Fedora 10: não precisaremos mais do xorg.conf?
“Dê uma olhada no que diz a equipe de desenvolvimento do Fedora a respeito do fim da utilização do xorg.conf e entenda porque, ao longo do tempo, o arquivo de configuração do X vem sendo abandonado.”
Enviado por Henrique “LonelySpooky” Junior (lspookyΘfedoraproject·org) - referência (lonelyspooky.com).








Graças a Deus!
(saído do limbo)
Acho legal a idéia, mas acabar com o xorg.conf talvez não seja a melhor idéia. No máximo permitir que o sistema funciona normalmente sem este arquivo. Mas, para evitar
percaperda de tempo na detecção dos dispositivos em toda inicialização do servidor, seria interessante sim que houvesse um local para guardar as configurações, nem que possam ser geradas de forma automática. Sim, eu gosto do meu xorg.conf. Demorei um bocado para deixá-lo bonitinho… hauahuahNem imagino o dia em que disserem: “pronto, não precisamos mais do .vimrc”. Isto acabaria com a felicidade de toda uma nação :-)
E onde fica armazenada a configuração do monitor, teclado e mouse do sistema?
No link o cara falou que renomeou o arquivo e o X funcionou normal. Onde que o sistema armazenou a configuração do teclado ABNT2 dele?
/etc/sysconfig/keyboard por exemplo.
Em algum lugar os dados da configuração foram parar, se não é no xorg.conf vai ser em algum outro(s) arquivo(s). Qual é a vantagem?
Pelo que entendi, a maior diferença é em razão da configuração ser feita quase toda on-the-fly e automagicamente na hora que o X inicializa; isso é legal, mais ainda assim a configuração gerada tem que ir parar em algum arquivo temporário.
E se eu quiser que não seja automático, se quiser configurar na mão, como é que fica?
E o mais sério de tudo: isso vai virar um padrão, especificado, para que todas as distros adotem, ou vai ser mais uma divergência para esculhambar ainda mais e aumentar a salada geral?
Se entendi direito, tem gente pensando que as configurações geradas pelo Fedora serão todas binárias. É isso?
Claro que não! Serão geradas pelos seus respectivos servidores em arquivos de configuração individuais.
E quanto ao ficar apenas no Fedora… bem… se a idéia for boa, as outras distros vão usar sim. Não adianta lutar contra o progresso.
Henrique, entendi a situação. Já há tempos o pessoal do X.org vem trabalhando neste sistema de “sem xorg.conf”. Acho que começou a ser implementado na versão 7.3.
Mas, como manda o bom senso, que continue a opção para o usuário poder utilizar um arquivo de configuração, porque não? Se, por exemplo, quiser utilizar alguma configuração especial (como no xorg que uso, onde mapeio os botões do joystick), que possa utilizar. Algo assim:
se (existe arquivo de configuração) então
carrega informações do arquivo de configuração
se (deu caca) então
carrega automaticamente
fim-se
fim-se
senão
carrega automaticamente
fim-senão
Sim, é o pior pseudo-código que alguém poderia escrever, mas ajuda a ter uma idéia :-)
Gosto da idéia de ter um sistema que funcione de forma automática. Mas também gosto da idéia de que o mesmo sistema possa agir exatamente da forma que eu desejar.
Obs: tente não usar a expressão “não lute contra o progresso”. A história da humanidade já mostrou o quanto ela é falaciosa. É uma dica sincera mesmo :-)
Tudo bem… exagerei ali. hitler e seu “progresso” genético que o digam. ^^
A mensagem que eu quis passar foi bem menos pretenciosa. Apenas esse é o caminho natural do X e muito provavelmente deve ser seguida por todas as distros que usam o X. Não é que seja uma “coisa de Fedora”, afinal, é mais uma “coisa de X”.
O fedora, que é claramente laboratório de tecnologia nova, vai ser o primeiro afetado. Se a idéia for ruim, sem remorso, volta tudo ao que era antes.
