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Dramas da vida real: trabalhar com informática

“Se você trabalha com informática, provavelmente já se deparou com situações parecidas, então, aproveite para rir um pouco da sua própria desgraça. Se você não trabalha com informática, que tal dar uma olhada no mundo maravilhoso do “suporte técnico”? Veja no link a seguir.”

Enviado por Henrique “LonelySpooky” Junior (henriquecsjΘgmail·com) – referência (lonelyspooky.com).

• Publicado por Augusto Campos em 23/08/2008 às 12:00 pm
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Comentários dos leitores para “Dramas da vida real: trabalhar com informática”

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  1. Realmente é uma faceta horrível nesta profissão. Para a grande maioria dos ignorantes, “mexer com computador” engloba projeto de mainframes a limpar bolinha de mouse. Isto quando não pedem para ligar o videocassete na TV como se fosse uma das especializações de uma adm de rede ( já aconteceu comigo ).

    O que costumo fazer com os chatos fora de expediente nesta situação (90% são problemas particulares. Chegam a trazer laptops da esposa para “dar uma olhada”) é atender sorridente, escutar por 30 segundos e perguntar se quer marcar para sábado de manhã uma visita técnica ao custo de 200 reais.
    Quando reclamam do valor e do horário, eu pergunto se não querem trocar por outro favor, como por exemplo fazer um levantamento da contabilidade da minha família e gerar um relatório com sugestões de otimização, isto enquanto eu executo o serviço no laptop da esposa dele.

    Ninguém topou até hoje.

  2. André Bicudo Larrubia (usuário não registrado) em 23/08/2008 às 1:35 pm

    Excelente post. Com certeza é possível explorar um monte de situações corporativas em que tentam entubar algo pessoal. O negócio é ligar o taxímetro e cobrar a grana que vale pelo serviço e know-how!

  3. Fabio (usuário não registrado) em 24/08/2008 às 12:10 am

    E mais uma coisa, não existe uma divisão clara do “pessoal da informática”, existem os “verdadeiros” que são os do software e os falsos, que trabalham com hardware. E pior são as pessoas que não tem a mínima noção desta separação e tratam um desen. senior como se fosse um reles “trocador de placas”.

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