra? Apenas um conjunto de ferramentas de desenvolvimento que para funcionar precisariam de outro kernel, seja do NT, Sun, ou BSDs. Aqui é a diferença fundamental: não cabe a FSF reclamar dos software proprietários que estáo ‘inseridos’ no kernel, uma vez que ela não desenvolveu o linux. Se quisesse lutar realmente pela liberdade do usuário, concluiria SEU verdadeiro núcleo e criaria mecanismos para impedir que se inserissem drivers proprietários.

    Fácil não?

  41. Se o software proprietário for bom, eu promovo o uso sim. Usem Opera!
    Se o software livre for bom, eu promovo o uso sim! Usem Linux!

  42. No Linux em si não há drivers proprietários. Mas de fato é bem freqüente distribuir ou disponibilizar drivers proprietários com ou para Linux.

  43. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 10:02 pm

    Augusto, você está se referindo ao núcleo ou ao núcleo + userland?

  44. Estou me referindo ao kernel Linux mantido pelos desenvolvedores originais. Na userland ou em versões derivadas/modificadas qualquer um roda ou inclui o que desejar.

  45. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 10:09 pm

    Se não há driver proprietário no kernel, então por que desabilitar o módulo NV, ou os drivers wireless?

  46. Responda você, caso os desabilite por esta razão! O que há de proprietário nestes drivers que você apontou? Que drivers wireless são esses? O que eu uso é livre.

    Eles fazem parte do kernel distribuído pelos mantenedores originais? Favor apontar links para as referências a respeito.

  47. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 10:21 pm

    Lá vem você com a velha retórica.. provas…provas… Estamos discutindo aqui a razão de ser do gnewsense. E como visto, é fato que eles expurgaram tudo o que não tinha licença gpl/lgpl ou compatíveis do sistema.

    A questão que eu e outros lançamos aqui é que é possível configurar o ubuntu para não usar esses softwares, não é necessária uma ‘distribuição’ para fazer apenas isso. Por outro lado, é até uma contradição a FSF apoiar uma distribuição assim que é derivada do Ubuntu que por sua vez vem do Debian, que não é considerado livre pela FSF. O Debian, por sua vez considera que a FDL, essa mesma que é usada aqui no blog não é realmente livre. E agora, José?

  48. Eu não estou discutindo a razão de ser do gnewsense, e acho que você pode discuti-la até ficar sem dedos, se assim desejar. Apenas estou corrigindo uma informação incorreta que percebi. Não há drivers proprietários no kernel Linux distribuído pelos seus desenvolvedores originais. Mas de fato é bem freqüente distribuir ou disponibilizar drivers proprietários com ou para Linux. Creio que os autores do gnewsense removeram módulos acrescentados pelos mantenedores da versão do kernel mantida pelo projeto Ubuntu.

    Quanto a licença adotada pelo BR-Linux (que é a “GNU FDL 1.2 sem seções invariantes”), ela é justamente a modalidade de uso da FDL considerada livre até mesmo pelo Debian (a partir de 2006). Mas se o Debian preferisse considerar o conteúdo do BR-Linux como sendo não-livre, acho que não haveria problema também, uma vez que me parece que eles não têm interesse em distribui-lo.

  49. Modere à vontade, e fica mantida a correção.

  50. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 10:37 pm

    Agora sim um off-topic: Engraçado como você Augusto, é um fomentador de discussões acaloradas e fora do tema inicial, e depois ainda se gaba de ter um site politicamente correto no que diz respeito às regras de moderação. Muito bem, vou te moderar negativamente mais uma vez (Provavalmente esse meu comentário ficará oculto, mas vamos ver se os seus também ficará)

  51. com, creio que jamais me gabei de ser politicamente correto, nem de ter um site com esta característica, seja na moderação ou não.

    Não vejo a minha manifestação sobre liberdade de software, nesta thread sobre o gnewsense, como off-topic. Não me importo que você e outras pessoas estejam discutindo sobre a razão de ser deste sistema - eu certamente não estava. Você pode inserir seus votos de moderação normalmente, eu não tenho qualquer proteção ou restrição contra isso, e é até freqüente que comentários meus alcancem votos suficientes para receber moderação negativa aqui no BR-Linux.