A propósito… eu pensei que era o único que gostava do desenho do Tenchi.
tenchi, Acho que vai continuar a opção por poder usar o xorg.conf. O Arch Linux, por exemplo, já vem com o X.org que implementa esse sistema e ainda é possível usar um xorg.conf se desejado.
PQP! Ao invés de ter um arquivo com todas as configurações armazenadas num único local, passaremos a ter VÁRIOS arquivos diferentes em diversos lugares e você ainda chama isso de “progresso”.
:-|
O Fedora é o beta da RED HAT, onde os erros são corrigidos e analisados. Por isto as inovações. A isca foi jogada. Vamos ao combate.
:)
Não é nada do que estão falando (a menos que o Fedora tenha mudado alguma coisa do X.org padrão, que eu duvido muito).
Simplesmente não existem mais arquivos de configuração obrigatórios. É tudo detectado pelo X sempre que ele é iniciado. Há também suporte para hotplug de dispositivos - um mouse USB por exemplo é detectado ao ser plugado, e já passa a funcionar sozinho.
É claro que layout do teclado é algo que não pode ser detectado. Mas o KDE e o GNOME, por exemplo, já definem o layout de teclado utilizando ferramentas próprias. E quem usa ambientes que não tenham isso pode utilizar o setxkbmap.
E claro, a pessoa sempre pode utilizar um xorg.conf se desejar, como eu disse no comentário anterior.
nao é coisa de fedora, é coisa de x.org, o ubuntu 8.10 beta tbm tem isso acho…
Faço minhas as palavras do Tenchi… Adoro meu xorg.conf, é o mesmo desde que migrei pra Fedora. Guardo-o com muito carinho e gosto de poder configurar o que preciso nele de acordo com a minha vontade. Até por que o hal NUNCA funcionou bem comigo.
E, por exemplo, onde eu poderia colocar meu hardware proprietário da Nvidia para funcionar no meu X do Fedora sem o xorg.conf? Não achei nada a respeito disso na internet (até por que isso é tudo muito novo), uso o driver do próprio site ao invés do kmod-nvidia…
(cada vez com menos vontade de testar o F10).
Revoltado,
Já fazem algumas versões que o X tem tomado esse rumo. Versões com autoconfiguração já estão no Ubuntu, SuSE, e toda e qualquer distribuição que use uma versão recente do X.org.
Seria legal se você ao menos acompanhasse o trabalho que vem sendo feito, percebesse que isso não é coisa do Fedora, e que além de tudo isso, tem uma aplicação importantíssima. Linux precisa ser mais automático, menos manual.
E não sou eu quem pede isso, é o mercado. Ao contrário de você, que vive de mesada, eles não costumam compilar tudo na unha e passar dias só pra fazer o X.org funcionar, gerando aquela comoção na empresa.
O classico mecher com oque ta funcionando bem, e com tanta coisa no fedora precisando de melhorias; já fui fedora user, não curti o yum fraquinho de mais, ainda bem que conheci o gentoo|portage =)
Cof! Cof! Deixa eu repetir: “Os arquivos de configuração serão gerados por outros servidores, mais especializados em determinadas áreas que o X”. Tá todo mundo falando como se nunca mais fossem editar um arquivo pra ajustar a resolução da tela.
KISS, lembram, amigos? Será que é legal o Xorg cuidar de mouse, teclado, vídeo, scanner, webcam, joystick e mais um monte de tralhas? Ou ter aplicativos voltados apenas para essas tarefas e que possam fazer isso de forma melhor?
O Xorg caminha para o fim do Xorg.conf, o Fedora ser o primeiro a usar é apenas pq (não me levem a mal as outras distros) a maioria das coisas novas saem no fedora primeiro. É uma bêncão e uma maldição, mas é fato.
Vão fazer igual ao apache2 então ?? Tipo assim, dividir um prático httpd.conf único em um monte de arquivos só pra encher o saco ?? Isso é “KISS” ?? Parece mais um rabo de cavalo, que progride indo pra baixo…
Tomara que eu esteja mesmo tonto de sono e tenha entendido errado…
Tonto
@Tonto,
Sim, você, provavelmente está.
