

<div id="comment_title"><!--acac-->wallysou (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-67858" title="">9/11/2009 &agrave;s 2:54 pm</a> </div>
<p>favor corrigir:</p>
<p><strong>de GCU para CGU</strong></p>
<p>visite:</p>
<p><a href="http://www.cgu.gov.br/" rel="nofollow">http://www.cgu.gov.br/</a></p>
<p>Att.</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Claudemir (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-67859" title="">9/11/2009 &agrave;s 2:57 pm</a> </div>
<p>Desculpe-me mas a data correta é 13/11/2009</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->john (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-67869" title="">9/11/2009 &agrave;s 3:57 pm</a> </div>
<p>Se eles são hackers, meu nome é John Mitnick!!</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Vinícius (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-67883" title="">9/11/2009 &agrave;s 4:58 pm</a> </div>
<p>Hackers? ahuahuauh&#8230; realmente em pleno fim de 2009, a mídia/pessoas ainda não entendem esses termos =\</p>


<div id="comment_title"><!--acac--><a href='http://cantinhotk90x.vilabol.uol.com.br/' rel='external nofollow' class='url'>Reikainosuke Nekomata</a> (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-67888" title="">9/11/2009 &agrave;s 5:13 pm</a> </div>
<p>Corro o risco de estar cometendo uma injustiça, mas para mim isso tudo cheira a propaganda. Não sei se tem validade técnica.</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Gabriel Rezende (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-67924" title="">9/11/2009 &agrave;s 9:04 pm</a> </div>
<p>@Reikainosuke Nekomata</p>
<p>Bom, pelo o que falam por ai o TSE não deixa os hackers fazerem um monte de coisa, estipulam um tempo para cada um &#8220;brincar&#8221;, não deixam mexer muito fisicamente na urna&#8230; Enfim, se é possivel invadir uma urna, eles (TSE) não vão deixar.</p>


<div id="comment_title"><!--acac--><a href='http://br-linux.org/' rel='external nofollow' class='url'>FlavioMachado</a> em <a href="#comment-67942" title="">9/11/2009 &agrave;s 11:31 pm</a> </div>
<p>Quanto desinformação &#8230;</p>
<p>Se for possível invadir, eles vão deixar e, claro, logo depois corrigir o problema.</p>
<p>O complicado é querer achar que dá para invadir remotamente uma urna ou o próprio sistema do TSE, sendo que ambos não são conectados à Internet. Ou achar que dá para trocar os cartões da urna sem quebrar o lacre (e por consequência, invalidar a urna). Mas se não pode tentar remotamente (o que não seria possível durante uma eleição), então é porque o TSE é mau e quer identificar as pessoas e restringir os testes. Pode não ser o ambiente ideal, mas também não tão restrito quanto os &#8220;experts&#8221; daqui querem fazer parecer. O ambiente apresentado é muito mais aberto que no dia da eleição e ainda reclamam que não é só encenação. Quero ver quem tem coragem de ficar lá descolando o lacre da urna na vã esperança de conseguir removê-lo sem romper, trocar o cartão sem que o mesário perceba o reboot da urna, inserir os certificados e senhas necessários para depois gerar um disco válido, tudo isso em 1 a 2 minutos para não chamar a atenção dos fiscais e dos mesários. Boa sorte para quem acredita em Papai Noel.</p>
<p>Quem for melhor que esses caras, que se apresente e faça o seu show. Grantidamente vai ganhar um empregão em qualquer empresa de segurança do mundo. Mas é muito mais fácil acusar a Justiça Eleitoral que provar, imagino. Assim não dá trabalho nenhum e é possível continuar regurgitnado as teorias paranóico-conspiratórias mais absurdas sem nem se dar ao trabalho de pensar na viabilidade técnico e econômica delas. Isso cansa &#8230;</p>
<p>Quanto a chamar de hackers, é meio forçado mas até dá para engolir vindo do UOL.</p>
<p>Flávio</p>
<p>P.S.: Sim, estou chateado e cansado de ver o baixíssimo nível de discussão e pensamento aplicado nos últimos tempos aqui no BR-Linux. O nível antes era muito melhor. Parece que a teoria do &#8220;Se hay gobierno, soy contra&#8221; ainda se mostra popular entre o pessoal. Que pena, governos são capazes de fazer muita M&#8230;., é verdade mas não são capazes de tudo. Um pouco de paranóia é até razoável e pode ser saudável, passando do ponto é só cansativo e doentio.</p>


<div id="comment_title"><!--acac--><a href='http://lkraider.eipper.com.br' rel='external nofollow' class='url'>LKRaider</a> em <a href="#comment-67944" title="">9/11/2009 &agrave;s 11:53 pm</a> </div>
<p>Se forem testar apenas o que o FlavioMachado citou, ou seja, invasão da urna somente sob um cenário específico, como o de que o invasor seja um terceiro tentando adulterar a urna durante o processo de votação, também não é o suficiente para garantir a segurança.</p>
<p>Para um processo de análise de segurança, é necessário entender todo o processo, todas as pessoas envolvidas, encontrar os elos mais fracos e verificar as possibilidades de invasão. Então, por exemplo, não basta apenas verificar se a máquina não será conectada na rede durante a votação, mas se ela em algum momento de todo o processo recebe algum tipo de conexão externa.</p>
<p>E não apenas isso, mas as partes não técnicas do processo devem ser auditadas também para verificar se engenharia social pode ser usada para conseguir adulterar o sistema.</p>
<p>É uma avaliação complexa, e espero que seja realizada transparentemente para ser validada por qualquer observador externo que tenha condições e interesse para fazê-lo.</p>