    Ao mesmo tempo, considerei importante, válido, correto e pontual destacar que as informações que havias dado (primeiro sobe o kernel Linux, depois sobre a licença livre adotada pelo site) estavam incorretas, e isso ocorre de forma independente da opinião que possas ter sobre mim ou a minha atitude. Quem discordar, pode e deve registrar sua moderação.

  52. com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 10:53 pm

    Não vejo a minha manifestação sobre liberdade de software, nesta thread sobre o gnewsense, como off-topic. Não me importo que você e outras pessoas estejam discutindo sobre a razão de ser deste sistema - eu certamente não estava.

    Este é seu problema: considerar que sua opinião NUNCA está fora do tópico. Quando um ou outro comentário de cunho pessoal é lançado por aqui, como este do timm:

    Ao resto,

    Concordei com os comentários argumentativos aqui expostos, é justamente o que penso eu. Só o Stallman e seus outros companheiros, talvez do país das maravilhas, usam o GNewSense.

    ele é rapidamente moderado negativamente, apesar de ser apenas a expressão da opinião de quem fez o comentário. E olha que neste caso ele estava rigorosamente dentro do tema em discussão. Já o contrário, no que se refere aos seus comentários, dificilmente eles ficam nesta situação.

    eu não tenho qualquer proteção ou restrição contra isso, e é até freqüente que comentários meus alcancem votos suficientes para receber moderação negativa aqui no BR-Linux.

    Falando nisso, quantos votos são necessários para que um comentário seja moderado negativamente/fora do tema/ troll-flame?

    Sempre é bom saber, para o caso de algum abuso pontual na moderação.

  53. O que EU acho sobre a minha opinião certamente não entra na contabilização dos votos de moderação dados pelos leitores. E não sei te dizer a razão de ter havido votos rapidamente para o comentário A, e não para o comentário B.

    Só que agora tenho certeza de que você está entrando em uma discussão off-topic propositalmente, e você não pode ter as duas coisas ao mesmo tempo: me criticar por acreditar que eu estou escrevendo algo off-topic, e depois tentar me provocar para uma nova discussão off-topic.

    Mas seu comentário tem mérito - certamente preciso preparar uma nova página explicando detalhadamente o sistema de moderação. Acabei de anotar isso na lista de pendências. Se você quiser discutir sobre este tema comigo antes disso, me chame pelo link de contato, lá no alto, e me envie suas sugestões sobre o que acredita que eu deveria esclarecer quando escrever o texto.

    Sugestões enviadas pelo canal correto são bem-vindas e muito apreciadas, mas se você tem preocupação quanto à possibilidade de abuso de minha parte no meu site, não deveria frequentá-lo.

  54. Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 11:25 pm

    A maioria das distribuições vem com os pacotes não livre em um repositório separado. Continuo achando mais simples, quem é contra software proprietário mesmo que não haja alternativa no nível, desabilitar o repositório. Não havia necessidade de criar mais uma distribuição só pra fazer isso.

    Bom, gosto é gosto.

    Tenho uma placa ATI e prefiro usar um software proprietário pra que ela funcione melhor, do que ficar sem nada porque a opção livre não funciona. Da mesma forma, uso o VMWare porque as alternativas livres não conseguiram rodar com a performance que eu necessitava e não poderia ficar sem minhas aplicações que existem exclusivas pra Windows. E, antes que alguém fale, SIIIIMMMM, a empresa que eu trabalho comprou todas as licenças, e pagaria com prazer por uma ferramenta pra Linux ou pra alguém que a desenvolva, se desse o retorno na mesma proporção.

    Quanto às críticas ao Augusto, tem hora que ele precisa se lembrar de não alimentar os trolls. Ninguém é obrigado a concordar com tudo que ele fala, nem a discordar.

  55. Não dou credito ao Linux e nem mesmo concordo com as direções que o Linux toma.Esse modelo assalariado falso do opensource só gosta de satisfazer as empresas.O linux está cheio de porcarias fechadas por satisfazer somente as empresas.

    Em compensação ,a FSF e algumas pessoas do BSD deram muito mais importancia a esses detalhes.Não se venderam pra apoiar drivers fechados

    Finalmente encontrei uma pessoa que postou algo sensato neste blog.

