R.E.M. lança 11 vídeos sob licença livre e de código aberto
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A banda R.E.M. disponibilizou 11 vídeos de seu próximo álbum, todos em MPEG4 e alta definição, sob a Artistic License 2.0 – considerada uma licença de software livre (pela Free Software Foundation – que também a considera compatível com a GPL) e de código aberto (pela Open Source Initiative), embora neste caso ela esteja sendo usada no contexto de ‘open content’ e não ‘open source’.
Resta acompanhar os efeitos disso sobre a relevância atual do R.E.M. Mas tenho certeza de que alguém logo vai dar um jeito de fazer um programa incluindo o conteúdo destes vídeos, linká-lo dinamicamente com a glibc, e compilá-lo com o gcc, efetivamente mudando o título da música para “GNU/Supernatural Serious”.
Saiba mais (readwriteweb.com).
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Se no próprio texto o autor reconhece que a licença nesse contexto refere-se à conteúdo aberto, por que colocar “código aberto” no título quando isso não tem nada a ver?
Vídeos e imagens já estão compilados na versão final, eles não tem código, só dados.
Só acho que eles escolheram a licença errada, a AL2.0 fala especificamente de software, código-fonte, documentação e arquivos de configuração. Creative Commons seria uma escolha mais adequada.
O autor do texto é o mesmo autor do título, Bruno. E achei importante mencionar no meu texto que a licença está sendo usada em um contexto de open content.
Mas é fato que a Artistic License 2.0 é uma licença de código aberto e de software livre também, como o meu título afirma, e ao contrário do que você afirmou quando disse que isso “não tem nada a ver”. Aliás, o fato de ela ter sido escolhida pelos autores da obra tem, sim, tudo a ver com o título do post.