Enviado por Pablo R. Dinella (ipablo·rdΘgmail·com):
O Synapse tem muitos plugins semelhantes às lentes do Dash, e mesmo o Dash tendo mais funções, o Synapse ainda é uma boa alternativa.” [referência: linuxvlog.com.br]
Enviado por Pablo R. Dinella (ipablo·rdΘgmail·com):
O Synapse tem muitos plugins semelhantes às lentes do Dash, e mesmo o Dash tendo mais funções, o Synapse ainda é uma boa alternativa.” [referência: linuxvlog.com.br]
Enviado por Fernando Mariano (blogΘmariano·eng·br):
A rede social funciona com a filosofia de um wiki, pois qualquer pessoa pode editar uma página.” [referência: mariano.eng.br]
Enviado por jeferson salles (jefersonmattossallesΘgmail·com):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Essa é para quem gosta de escovação de bits: Andrew Kelley publicou uma loooonga descrição de como tirou proveito dos recursos avançados do moderno compilador livre LLVM (e do Clang) para realizar seu sonho antigo de fazer um emulador de videogame, mas deixando de lado justamente a etapa do emulador: ele deu um jeito de desassemblar o conteúdo dos jogos originais do Nintendinho e recompilá-los como binários nativos das plataformas suportadas pelo compilador – no caso dele, no Linux em 64 bits.
O vídeo acima mostra o seu teste sendo compilado e depois rodando nativamente. O primeiro jogo que ele resolveu atacar, como você pode ver, foi o Super Mario Bros 1, e por enquanto a técnica dele se restringe a jogos que se restrinjam ao hardware original do NES, sem trazer recursos adicionais mapeados no cartucho. Mas, considerando o que ele já alcançou, não duvido que ele vá adiante e passe a suportar alguns dos mapeamentos mais comuns.
Na semana passada começou a nova temporada do Papo de Buteco, agora quinzenal e em novo dia da semana, mas ainda reunindo uma turma interessada em conversar sobre assuntos relacionados à cena open source, numa promoção da turma do Ubuntu-BR-SC.
Eu participei, e também estavam por lá o anfitrião Thiago Hillebrandt, e também o Tiago Salem, o Og Maciel, a Marta Vuelma, o Luiz Rauber, o Daniel Lara e o Aprígio Simões, além das estrelas que participam via irc.
Vários assuntos interessantes foram debatidos, inclusive o Dreamhost trocando o Debian pelo Ubuntu, a recente notícia de que a a Canonical está desativando sua representação direta da América Latina, a defesa equivocada que determinados usuários fazem da superioridade do seu sistema operacional favorito, e vários outros.
Mas o que mais me chamou a atenção, especialmente pelos comentários off the record que recebi logo após, foi a discussão sobre o encerramento do Bug #1 do Ubuntu ("Microsoft tem fatia majoritária de mercado") por Mark Shuttleworth, que para mim diz muito mais sobre a mudança de visão da gestão da Canonical sobre a liberdade de software, do que sobre qualquer mudança de condições no mercado.
Esse tema começa aos 34 minutos do vídeo, e volta depois de vários parênteses, dê uma olhada.
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Cláudio Novais (ubuntuedΘgmail·com):
No entanto, Rick Spencer, um dos engenheiros do Ubuntu, tem algumas críticas sobre o sistema, nomeadamente o facto de, por vezes, aquecer o seu aparelho. Conheça as novidades, críticas e o vídeo demonstrativo de Jono Bacon.” [referência: ubuntued.info]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
No vídeo você pode ver algumas das funcionalidades principais como receber um telefonema e mensagens de texto, multitarefa, bem como alguns aplicativos como a app de tempo, navegador web, Friends (o aplicativo de rede social) e muito mais. funcionalidades básicas”.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Avisem para a @martavuelma!
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
COBOL é uma das mais antigas linguagens de programação e concebida principalmente por Grace Hopper. Seu nome é um acrônimo para a Linguagem Orientada aos Negócios (COmmon Business Oriented Language), pois ela é focada em negócios, finanças e sistemas administrativos para empresas e governos.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Enviado por Carim Fernandes (academiaΘclavis·com·br):
Testes e análise em redes sem fio têm particularidades e característica próprias, bastantes distintas das usadas em redes cabeadas e em redes TCP/IP. O objetivo deste curso é demonstrar as fragilidades que podem ser encontradas em instalações e as técnicas e ferramentas para identificá-las.
O curso Teste de Invasão em Redes Sem Fio conta com um investimento de 12 parcelas de R$ 73,79 em 18 horas de carga horária. O treinamento faz parte da Formação de 100 horas – Auditor em Teste de Invasão – Pentest da Academia Clavis Segurança da Informação. Faça agora sua inscrição! =)” [referência: clavis.com.br]
Enviado por Bruno Odon (admΘbrunoodon·com·br):
Enviado por André Stato Filho (andre·statoΘ4bios·com·br):
Enviado por Wouerner Brandão (wouernerΘgmail·com):
Mora no Distrito Federal? Quer contribuir?
É iniciante na linguagem de programação PHP e quer conhecer a galera?
Tem um empresa de ensino localizada na região, e quer contribuir com comunidade?
Queremos fortalecer a região, os profissionais e ainda mais! Queremos ser uma comunidade: php-df.org!” [referência: php-df.org]
Via info.abril.com.br:
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o Google Brasil cumpra ordem judicial de quebra de sigilo de mensagens enviadas por meio do serviço Gmail.
A determinação vale para comunicações de e-mail feitas por investigados de crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e ativa, fraude à licitação, lavagem de dinheiro, advocacia administrativa e tráfico de influência.
Segundo o STJ, o Google Brasil terá 10 dias para cumprir a decisão. Caso não atenda a solicitação da Justiça, a empresa receberá uma multa diária de R$ 50 mil.
De acordo com a determinação da ministra relatora do inquérito, Laurita Vaz, com a quebra do sigilo será possível obter informações importantes e provas relevantes para a investigação policial.
O Google Brasil, em sua defesa, alegou não ser possível cumprir a ordem judicial uma vez que todos os dados do serviço Gmail estão armazenados nos servidores dos Estados Unidos e, desta forma, sujeitos às legislações daquele país. A empresa sugeriu uma forma diplomática para se obter esses dados.
Mas para a Justiça, o fato das informações estarem armazenadas em outro país não torna os dados em material de prova estrangeiro, com necessidade de meios diplomáticos para se obtê-los.
Enviado por João Fernando Costa Júnior (revistaΘespiritolivre·org):
A abertura do código-base cumpre com uma promessa feita em Abril deste ano de 2013, quando a Stanford University se juntou ao projeto edX. O projeto foi fundado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) e pela Harvard University. O projeto edX está sob gerenciamento do xConsortium com 27 faculdades e universidades de todo o mundo reunidas.” [referência: revista.espiritolivre.org]