Vão fazer igual ao apache2 então ?? Tipo assim, dividir um prático httpd.conf único em um monte de arquivos só pra encher o saco ?? Isso é “KISS” ?? Parece mais um rabo de cavalo, que progride indo pra baixo…
Deve ser a tão pregada e anunciada “evolução” do mundo *nix…
Se é que podemos chamar essa patifaria de evolução!
Na época em que começaram a implantar o auto-mount em mídias removíveis a reação foi a mesma. Pouco a pouco, o usuário vai perdendo a interatividade com o sistema, que vai se simplificando em seu uso para os usuários novatos. E esse é o objetivo do sistema operacional que pretende conquistar o desktop; passar despercebido. Antigamente para configurar uma placa de som era necessário usar um dump e configurar os parâmetros todos manualmente. Já a red-hat usava o sndconfig e finalmente, não se faz mais nada. O sistema iniciava em modo texto e posteriormente se iniciava a interface gráfica. Passado o tempo, gerenciadores gráficos de login surgiram. Depois o login automático e lá se foi o conceito de segurança e privacidade, apesar de ainda ser possível digitar a senha para o login - só que não se usa mais.
E assim vai se perdendo os conceitos que fazem o Linux parecer cada vez menos um *NIX.
E se parecer cada vez mais com um wind0w$.
Aliás, não é o que a maioria quer? Um wind0w$ gratuito para eles usarem com horcúti e hemiéssiêni?
Mas nem tudo está perdido para os heavy-users, ainda existe o LFS e os BSDs :-)
O negócio é: LIBERDADE de escolha, ampla e irrestrita! Sempre!
Pra mim o negócio é muito simples… ou seja, a utilização OPCIONAL do xorg.conf. Então pra quê esse estardalhaço? Quem usa drivers NVIDIA certamente vai precisar de uma ou outra opção obscura nesse arquivo de configuração… eu prefiro não abrir mão por enquanto.
O Fedora cada vez melhor. A outras distros com certeza irão correr atrás e fazer o mesmo. A cada PC que instalo, noto maior performance a cada versão nova do Fedora.
Suhanko, uso o slackware e até hoje posso montar CDs tanto manualmente quanto automaticamente. Posso logar tanto usando o KDM, gdm, entranced, wdm, xdm, slim (…) quanto logar num terminal em modo texto.
Como foi dito, o “medo” não é que que surja uma nova forma de configuração do X (quanto mais possibilidades, melhor, afinal não estamos no Windows), mas sim que acabem com as “formas clássicas” de fazer as coisas.
O Unix originalmente era feito para ser simples, tudo guardado em arquivos textos e de fácil manipulação. O Linux ainda se utiliza muito disto. Novas formas não devem implicar no fim das formas antigas.
Ah, e integrar o X com o HAL é excelente. Assim, na melhor das hipóteses, cada coisa faz o que tem q fazer: o HAL cuida do hardware e o X de “exibir pixels na tela”. Mas há quem não goste do HAL (ou do consolekit, aquela coisa que até hoje não sei para que serve), pois muitos destes daemons ocupam muita memória e processamento, coisa complicada em máquinas antigas.
O Fedora não é a primeira distro a implantar isso, e também não vejo nenhum problema no fato de o X adotar essa postura de auto-configuração caso o xorg.conf não exista.
Sim, é como descrevi. APESAR de ser possível fazê-lo manualmente. E não apenas slack. Qualquer distro ainda funciona como slack, basta conhecer o sistema.
Compreendi também o medo da falta de opção, mas como descrevi relacionado ao som - não se faz mais dump da placa. Infelizmente nem o nome do programa que era usado eu lembro. O tempo se encarregou de gerar o esquecimento e um dia, seguindo esse novo modelo, o xorg.conf também deverá ser esquecido.
