Caso de sucesso com o BrOffice
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“Abordarei nesta postagem uma solução voltada principalmente para empresas, seja de pequeno, médio ou grande porte. Se o assunto é legalização de software e economia, apresentamos a quem não conhece a suíte livre BrOffice, versão brasileira do OpenOffice. Estou trazendo para os leitores a experiência de uso do BrOffice em 68% das estações da empresa onde trabalho. Vale lembrar que no meu caso instalei o BrOffice nas estações que possuem Windows XP Professional.
Resolvi aderir a esta mudança após a decisão de regularizar todos os softwares utilizados na empresa. Inicialmente não foi fácil fazer as pessoas se acostumarem a usar uma coisa que nunca tiveram contato. A rejeição foi pequena (20% não se adaptaram à nova ferramenta). As maiores reclamações foram das pessoas dos setores financeiro e faturamento.”
Enviado por Diego Santos (diegoΘmormaiisunglasses·com·br) – referência (infoneural.com).
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broffice é uma excelente ferramenta, a unica coisa que eu acho que deveria ser estudado, seria a questão da usabilidade.
A questão de nomes, deveria ser mais simples e coisas do tipo.
Fora isso, é a velha briga de compatibilidade com os .doc.
“Inicialmente não foi fácil fazer as pessoas se acostumarem a usar uma coisa que nunca tiveram contato.”
É. As pessoas nunca tiveram contato com planilhas ou formatadores de texto. Interfaces gráficas com usuário, então… nem se fala!
O poder de um nome, não? Windows, Word, Excel, Photoshop…
E não me venham falar em usabilidade. Usabilidade pra usuário molenga significa: “X funcionar igualzinho a Y, falhas e tudo mais”
Não é tudo igualzinho não. Vai usar a autosoma para você ver, só para ficarmos em um exemplo… O que ele quis dizer de algo que nunca tiveram contato foi o próprio pacote, porque sabemos como são a maioria dos usuários: mudou um ícone de lugar já era… E tem a questão do nome que você citou, porque o usuário intoxicado pela microsoft treme quando escuta algo como linux, software livre, openoffice…