    Quanto ao “com” e o timm, melhor deixar de lado. “Don’t feed the trolls” ;-)

  56. Freedom,

    (…)
    Porém, a comunidade software livre também é perfeita, não aceita críticas (pois não precisa, né?), e infelizmente, qualquer um que prega diferente do que ela quer ouvir é herege, Microsofter, bitolado ou editor do MeioBit. :-)

  57. foobob (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 11:45 pm

    “Tenho uma placa ATI e prefiro usar um software proprietário pra que ela funcione melhor”

    Não diria funcionar melhor, diria simplesmente fazer uso de seus recursos. Pagar por uma placa cara, cheia de recursos 3D e depois não usar é meio sem sal. Infelizmente, os drivers livres não fazem uso de nenhum recurso 3D. Sim, eu sei que as especificações são fechadas, mas isso nunca segurou o pessoal do MPlayer ou Samba…

  58. self_liar (usuário não registrado) em 2/05/2008 às 12:11 am

    As placas onboard intel não são as melhores do mundo,mas seus drivers são livres.E isso eu não troco nunca por uma nvdia.Não que essas placas sejam ruins,mas o problema é que os drivers são de baixa qualidade e eu não gosto de apoiar drivers fechados.

    E TODOS os desenvolvedores dizem a mesma coisa.Drivers fechados são problemáticos.

    Eu acho que TODOS os drivers devem ser livres.Poxa né , coisas do sistema tem que rodar corretamente.Agora se um aplicativo é livre ou não ,quase sempre temos a opção de não usa-lo.

    E continuo a dizer que o linux infelizmente não dá valor as pessoas.
    Olhem a entrevista do Con Kolivas.

    Claro que a FSF não pode obrigar ninguém ,mas tem o direito de fazer sua distro como todo mundo.Ela não obriga,mas aconselha as pessoas falando que drivers e softwares proprietários dão problemas.
    Se a sociedade gosta de usar software proprietário,ai ela que se vire pra aguentar pirataria e táticas injustas da empresas de softwares.Inclusive da Creative

    E não acho isso ruim.Acho bom, pois eles querem dizer que trabalharam muitos anos para as coisas ficarem como estão.

    Vale lembrar que se as empresas pelo menos liberassem a documentação com antecedencia,quase ninguém teria problemas.
    Nem mesmo precisaria liberar o driver.

    A idéia de forçar o Hurd como obrigação de usar drivers somente livres não iria dar certo.Pois ai não seria livre!

    E Novamente, a GnewSense é uma questão de estratégia.Serve pra mostrar o que está faltando.É uma tentativa de parar com o circulo do software proprietário:

    Fulano compra uma placa fechada.Ai anos depois alguém faz uma implementação aberta.
    Ai ,fulano ao trocar o hard , “esquece” de comprar um hard com drivers livres.
    Depois de muito tempo ,alguém faz lá uma implementação.

    Isso é inútil,pois sempre os drivers abertos serão atrasados.Se o fulano não cobrar drivers livres ou não comprar hardware fechado,as empresas sempre lançarao hardware caixa preta.

  59. Eu prefiro minha GeForce 6200 TurboCache vagabunda com driver proprietário, funcionando muito bem, do que qualquer Intel onboard cujo driver é livre…

    Mas claro, é minha opinião.

  60. self_liar (usuário não registrado) em 2/05/2008 às 12:34 am

    Você decide o futuro da sociedade.Se em algum dia isto te atrapalhar ,não culpe ninguém.Só a você mesmo.

  61. Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 2/05/2008 às 8:46 am

    Bom, não vi ninguém defendendo o software proprietário. Você tem duas formas de pressionar as empresas a liberarem os drivers:
    1 - todo mundo deixando de usar a versão proprietária e sofrerem com os softwares abertos quando não tem todos os recursos ou não funcionam direito esperando que as empresas se sintam motivadas a desenvolver
    2 - usar os softwares, remeter pedidos e reportar falha, pra que eles vejam o tamanho da comunidade e percebam o retorno que teriam liberando a especificação ou pelo menos parte dela.

    Lembrem-se que nem sempre o fornecedor de hardware detém todas as patentes do produto, podendo ter o direito de uso mas não da liberação da distribuição, o mesmo que acontece com tantos outros.

  62. foobob (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 11:45 pm
    “Tenho uma placa ATI e prefiro usar um software proprietário pra que ela funcione melhor”
    Não diria funcionar melhor, diria simplesmente fazer uso de seus recursos. Pagar por uma placa cara, cheia de recursos 3D e depois não usar é meio sem sal. Infelizmente, os drivers livres não fazem uso de nenhum recurso 3D. Sim, eu sei que as especificações são fechadas, mas isso nunca segurou o pessoal do MPlayer ou Samba…

    O driver da aberto da ATI tem sim suporte a 3D, tanto é que os efeitos no desktop do KDE4 foram ativados e funcionam aqui na minha 9600pro. Aqui o glxgears deu 4.300 fps, significando que existe alguma aceleração 3D. Agora esse suporte ainda não é completo, pois não dá pra jogar satisfatoriamente com ele.