Mania de tentar substituir um simples arquivo por trocentos processos e configurações… isso não me parece coisa do Xorg…
Exatamente esse o problema -> todo mundo aceita passivamente o que lhe é imposto sem reclamar e no final se esquecem e acham tudo normal. Infelizmente.
MAS EU SOU DA RESISTÊNCIA E NÃO ME ENTREGO JAMAIS!
QUEM QUISER FAZÊ-LO TUDO BEM, É PROBLEMA DELES MAS EU NÃO E TENHO CERTEZA QUE MUITOS OUTROS PENSAM ASSIM.
VIVA A LIBERDADE!
E VIVA A FILOSOFIA KISS :-D
foobob, Grobsch e Revoltado, falaram tudo! :D
Po… fui moderado por ter feito uma critica devido a algo q eu n concordo? To vendo q o mundo linux vai bem mesmo (foi oq eu falei mal do ubuntu?)… Mas enfim.
Como eu disse n vejo problema nenhum em facilitar as coisas, mas como alguns aqui ja disseram o lance n é facilitar e sim manter a opção. Imagine vc com um hardware q o programa n detecta certas caracteristicas q vc quer e aí vc vai no arquivinho depois de ler a documentação e descobre q n tem mais… É de deixar qualquer um louco. Claro q é bom as coisas funcionando altomaticamente, mas e se n funcionar? Como vc faz? Cade a outra opção.
O q eu n entendo é q isso ja se faz hj. A maioria das dristros detectam o hardware legal e ja deixam bem configurado, mas aí q vem a sacada: se vc tiver alguma coisa a mais q queira fazer tem como. Mas e se o xorg.conf sumir vai ficar como? Vai mudar pra xorg2.conf? Aí n muda nada… a vai mudar de lugar? Tb n muda nada. N vai ser dividido… sim, mas na pratica tb n muda muito. Só complica. A n ele realmente vai desaparecer. Aí me desulpem, mas é exatamente o q n se deve fazer.
Cara, o Fedora eh uma distro tosca. Tudo por baixo dos panos nao eh interessante. E se der pau na autodeccao do automagico? Vai ter que instalar tudo? Realmente, isso nao eh evolucao…so na sua cabeca!
É a primeira vez que vejo alguém contra modularização.
Se é possível o X saber as resoluções possíveis do meu monitor, por exemplo, porque eu precisaria avisar as resoluções possiveis? Peço somente a que eu quero default. Se eu tenho mouse ou não e o sistema souber disso, pra que eu tenho de definir?
As configurações tem de ser somente as que o usuário poderia querer personalizar.
marcosalex, é engraçado, mas a maioria dos monitores hoje em dia é meio que “inteligente”. Não são somente um dispositivo extra; são capazes de informar coisas básicas ao computador, neste caso, resoluções, freqüências suportadas, modelo e marca do monitor, etc. É algo realmente engraçado.
Assim penso que não é muito difícil para o X saber quais as características da maioria dos monitores hoje (até aqueles que tem o selo “compatível com windows 3.11,95,98,Me,200,XP,Vista…” :-)).
Mas a questão é: default significa “quando tudo mais falhar”, e muitas vezes queremos mais que o default. É aí que entram os ajustes manuais que automágica alguma resolve. É como comparar algo feito numa linha de produção com algo que você teve o maior trabalho para fazer manualmente, único. Tá, exagerei na comparação :-)
@hneto
A resposta é modularidade e simplificação de manutenção, pois se as configurações forem divididas em arquivos (que no caso são sessões) será muito mais simples e direto manter uma boa configuração sem afetar outros módulos de forma drastica.
Isso foi usado tanto no apache2 quanto na troca do inittab e realmente funcionam e tornam o processo de configuração muito mais simples e independente, tanto para ser alterado manualmente (já que você só esta trabalhando em apenas uma área da apliação e não em todas ao mesmo tempo) quanto para ser alterado via automatizadores (como o Yast2 por exemplo), neste caso esse tipo de sistema evita um monte de dores de cabeça futuras, claro que para se acostumar a principio é complicado, já que você vai procurar por aquelo que já conhece e não encontra e dessa forma se vem a resistencia a novos modelos tecnológicos.
