Associação brasileira desiste de perseguir usuários de P2P
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Associação que diz defender direito autoral declara que só pretende denunciar quem lucra com o comércio de produtos piratas.
O presidente da Associação Brasileira de Direito Autoral, José Carlos Costa Netto, disse em audiência, em Brasília, que não faz sentido estúdios e gravadoras abrirem processos contra quem baixa MP3 e vídeos na web, como ocorre com freqüência nos Estados Unidos, por exemplo.
Netto defendeu vigilância e repressão contra os grupos que produzem e distribuem em massa mídias de áudio e vídeo desrespeitando o copyright de editoras, estúdios e autores individuais. Netto defendeu a adoção de campanhas educativas para tentar diminuir o consumo via P2P de arquivos protegidos. (via info.abril.com.br)
Saiba mais (info.abril.com.br).
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Campanha educativa também nunca funcionou. Até agora não apareceu nenhuma forma eficaz de combater a pirataria via redes p2p e a tendência é ficar cada vez mais difícil, já que o número de usuários de banda larga no país cresce a cada ano, a venda de pendrives e dispositivos bluetooth também e o uso de Wi-fi tá popularizando, ou eles descobrem uma forma totalmente nova ou então mudam completamente o seu negócio. E isso é mundial!
Aqui no Brasil é interessante que as gravadoras cada vez mais se concentram em promover os “medalhões” enquanto as bandas menores vão ficando por conta dos meios alternativos.
Nada mais justo =)
Igual as drogas? Só quem produz/vende é penalizado e para o usuário que consome não acontece nada? Prende um traficante e aparece outro … no caso da pirataria, vai prender um distribuidor e vai aparecer outro.
Campanhas educativas ajudam, mas não resolvem. Deveria sim se focar num primeiro momento em quem lucra com a pirataria e depois, em algum momento, também vir atrás de quem consome produtos piratas.
Só existe quem distribui porque existe quem consome, tanto drogas como pirataria.