Ubuntu: Distrowatch critica o fenômeno das críticas à mais popular das distribuições Linux
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Leia também: Como lidar com a explosão de popularidade do Ubuntu, preservando a diversidade de distribuições.
“O texto principal do último boletim semanal do Distrowatch.com (um dos mais respeitados sites sobre os lançamentos em SOs livres – Linux, BSD, openSolaris…), comenta sobre duas polêmicas que têm sido frequentes em discussões sobre o universo das distribuições Linux: As acusações de violação da GPL por parte de algumas distribuições – como no caso os acordos entre Novell e Microsoft -, e uma segunda parte que trata de repulsa de um grande número de pessoas pelo projeto Ubuntu.
Como o segundo tema citado também tem aparecido bastante em discussões recentes no Br-linux, achei interessante trazê-lo. Segue o início: “Se você se basear no que lê em fóruns e blogs, deve imaginar que o Ubuntu é a distribuição Linux mais odiada do planeta. Não somente porque foi fundado por um milionário, turista espacial e capitalista agressivo, mas também porque o Ubuntu foi criado (de acordo o CEO de uma outra empresa que comercializa Linux) com o único propósito de destruir todas as distribuições que existem no mercado.””
Enviado por Gabriel f. (gabriel·jgtfΘgmail·com) – referência (distrowatch.com).

A conclusão é interessante: “Ao mesmo tempo em que nenhum leitor inteligente vai algum dia levar estes críticos mencionados no texto a sério, eles mesmo assim prejudicam a imagem da comunidade Linux e desencorajam que novos usuários se juntem a nós. Algo pode ser feito sobre isso? Não muito, aparentemente. Até que as pessoas comecem a ler o que elas mesmas escrevem e percebam que a atitude negativa sem sentido contra a mais popular das distribuições é contra-produtiva, nós teremos que conviver com o fato de que quem está com mais destaque é também o mais odiado – ao menos nos mais imaturos e destrutivos círculos da Internet”.
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Mas a reportagem também diz que isso é próprio do ser humano, porque, quando a Mandrake era a distro número 1, há alguns anos atrás, ela também era malhada por Deus e todo mundo.
É assim mesmo: quando a PCLinuxOS, fraudulentamente ou não (isso ainda é motivo de controvérsias), tomou o pódio do Linux por algum tempo no site da DW, começaram a aparecer, pela primeira vez na vida, avaliações negativas sobre ela.
A coisa é tão artificial, que a Linux Mint, que é pouco mais que Ubuntu + dois ou três scripts sem grande valor agregado, é saudada como ótima. Bem, até o dia em que ela for primeiro lugar… (se isso vier a acontecer, claro).
O ceti tem razão. Ubuntu, uma BAITA distribuição. Vai de encontro àquilo que todo usuário quer: facilidade!
Eu mesmo a usei e muito.
Sou da época que usar Slackware (outra fantástica distro) era pra macho! Pra “nêgo” bom!
Hoje uso o Archlinux. Não porque é melhor ou porque tenho repulsa ao Ubuntu, apenas por me adaptar melhor à ela.
O Ubuntu está no caminho certo.
E que essa “concorrência” faça outras fantásticas distros (Suse, Mandriva, RedHat, Fedora, etc…) a sempre premiar o usuário final com um produto de qualidade….
Abraços.