A mesma coisa aconteceu com a orientação a objetos, interface gráfica, mouse, monitor, internet, voip e entre tantos outros, o papo é sempre o mesmo, já que muitas vezes os envolvidos não entendem da tenologia ou do conceito e vantagens no que resulta concerteza na discurção interminável de “pra quê isso?” sem ouvir o quem está explicando.
Espero que esse conceito der certo assim como deu com o conceito do apache2 para simplificar a manutenção e reduzir o excesso de dore de cabeça causado pela perda do único arquivo.
@tenchi
Pelo que me consta o Unix não veio com a idéia de ser simples, mas de ser multiplataforma, multiusuário, seguro e ser modular, por essa razão se existia sempre o uso de arquivos de configuração editaveis.
No caso de tudo em um só lugar nem sempre quer dizer seguro ou simples, já que quem tem acesso a este arquivo está com todo um sistema em suas mãos, no caso fez merda vai ter um baita trabalho para concertar, mas no caso de várias áreas divididas em arquivos distintos, caso faça merda em um arquivo só vai precisar concertar aquele arquivo, além de que esse processo poderá ser automatizado de forma mais segura, pois muitas vezes é sabido que em arquivos de configuração geralmente se faz a mesma coisa com pequenas alterações, que acabam demandando tempo sem necessidade, já modularizando é possível para o desenvolvedor ou administrador automatizar melhor a manutenção de forma mais dedicada ou criando scripts ou criando programas, neste caso o processo fica mais seguro e mais simples.
Geralmente quem usa Slackware é muito conservador, até mesmo o pessoal critica o GRUB pelo LILO sem saber das vantagens do GRUB, só porque o LILO veio antes, independente do valor tecnológico do mesmo, eu também fui usuário do Slackware e gostei muito do sistema, mas aquele conservadorismo todo começou a me deixar muito distante das novas tecnologias promissoras, me dando a impressão que estou vivendo na idade média quando dizer que a Terra é redonda é acusado de bruxaria e deveria ser queimado na fogueira.
Até o Subversion que veio para substituir o CVS foi criticado sem ver as vantagens que este tinha em relação ao CVS, até Linus diz que CVS é um torrador de cerebro e concordo com, pois o Subversion realmente torna o controle de versão mais agradável e mais simples, com menos dores de cabeça, a configuração do CVS é de podre de complicada além de sempre dar muita bronca, nem suporte a binário o CVS possui e o sistema é todo feito por scripts, ai veio o pessoal do BSD e criou o Subversion com apenas um único objetivo substituir o CVS ai vem a resistencia e diz o Subversion é uma merda sem saber do que está falando, peraí pessoal, para mim isso não é nem administrador de sistemas e nem programador ou é um usuário comum ou é um DBA.
NOTA DE CURIOSIDADE: Sabiam que a impressa foi criada na época da Idade Média, contudo seu criador nunca havia divulgado por medo de ser queimado na fogueira.
Cada caso é um caso, por exemplo, quando instalamos um linux para um determinado cliente em nosso laboratório e o mesmo o leva para sua empresa, essa detecção automática, resolve o problema que tínhamos antes da detecção automática. O referido cliente levava um PC instalado em um tubo de 17” e ao instalar na sua empresa com um LCD era o maior stress. Isso pelo menos foi resolvido e ficou muito melhor nas versões recentes do Fedora.
Nego fica brigando aqui por causa de coisa tão pequena!
Sou a favor de eliminar qualquer configuração chata de ficar fazendo, quanto mais automático melhor e mais prático, mas não discarto as configurações manuais.
Tá na hora de acabar com essa mentalidade linux-to-hacker e começar a pensar linux-to-user, creio eu que a Canonical, a Mandriva, a Suse e a RedHat já estão nessa.