    Mas as especificações estão sendo abertas, desde dezembro do ano passado, para TODAS as placas da ATI. É possível que ano que vem, com o amadurecimento dos drivers, já poderemos rodar jogos 3D de forma satisfatória.

    A VIA também está abrindo os drivers de seus chips integrados e tem um boataria grande que a Nvidia está próxima de fazer o mesmo, com medo de ficar para trás dos concorrentes.

  63. foobob (usuário não registrado) em 2/05/2008 às 3:22 pm

    “Aqui o glxgears deu 4.300 fps, significando que existe alguma aceleração 3D”

    Quatro ponto três frames por segundo?! É isso mesmo?! Nem rodando só via software vai tão baixo assim nos micros de hoje!

  64. Douglas Augusto (usuário não registrado) em 2/05/2008 às 8:30 pm

    timm em 1/05/2008 às 8:49 pm

    > O Gnash consegue ser pior que meu Flash Player em Linux 64 bits by
    > NSPluginWrapper.

    Obviamente, pois a Adobe não libera as especificações do formato Flash e
    portanto o Gnash é desenvolvido sob o lento e precário processo de
    engenharia reversa.

    > E volta à tona aquela questão: Usar o driver proprietário ou ficar sem
    > hardware? Honestamente, prefiro mil vezes a primeira alternativa.

    Melhor: não adquirir hardwares que cerceiem sua liberdade e a de
    terceiros, isto é, não fomentar o modelo proprietário.

    > Agora, quem aqui usa processadores SPARC? Eu
    > acredito que os libertários de plantão deveriam adquirí-los, visto que
    > os processadores x86 atuais (e demais hardware) são todos construídos
    > com tecnologias proprietárias¿ Aliás, e muito bem construídos, diga-se
    > de passagem. O software é ¿livre¿, e o hardware? Ninguém lembra?

    Em que essas tecnologias proprietárias sob quais os processadores são
    construídos restringem a liberdade do usuário? As especificações estão
    lá, portanto qualquer um pode usá-los como queiram.

    Hmmm, “mas não posso criar meu próprio processador com base neles!”.
    Possivelmente, mas convenhamos que isso pouco influi na liberdade do
    usuário, afinal, o âmbito do hardware é totalmente diferente do de
    software; enquanto no software coisas são estudadas, modificadas,
    replicadas e distribuídas naturalmente, o mesmo não acontece com
    hardwares.

    > Ou então, que a tecnologia envolvida nisso também nunca foi feita por
    > comunidades, mas sempre por empresas, cheias de patentes para todos os
    > lados?

    Patentes sobre hardware (produto construído) têm efeitos bem diferentes
    das patentes sobre softwares/idéias.

    > Coinscidentemente ou não, o caso do HURD! Qual a vantagem de informar ao
    > mundo que existe uma alternativa livre e todo aquele blá blá blá sendo
    > que tal software não supre a necessidade dos usuários, é cheio de bug,
    > ou o desenvolvedor(es) fica sem tempo e abandona o barco?

    Sua pergunta pode parecer ter uma resposta óbvia no momento, mas e daqui
    a alguns anos, quem pode afirmar que o HURD ou trechos do seu código não
    sejam úteis em grande escala para futuros núcleos ou outras tecnologias?
    Se existem pessoas dispostas a mantê-lo é porque elas enxergam utilidade
    nele, e isto basta, afinal é o recurso *deles* sendo aplicado, e ninguém
    melhor que os próprios para saberem onde aplicar seus recursos.

    > Pra mim, a liberdade é a que o usuário tem para usar o software que
    > gosta independente de qualquer forma de licenciamento.

    Essa é a liberdade egoísta. Você quer a liberdade para fazer as coisas
    para seu próprio bem, sem se importar com os demais. Usar e apoiar a
    tecnologia Flash é um exemplo direto disso, você quer poder ver as
    animações no seu computador, mas não te interessa que um terceiro não
    possa curtir o mesmo conteúdo só porque ele escolheu uma plataforma
    diferente da sua.

