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Gilberto Gil defende Cultura do P2P no Google Zeitgeist

“O ministro da cultura Gil tem se notabilizado por sua postura em defesa da cultura livre. Para ele a peerarquia, nome dado pelo ministro a prática disseminada na rede, de troca arquivos entre usuários p2p, se constitui em um fenômeno cultural importante, e que em vez de ser combatido deveria, pelo contrário, ser estimulado. Abaixo, temos um artigo publicado pelo site português Remixtures, que publicou na íntegra o pronunciamento de Gil na conferência Google Zeitgeist.”

Enviado por Sérgio José Dias (daradjaΘgmail·com) – referência (pelenegra.blogspot.com).

• Publicado por Augusto Campos em 2/06/2008 às 11:00 am
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Comentários dos leitores para “Gilberto Gil defende Cultura do P2P no Google Zeitgeist”

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  1. eje del mal (usuário não registrado) em 2/06/2008 às 11:04 am
  2. John Doe (usuário não registrado) em 2/06/2008 às 11:16 am

    Boa, por que ao invés disso o Ministro Hacker não coloca toda sua “obra” sob a Creative Commons para dar o exemplo a outros artistas?
    Falar que apoia a distribuição de conteúdo dos outros indiscrimidamente até minha avó faz.

    -jd

  3. Chaves: “Seu Madruga Jhon Doe, sua vovozinha canta muito no chuveiro?” hauahuahau

    Na minha opinião p “peer-to-peer” representa um fenômeno que não deve ser ignorado: a descentralização da informação. É a própria anarquia cultural: você obtem a informação que quer, da fonte que quer, ou mais confia. Não existe um “Grande Irmão” que dita o que você deve ou não ouvir ou ler. Neste ponto sou a favor do fenômeno. Um problema, no caso de informações sobre a sociedade é: em que fonte confiar? No site de um grande jornal ou no colega que te mandou um recado no orkut?

    Mas infelizmente a indústria de mídia, principalmente da música vive num mundo onde a informação deve ser centralizada. Num impera a vontade do usuário, no outro somente o do autor.

    A solução? não sei. Mas acredito que os dois lados – usuário e autor – devem fazer consessões; abrir mão de alguns direitos para que o elo não se rompa – usuário parar de consumir e o autor de produzir.

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