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Taurion lança ebook: Adotando o ODF como Padrão Aberto de Documentos

Enviado por Vitorio Furusho (furushoΘcelepar·pr·gov·br):

“O amigo Cezar Taurion lança ebook “Adotando o ODF (OpenDocument Format) como Padrão Aberto de Documentos” na web.

Parabéns ao Taurion pela publicação desse importante ebook, é uma memória do que foi conhecido como “A Guerra dos Padrões”. Esse livro é uma orientação aos dirigentes e técnicos do Governo, Empresas e Sociedades.

Li o ebook, é excelente. Recomendo a você que está lendo este post e aos seus amigos.

Para obter o ebook e saber mais, acesse o link a seguir.” [referência: softwarelivre.org]


• Publicado por Augusto Campos em 2009-07-23

Comentários dos leitores

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    Tércio Martins (usuário não registrado) em 23/07/2009 às 3:21 pm

    Tó com a pulga atrás da orelha com o ODF. Nada contra o formato, mas enquanto não fecharem as especificações do ODF 1.2, vai ficar difícil de criar um documento que seja aberto 100% no BrOffice 3.1 (que segue o Rascunho do ODF 1.2), o KOffice e o MS Office 2007 SP2 (que seguem o padrão ODF 1.1 final). Enquanto não resolverem esta disputa entre as duas versões da especificação, não dá para se falar em interoperabilidade.

    batata (usuário não registrado) em 23/07/2009 às 3:52 pm

    o que em si não é nenhum grande e enorme problema. So pra citar, nem a microsoft se entende com o “padrao” dela entre duas versoes iguais de qualquer office dela, empacotado em linguas diferentes.
    Ou seja, o que vc quer, tércio, é utopico.
    cai na real.

    Tércio Martins (usuário não registrado) em 23/07/2009 às 5:39 pm

    @batata:

    Pelas suas palavras, interoperabilidade é algo utópico, e a conversa do grupo ODF Alliance é pura perda de tempo. Se a Microsoft não consegue manter essa interoperabilidade, e nem a ODF Alliance, então vamos começar a salvar documentos no formato do WordPerfect :D

    E, para se manter um nível básico de comunicação entre instituições diferentes, seja do mesmo país ou não, deve-se haver um protocolo (língua, vocabulário-padrão, formato de papel, nível de confidencialidade do documento…). No meio “analógico” (entenda-se o papel) isso já está consagrado, e deve-se procurar também essa padronização em formatos digitais. Pode não ser preocupante pra você, mas para muita gente é importante uma padronização. Trabalho em faculdade, e conheço gente que não usa o BrOffice por causa das diferenças de formatação entre ele e o MS Office, e formatação é muita coisa em um artigo acadêmico.

    E, afinal, o mundo vive regulado por padrões. Negar a importância de seguir um padrão é assinar um atestado de isolamento, o que não é algo recomendável.

    Pedro (usuário não registrado) em 23/07/2009 às 5:42 pm

    @batata

    Cair na real?

    Eu sinceramente entendo a preocupação do Tércio Martins. Se houvesse um padrão finalizado do ODF 1.2, a compatibilidade entre os softwares que o adotam seria, praticamente, plena! Nada de problemas para o compartilhamento de arquivos entre usuários de softwares distintos.

    O ODF 1.2 é o mesmo que o ODF 1.0 apenas foram corrigidos bugs do padrão.

    rpm (usuário não registrado) em 24/07/2009 às 9:20 am

    Vocês só esquecem que pelo menos o BrOffice/Openoffice é gratuito, livre e multiplataforma. Mesmo que as pessoas fossem obrigadas a instalar uma determinada versão nova do BrOffice, o problema seria 1000 vezes menos grave do que no mundo do MS Office.

    O que acontece quando um .doc ou .docx desformata porque a versão do MS Office do cara é diferente ? Ou o cara compra a outra versão ou pirateia. E se não usar windows ou mac ? Não pode nem fazer isso.

    O pessoal está misturando as coisas nos comentários. Temos que ter cuidado com as paixões para que elas não atrapalhem.

    O fato do concorrente não conseguir seguir nem mesmo os padrões que ele criou e não ter interoperabilidade entre as versões de seus produtos não é desculpa para que nós façamos o mesmo.

    Precisamos ser melhores, ou pelo menos precisamos ser sérios.

    Se não nunca iremos conseguir mudar o “status quo” que está por aí.

    Ruim por ruim todo mundo vai preferir ficar com o ruim que já é conhecido.

    Rodrigo Borges (usuário não registrado) em 24/07/2009 às 12:10 pm

    Estou lendo. Muito bom. Valeu por compartilhar.

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