<div id="comment_title"><!--acac--><a href='http://br-linux.org/' rel='external nofollow' class='url'>FlavioMachado</a> em <a href="#comment-67949" title="">10/11/2009 &agrave;s 12:42 am</a> </div>
<p>LKRaider,</p>
<p>  Esse é o tipo de resposta que eu espero encontrar aqui: analisar as possibilidades e tentar bolar as formas de encontrar os problemas.</p>
<p>  Eu não sou o dono da verdade mas não consigo aceitar algo como &#8220;isto deve ser algo cerceado&#8221; ou &#8220;eles estão escondendo o jogo&#8221;, etc. Entender o processo é a chave, tem que ser verificado TODO o processo.</p>
<p>  Só ajudando um pouco, a urna NUNCA fica conectado a nada além do teclado do mesário-chefe. Tudo nela é offline.</p>
<p>  Quanto aos computadors que processam os votos, NUNCA ficam diretamente em contato com a Internet, apenas com o resto da rede da Justiça (se ainda for como era enquanto eu trabalhava lá). Não acredito que tenha mudado.</p>
<p>  Engenharia Social, como? Adulterar o sistema indo lá e mudando o quê? Os programas são assinados por certificados digitais, na presença de muitas testemunhas, de vários partidos. Durante a eleição ninguém pode mudar nada nas urnas, nem a Justiça Eleitoral. Então não adianta chegar lá dizendo que vai fazer manutenção que no máximo vai conseguir ser preso. No TSE e TREs tem acesso biométrico nas dependências da Informática, não abrem para ninguém de fora. Mesmo eu conhecendo alguns seguranças de lá, nunca consegui entrar só na lábia, sempre fui obrigado a me anunciar para quem pode autorizar a entrada  e só pude entrar na sala de trabalho &#8220;normal&#8221;. Isso porque sou ex-funcionário, imagino como deve ser &#8220;fácil&#8221; convencer alguém lá que você quer entrar nas salas mais seguras. Boa sorte.</p>
<p>  O que eu citei não é extensivo, não pretendi dizer que era para testar apenas uma ou duas coisas. Pelo contrário, tem que validar TUDO, eu quero eleições limpas, sempre! </p>
<p>  Meus cumprimentos adiantados para os abnegados que estão tentando encontrar os problemas, ninguém melhor que eles para me ajudar a manter a convicção que o sistema é limpo. Enquanto eu trabalhei lá, era. A segurança era quase paranóica.</p>
<p>Flávio</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Troller (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-67960" title="">10/11/2009 &agrave;s 8:34 am</a> </div>
<p>@FlavioMachado</p>
<p>Segurança é algo um pouco assim mesmo.  Como o ovo de Colombo.  Se se for pensar em todas as possibilidades, você pode simplesmente concluir que está tudo invulnerável.  Até que vem alguém e faz algo com o que você sequer imaginava.</p>
<p>Uma máxima da segurança da informação é que um sistema 100% seguro seria tão protegido que seria impossível de se usar.</p>


<div id="comment_title"><!--acac--><a href='http://cantinhotk90x.vilabol.uol.com.br/' rel='external nofollow' class='url'>Reikainosuke Nekomata</a> (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-67969" title="">10/11/2009 &agrave;s 9:08 am</a> </div>
<p>O Troller apresenta um interessante argumento. Antes de naufragar por causa de um iceberg, Titanic era considerado insubmergível. Havia uma época em que se acreditava que não havia como superar a velocidade de 100km/h, pois o corpo acabaria sendo dilacerado. Durante milênios acreditou-se que a Terra era plana.  Hoje todo mundo vai dizer que foram erros crassos, que são conhecimento óbvios. Mas não eram óbvios antes. Dizer que um sistema é 100% seguro é propaganda pura. É negar a criatividade humana, para o bem ou para o mau. É desconhecer a história. </p>
<p>Interessante que os que defendem com unhas e dentes o sistema informatizado de votos, acabam dizendo que trabalham ou trabalharam lá. Não estou insinuando desonestidade ou má-fé. Talvez haja muita boa-fé, ou até excesso de fé. Assim como suponho que a tripulação do Titanic era muito honesta. Mas isso não impediu o naufrágio. Portanto uma pitada de ceticismo é salutar. </p>
<p>Não estou desmerecendo o trabalho do TSE. Só que eu sou muito cético puntualmente a respeito desse evento, que acho inócuo. Se eu tivesse real intenção e possibilidade de adulterar a urna, acham que iria me apresentar? Que uma fraude viria de alguma coisa óbvia e já conhecida?</p>
<p>Só acredito no aperfeiçoamento contínuo do sistema no seu uso real, cotidiano. Apareceram falhas? Vão ter que ser estudadas e corrigidas em tempo. E outras falhas, situações imprevistas, etc, fatalmente irão surgir. Que, ao serem estudadas, deverão ser corrigidas. Opa&#8230; isto me lembra algo. Ah, sim, é o modelo de trabalho dos softwares livres&#8230; exceto pela questão da transparência.</p>

