Nossa, e eu que pensava que essas coisas fossem privilégio do Brasil!!! (como ensinava muita gente neste blog!!!).
Se eles vão ter sucesso, eu não sei. Mas acho que algum tipo de regulamentação da Internet virá, mais cedo ou mais tarde. Igual ao mercado: todo mundo dizia que ele tinha de ser livre, que ele se auto-regulamentava etc, mas vejam onde isso levou: só vai conseguir sair do buraco com muita intervenção do Estado.
mas mas na França as pessoas são cultas, la é a terra da inteletualidade, liberdade de pensamento? mas mas..
“mas na França as pessoas são cultas, la é a terra da inteletualidade, liberdade de pensamento?”
Pois é, né… Para quem se julga primeiro mundo, belo retrocesso. Aliás, até concordo com a decisão. É ótimo. Agora finalmente alguém terá motivo para piratear a conexão com a internet!!! Então, não obstante em compartilhar conteúdo protegido, a própria conexão a rede deverá ser feita de maneira ilegal e, assim, ninguém pega. Parabéns França!!!
“O senado francês aprovou por unanimidade um projeto”
“recebeu 297 votos a favor e 15 contra”
Wikipedia:
Unanimidade (do latim unanimitate) é a completa concordância por todos[1]. Quando unânimes, todos estão imbuídos do mesmo espírito e agem conjuntamente como um todo indiferenciado. Muitos grupos consideram decisões unânimes um sinal de concordância, solidariedade e unidade.
dois emails de aviso, heheheheheh já to vendo os spans . “foi verificado q vc tava pirateando, clique aqui …”
O tal liberalismo criou isso, o mercado se auto-regula!
Agora é preciso criminalizar certas atitudes para regular o mercado, ou seja, manter a grana jorrando no bolso das pessoas certas!
O povo sempre será povo, enquanto não for consciente de seus direitos!
Um burro sempre será um burro e o cavalo, ah o cavalo!
Triste a medida da frança, um verdadeiro retrocesso. Quer dizer que agora a conexão vai ser vigiada para evitar este tipo de coisa? Pensaram alguns na implicação? Nunca achei os franceses um povo culto, nem o Europeu.
Como muito bem dizia nosso grande filósofo “tricolor”, Nelson Rodrigues, “toda unanimidade é burra”.