    > Eu não olho o código de fonte dos meus programas, nem me interesso por
    > isso - aliás, a grande parte dos usuários barulhentos também não, né
    > Tiaggs?

    Você não olha o código fonte do seus programas, mas aposto que você usa
    softwares que tiveram seus códigos-fonte olhados por várias pessoas, e
    só são assim desenvolvidos por este motivo. Direta ou indiretamente você
    é afetado pela liberdade do software.

  65. Douglas Augusto (usuário não registrado) em 2/05/2008 às 8:36 pm

    com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 8:50 pm

    > Olha só, sem querer ser o ¿acusador¿, mas o gnash não é assim um
    > software tão mocinho. Suspeita-se que ele viole patentes da Adobe, e por
    > isso, o gobuntu, a versão ¿pura¿ do ubuntu não possui este pacote. Isso
    > me traz à mente uma questão: a FSF só valoriza o que está debaixo do seu
    > guarda-chuva, detendo o controle ¿moral¿ desses softwares. Em outras
    > palavras, a FSF se tornou uma entidade burocrata, que se preocupa apenas
    > com SEU EGO, e bem menos do que a liberdade dos usuários, afinal,volto a
    > insistir, se quisesse um sistema operacional à prova de software
    > proprietário, que conclua o seu e relicencie as bibliotecas auxiliares
    > apenas para usar GPL e não LGPL.

    A FSF tem plena consciência do perigo das podres patentes de software.
    Stallman há muito tempo já disse que qualquer software relativamente
    complexo estaria infringindo várias patentes, isto vale por exemplo para
    o Linux e os próprios softwares do projeto GNU; e pior, não se dá para
    saber ao certo quais patentes estariam sendo violadas. Portanto, há duas
    alternativas, ou desenvolve-se softwares assim mesmo–e lutemos para
    derrubar as patentes–ou simplesmente não se faz nada; e aí?!?

  66. Douglas Augusto (usuário não registrado) em 2/05/2008 às 8:42 pm

    com (usuário não registrado) em 1/05/2008 às 9:30 pm

    > E falar que hoje o sistema GNU tem um kernel, considero isso apenas parte da verdade, afinal, o linux não nasceu para ser o ‘kernel’ que a FSF esperava, mas por conveniência e “preguiça” resolveram deixar as coisas como estavam. Por isso ficam exigindo até hoje a nomenclatura GNU/Linux.

    Preguiça?!? Caramba, há um núcleo maduro e funcional sob a licença principal da própria FSF; A FSF resolve usá-lo e então você a chama de preguiçosa?!? Isso é sim um belo reaproveitamento de código (nesse caso do software inteiro), um dos grandes baratos do SL.

  67. foobob (usuário não registrado) em 2/05/2008 às 3:22 pm
    “Aqui o glxgears deu 4.300 fps, significando que existe alguma aceleração 3D”
    Quatro ponto três frames por segundo?! É isso mesmo?! Nem rodando só via software vai tão baixo assim nos micros de hoje!

    Não! Estamos no Brasil, aqui “.” é separador de milhar, separador decimal é “,”. Acho que ainda ensinam isto na escola primária, né?

  68. Clésio Luiz (usuário não registrado) em 3/05/2008 às 3:40 pm

    Ainda bem que alguém percebeu. Eu já estava ficando preocupado…

  69. Clésio Luiz (usuário não registrado) em 3/05/2008 às 3:55 pm

    No sistema métrico (kilograma, metro, litro), usado no Brasil, 4.300 significa quatro mil e trezentos. No sistema imperial (libra, pés, galões) seria o equivalente de quatro vírgula três.

    Só pra lembrar, não é carro de um ponto oito litros. Nem dois ponto zero litros. É um virgula oito e 2 litros mesmo. Quem inventou essa ladainha foi a Ford quando lançou o Corcel II em 1978 e disse que o carro tinha um motor de 1.4 litros. Só para lembrar, no sistema métrico não é ponto, é virgula. E no sistema imperial (ou inglês) não é litro, é polegadas cúbicas.

    E não tem carro de 1000 cilindradas. É o mesmo que dizer que eu tenho 1,75 alturas e 63 pesos, ao invés de 1,75 metros e 63 kilos. O correto é dizer que o motor tem a cilindrada de 1000 centímetros cúbicos, ou simplesmente um litro.

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