Provedores brasileiros pagam mais caro por link de banda larga
| Tweet |
|
Cidade de São Paulo registra um dos custos de banda larga mais caros do mundo. Redução de preços no País também é tímida.
O custo de um link de banda larga para os provedores no Brasil está entre os mais altos do mundo, segundo um estudo da TeleGeography. A empresa mede os preços da banda vendida aos provedores de internet em 40 cidades no globo.
A cidade de São Paulo não só registrou um dos custos mensais mais altos por Mbps (megabit por segundo) contratado, como também foi uma das que teve menor redução de preços em um ano.
O custo médio do Mbps por porta Gigabit Ethernet (GigE) em São Paulo é de pouco mais de 70 dólares mensais atualmente. O valor caiu cerca de 20% em relação a 2007. Em contrapartida, em Londres, os provedores pagam pouco mais de 10 dólares pelo mesmo tráfego IP. O preço caiu 40% em um ano.
Nas cidades européias, o preço médio mensal por Mbps variou entre 10 dólares e 14 dólares no segundo trimestre de 2008. Já na Ásia, o preço variou entre 30 dólares e 45 dólares por Mbps ao mês. (via idgnow.uol.com.br)
Saiba mais (idgnow.uol.com.br).
• Link direto para este post: http://br-l.org/!4702
• Siga no Twitter: @brlinuxblog e @augustocc
• Mais posts do mesmo tema: Conectividade, Mercado









Mas qual é a explicação?
Falta de usuários, o que faz não pagar os “custos” da rede?
Impostos altos? “Custo Brasil”? Dólar?
Restrições da Anatel. Nosso mercado de telecomunicações é um dos mais fechados do planeta e restrito ao cartel das Telecômicas.
Acabo de chegar de Portugal e estavam lançando o ZON (banda larga por cabo 12 MBs, TV, Telefone) por 19,90 euros mensais.
As empresas por lá tem muito menos clientes que tem as empresas em São Paulo.
A área geográfica de cobertura das empresas em Portugal é maior porque as empresas distribuem em todo o país, logo o investimento em cabos/centrais é maior que as empresas que apenas operam em São Paulo.
Então só resta 2 hipoteses ambas válidas, imposto alto e cartel de preços das empresas (ganância das empresas);