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Integrando o Vim no Eclipse

“Dizem que muita gente demora para se acostumar com o Vim, mas depois que se acostuma os ganhos em produtividade são impressionantes. Resolvi instalar o Eclipse, e só sinto falta de uma coisa, o Vim, mas já dei um jeito aqui. Instalei o Vimplugin, um plugin que integra o Vim no Eclipse (…)”

Enviado por Terramel (leonardo·saibotΘgmail·com) – referência (terramel.org).

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17 Comentários para “Integrando o Vim no Eclipse”

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  1. Pow, não sabia dessa não. Valeu cara!

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  3. Geek (usuário não registrado) em 18/09/2008 às 1:11 pm

    Não sei se alguém pensa que o mundo é feito de geeks bobalhões.

    Agora nós geeks pensamos que o mundo é feito de uns poucos geeks (paciência né, nem todo mundo pode ser bom como a gente) e muitos bobalhões.

  4. Usa o Vim quem quer, ninguém obriga. Se obrigasse, esse sim seria um geek bobalhão.hehehehhe

    Particularmente nunca gostei, mas ele já me salvou a vida, conseguindo abrir um log de 25 Gb texto de banco de dados e dando um replace em um comando errado. Foi o único editor que conseguiu a proeza.

  5. Ninguém (usuário não registrado) em 18/09/2008 às 3:37 pm

    Por favor, não.

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  8. Henrique (usuário não registrado) em 18/09/2008 às 4:02 pm

    @self_liar:

    Que diabos você tá falando? O artigo é sobre Eclipse, Vim, desenvolvimento… não é pra configurar Compiz no Ubuntu.

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  10. Terramel (usuário não registrado) em 18/09/2008 às 5:58 pm

    self_liar: Você fala muita besteira hein? Não é porque você cata milho no teclado que tudo deve ser feito pelo mouse. Não é porque você está acostumado com cliques em desenhinhos que devemos parar de usar o terminal. O terminal é muito mais produtivo do que a interface gráfica. Demora um pouco pra aprender e o povão tem preguiça, mas e daí? É melhor, mais divertido, mais produtivo. Apenas demora um pouco para se acostumar. Outra coisa, o Vim é muito flexivel. Existe o GVim (que é uma interface em gtk pro vim), o RVim (achoq ue é esse o nome), uma espécie de vim que se comporta como bloco de notas ou alog do tipo…

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  12. Terramel (usuário não registrado) em 18/09/2008 às 10:04 pm

    Globo?????????

  13. André Machado (usuário não registrado) em 18/09/2008 às 10:22 pm

    Podem me chamar do que quiserem e negativarem esse tópico, mas eu concordo, em parte, com o self_liar.

    Embora acredite que, em determinados casos, a utilização da linha de comando e edição direta dos arquivos de configuração é mais produtiva e melhor do que ficar clicando em botõezinhos, acredito que o que faz um usuário de GNU/Linux não é o fato dele saber usar X ou Y.

    É claro que a grande maioria das distribuições, pra não dizer todas, no modo de recuperação ou ambientes de emergência dos cds de instalação, trazem apenas o vim como editor sendo que, em muitas vezes, ele é a única alternativa para editar um arquivo de configuração que está impedindo a inicialização do sistema, por exemplo.

    Agora, minha opinião pessoal é que o vim é muito complicado para o usuário iniciante e o intermediário. Ademais, de minha parte, quando estou no modo texto, utilizo sempre o nano, o qual consideo mais simples e amigável.

    Muitos usuários “experientes” vangloriam-se de sua linha de comando e programas arcaicos da década de60/70/80, menosprezando os “winusers”, chamando-os pejorativamente de “arrastadores de mouse”, entre outras coisas. Isso, no entanto, depende da atividade que vai-se exercer: se vai-se programar, o vim pode ser uma boa opção; se vai-se escrever uma monografia, seria melhor usar as crípticas expressões em LaTeX no vim ou usar um editor como OOo Writer?

    Dizer que usuário de Linux tem que saber usar o Vim é uma contradição à Liberdade. Se a primeira condição é necessária para o cumprimento da segunda, então eu não sou um usuário de Linux. Eu só sei o básico do Vim. E sou livre para usar editores muito melhores que ele.

  14. self_liar (usuário não registrado) em 18/09/2008 às 11:26 pm

    E digo mais, a interface gráfica não é melhor no terminal em alguns quesitos pois ela está ainda muito pouco desenvolvida.A maioria das interfaces gráficas do GNU Linux são ainda muito primitivas.Muitas delas tentam em basear em tecnologias frontend, onde simplesmente passa um esmalte sob o terminal e joga a resposta na interface gráfica.

    Interface gráfica é muito melhor em tudo, poupa o usuário de memória, aprendizado dispendioso e excesso de informação.

    Com a interface você tem acesso a variados tipos de cores para informar o usuário.Animações excelentes e informativas e simplificação dos comandos em uma linguagem inteligível e elegante (e não aquela coisa horrível do grep cheio de expressão regular)

    O terminal se baseia em quantidade de letras na tela, já a GUI, vc tem controle de todos os pixels e pode modelá-los como quiser.

    E ainda mais , terminal é anti-progressista, ela insiste em usarmos somente 30 % do potencial da máquina onde se corta todos os recursos gráficos e deixa todo o trabalho na mão do usuário. A maldita da Intel fica feliz por nós gastarmos muito com processadores e não aproveitarmos nada.

    Geek é um bobalhão que quando começa a trabalhar e ganhar bem,acaba querendo mandar no mundo .

    Vi é só um programa tolo onde pessoas formadas e estudadas nos países desenvolvidos tinham tempo pra fazer e usar isso.Brasileiro ferrado NÃO TEM TEMPO E NEM VONTADE PRA ISSO.

  15. LKRaider (usuário não registrado) em 19/09/2008 às 12:56 am

    Nossa, quantos flames desnecessários.

    É claro que usuário comum não vai usar o vim para escrever monografias, ou o que quer que seja. Ele é um editor voltado para a programação e sysadmins, portanto aqueles que não aceitam que exista tal ferramenta não precisam ficar revoltados: vocês não vão utilizá-la mesmo.

  16. cristo (usuário não registrado) em 19/09/2008 às 12:59 am

    Depois que vi o Yast2 eu nunca mais toquei no terminal, contudo gosto tanto do terminal que o uso para fazer tarefas que eu sei que com termina sou um raio.

    A interface gráfica para mim evoluiu muito e muito mais do que imaginava, posso garantir isso com o KDE 4.1 que simplesmente é um monstro e com o Yast2 que faz tudo menos configuração de webcam (que estranho isso hein?).

    Para mim usar uma ferramenta vai depender da complexidade da situação e do meu nível de preguissa, pois se for para fazer um documento de uma página ou um artigo de algumas dezenas de páginas, com toda certeza uso o OO.o Write, mas se for para fazer uma monografia ou um livro monstruoso que sei que posso perder duzentas vezes só porque a droga do OO.o Write ou Word simplesmente corrompeu o arquivo, lógico que vou usar LaTeX sem pensar duas vezes, mas é ai que entra a questão depende da necessidade do momento.

  17. self_liar (usuário não registrado) em 19/09/2008 às 7:28 am

    Pessoal aprendam uma coisa.Funcionalidade não é nada sem design.O GNU Linux tem muitos recursos ,mas é incrivelmente sem design, então não adianta muito.