Instalando os Ícones Mágicos no (K)Ubuntu
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“O objetivo dos Ícones Mágicos é auxiliar os usuários de qualquer distribuição baseada no Ubuntu principalmente o Kurumin NG a instalar e configurar novos programas no sistema, além de orientá-los quanto a utilização do mesmo. Mais do que simplesmente instalar um programa ou um conjunto de programas o sistema tem a missão de fornecer informações para o usuário, pois um pacote .kng vem acompanhando de uma descrição do programa, um screenshot, link para o site do projeto em questão e um texto de ajuda.
Diferente de programas como o Synaptic ou Kpackage que só trabalham com pacotes .deb (no caso da família Debian), os Ícones Mágicos podem trabalhar com outros formatos, como aqueles que tem instalador próprio, exemplo: Realplayer e Vmware. A idéia é automatizar uma determinada tarefa de modo que o usuário interaja o mínimo possível com o sistema e assim possa se concentrar na utilização do sistema em si, e não na instalação e configuração de programas que alguma vezes demandam conhecimento técnico.
O novo sistema foi escrito todo do zero e é totalmente diferente dos Ícones Mágicos da série antiga do Kurumin NG.
Os pacotes .kng funcionam como se fossem um meta-pacote no sentido de que dentro deles não há os arquivos de uma determinada aplicação (como acontece com os pacotes .deb ou .rpm por exemplo), o conteúdo deles se resume em um arquivo de configuração, scripts (shell), atalhos, screenshot e um arquivo de ajuda. Mais detalhes a respeito da estrutura do mesmo serão disponibilizados em breve.”
Enviado por Leandro S. dos Santos (kalangoΘgmail·com) – referência (kurumin-ng.com.br).
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Vale lembrar que também existe meta pacotes em .deb e em .rpm! Porem é detalhe!
Gostei muito da ideia, porém ainda tenho algumas duvidas sobre a “vantagem” desse programa. Não seria mais fácil simplesmente empacotar os programas que não possuem pacotes e/ou criar os meta pacotes dos programas que precisam de configurações adicionais (já em .deb e em .rpm)?
Achei o programa muito bem feito, interface bonita e simples, só não sei se é mais pratico que o sistema de pacotes atual.
Ou a proposta se resume a só ensinar a instalar x ou y pacote na mão? Se for isso, é muito bacana mesmo!
Wallacy no final do seu comentário acredito que você tenha começado a pegar o espírito da coisa. A idéia é justamente essa, fornecer informações para o usuário. Ao usar o Gerenciador de Ícones Mágicos, de forma quase que instantânea conseguimos que o usuário saiba: Do que se trata o programa em questão, o que irá ser instalado, qual o site do projeto, qual o “visual” do programa (Através do Screenshot).
Fora isso o modelo se baseia em outros critérios que até poderiam ser feitos em pacotes .deb, no entanto por tudo que já li sobre a filosofia do Debian, sobre a estrutura dos pacotes, o que pode e não pode…acredito que ao adaptar esse modelo para pacotes .deb estaria ferindo certas políticas deles e gerando debates desnecessárias, usando um modelo de pacote próprio me sinto mais a vontade para implementar novas funções.
O parágrafo acima é apenas 1 dos motivos de ter um modelo próprio, existem inúmeras razões, como por exemplo o fato de os pacotes .kng serem fáceis de desenvolver e manter, é um trabalho pensado mais no usuário do que em administradores.
Acho que quando eu lançar o texto explicativo sobre o sistema ficará mais fácil de compreender o por quê do modelo. Tem uma explicação extremamente ultrapassada no http://www.guiadohardware.net/comunidade/v-t/845720/ o modelo atual é mais mais completo.
Obrigado pelo comentário.
Me faz lembrar quando comecei no linux, usava o redhat até conhecer o kurumin 1.0… bons tempos…