Boot do Linux nas urnas eletrônicas: mais fotos, e um vídeo
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Atendendo a uma sugestão do leitor Luiz Angelo de Luca, e após o interesse despertado pela matéria da semana passada com uma foto do Linux dando boot nas urnas eletrônicas no primeiro turno, procurei a Secretaria de Tecnologia da Informação do TRE de Santa Catarina e pedi permissão para fotografar de perto o boot.
Recebi permissão, e fiquei durante meia hora, acompanhado por um especialista na aplicação do equipamento, entendendo como ele é operado e fotografando – sem qualquer restrição – o boot do equipamento. Foram vários reboots, executados pelo especialista, a meu pedido, para permitir tirar meia dúzia de fotos em que dá para ler as mensagens sendo exibidas pelo kernel durante a inicialização.
A urna disponibilizada para as fotos é a mesma disponibilizado para a imprensa em geral em situações similares, embora a imprensa costume estar bem mais interessada em fotografar os aplicativos do que o boot do kernel. Ela tem suporte a identificação biométrica, e é exatamente o mesmo equipamento – e o mesmo software – empregado no primeiro turno, na semana passada.
Publicarei as fotos amanhã de tarde, em tamanho normal e em tamanho reduzido. Se vocês tiverem alguma pergunta sobre o uso do Linux em si na urna, podem inseri-la nos comentários, e eu procurarei encaminhar à Secretaria da Tecnologia da Informação, informalmente, e depois publicarei a resposta que receber. Mas já aviso: vou me restringir às questões relacionadas diretamente ao Linux, ok?
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Que legal! Agora vou poder ver as mensagens de boot =) No dia da foto não consegui ler =(
Será que agora vai dar para ver qual é a distro?
InFog
Acho extremamente valido ter Linux nas urnas. Simples, gratuito e transparente, mas ainda não me convenço no transporte das informações para o TRE :S
Rodrigo, antes de a unidade removível ser retirada da urna, no próprio local de votação, são emitidos relatórios impressos da votação de todos os candidatos, sendo que uma cópia é entregue aos partidos, e outra é afixada à porta do local, para consulta pelo público.
Assim, independente de qualquer questão tecnológica, creio que não restaria maneira de alterar estas informações durante o transporte, a não ser que todos os partidos e a população presente fossem cúmplices!