Curso de Linux Básico On Line 100% Ao Vivo - Última Chamada
Enviado por LYTUX (contatoΘlytux·com·br):
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Enviado por alessandro binhara (binharaΘmonobrasil·com·br):
Um momento que há muito se aproximava, alguns décimos a cada mês, chegou na virada deste mês: o navegador Chrome (que cada vez mais se parece com "o desktop Chrome", para mim) passou a ocupar o 2º lugar entre os navegadores da pesquisa da Net Applications, ultrapassando o Firefox.

A mesma pesquisa Net Applications já embasou muitas comemorações pelo crescimento explosivo do Firefox, na era de ouro da popularidade de sua versão desktop, e durante muito tempo foi acompanhada aqui no BR-Linux mês a mês, até que passou a ser repetitiva, com Chrome e Safari crescendo a cada mês, enquanto Firefox e Internet Explorer diminuíam.
O Explorer continua em primeiro, e o Firefox, embora no momento esteja em terceiro, ainda está quase empatado com o Chrome, e é possível que os 2 ainda troquem de lugar algumas vezes antes que um novo posicionamento de mais longo prazo se estabeleça. (via ostatic.com - “Chrome Slips By Firefox in the War of the Browsers”)
O compilador (e conjunto de serviços associados) livre LLVM vem ganhando cada vez mais adoção, popularidade e tração, e agora vai passar a ser mantido por uma entidade dedicada à tarefa: a LLVM Foundation.
A mudança não deve trazer alterações nas políticas de desenvolvimento (licenciamento, copyright, ...), mas sim em aspectos como a solução de problemas de infraestrutura, a gestão financeira de recursos necessários para a manutenção e para a realização de eventos congregando os desenvolvedores.
Além disso, como é o caso de outros projetos livres, a existência de uma organização dedicada exclusivamente à sua gestão também provê um ambiente neutro em relação ao conjunto de empresas e outras organizações que contribuem e têm interesse no projeto. (via lwn.net - “The LLVM Foundation to launch [LWN.net]”)
O que nos EUA está longe de ser realidade e no Brasil ainda é uma pendência acaba de se concretizar do outro lado do Atlântico: o Parlamento Europeu aprovou e tornou norma a neutralidade da rede em todo o bloco continental, essencialmente reproduzindo a legislação pioneira que havia sido aprovada na Holanda há 2 anos.
"Essencialmente", e não "totalmente", porque a norma continental removeu do texto holandês uma potencial exceção – que poderia ser aproveitada por provedores para gerar diferenciações comerciais de tráfego – para os assim chamados "serviços especiais".
No mesmo pacote, o legislativo europeu também aprovou o fim da cobrança de roaming no âmbito do continente. (via www.osnews.com - “European Parliament passes full net neutrality”)
Enviado por Eliane Domingos de Sousa (elianedomingosΘdocumentfoundation·org):

Enviado por Anderson Oliveira de Paula (andersonopΘgmail·com):
Acontecerá de 5 a 16 de maio e a programação contemplará os seguintes assuntos: Infra-estrutura de uma rede corporativa; Samba instalação e configuração; Controle de acesso por usuário; Samba DC; Configurando Group Policies; Samba DC – réplica
Informações completas sobre a programação e inscrições estão disponíveis no site do evento:
Duvidas: 11-3487-6046” [referência: temporealeventos.com.br]
Enviado por Everpi (everpiΘtsar·in):
Enviado por Eliane Domingos de Sousa (ciclodepalestrasΘsindpdrj·org·br):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Essa é uma versão de manutenção do VirtualBox 4.3, que traz melhorias de estabilidade e corrige regressões. Para mais detalhes, veja o ChangeLog.
O VirtualBox é um poderoso produto de virtualização x86 e AMD64/Intel64 que pode ser usado por usuários empresariais e domésticos. Ele é também a única solução profissional de alto desempenho que está disponível gratuitamente como software de código aberto sob os termos da GNU General Public License (GPL) versão 2.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Enviado por Fernando Braz (fernandoΘzarbsolution·com·br):
São cursos presenciais (Belo Horizonte) e a distância que abordam linguagens de programação com Java, PHP, .NET, desenvolvimento para Android, Front-end, WebApp até outros softwares e tecnologias com AutoCad, Office Ms Project e outros.
O Cupom pode ser retirado no site da Zarb Solutionaté dia 21/04/2014.” [referência: zarbsolution.com.br]
O criador do Javascript e co-fundador da Mozilla, Brendan Eich, renunciou como CEO da Mozilla Corporation e deixou a diretoria da organização, após uma semana de boicotes e protestos por parte de integrantes da organização, desenvolvedores e outros envolvidos.
No anúncio de sua saída, a Mozilla reconheceu que seu comportamento na última semana não está de acordo com os seus próprios padrões e que a organização não foi fiel a si mesma. A Mozilla declarou ainda que as pessoas estavam certas em ficar magoadas e raivosas a respeito, e que a organização não soube reagir rapidamente a isso.

Mitchell Baker, que preside o conselho da Mozilla, declarou que a situação tirou de Eich a possibilidade de liderar a organização nessas condições, mas que ele não foi forçado pela diretoria a renunciar – segundo ela, a decisão foi dele.
A organização, que defende a liberdade da Internet, passou por atribulações após nomeado Eich como seu principal executivo. Além do histórico técnico bastante relevante, Brendan Eich ficou marcado por ter feito, em 2008, uma doação de 1.000 dólares ao projeto da Proposition 8 (ou Prop. 8), além de outra de 2.100 dólares a políticos que apoiavam a aprovação dela. A lei, que proibiu o casamento de pessoas do mesmo sexo na Califórnia, chegou a ser aprovada, mas posteriormente foi anulada pela Suprema Corte dos EUA. (via recode.net - “Mozilla Co-Founder Brendan Eich Resigns as CEO, Leaves Foundation Board | Re/code”)
A situação é familiar para quem já trabalhou em uma empresa cujos projetos com expectativa de grande faturamento estão demorando a trazer frutos, e que já tenham em operação serviços secundários que geram custo: o facão voador faz sobrevôos passando sua lâmina por todo custo que puder ser cortado sem prejudicar o projeto no qual a diretoria aposta o futuro da companhia.
No caso da Canonical, o projeto dos sonhos é o seu sistema operacional convergente (a ordem na qual a CEO menciona as plataformas é reveladora: "telefones, tablets, desktops e mais"), e a vítima recente do facão é o serviço Ubuntu One, ou ao menos as 2 partes dele que receberam mais destaque no lançamento, há poucos anos: a loja de música e o armazenamento de arquivos, estilo Dropbox.
Está certa a Canonical: oferecer 5GB de armazenamento grátis para qualquer interessado custa caro em infraestrutura e manutenção, e acho que não conheço ninguém que tenha pago o preço necessário para ter espaço adicional. Mas quem pagou vai receber de volta o valor correspondente aos meses não utilizados.
Mas o Ubuntu One não vai morrer: seu serviço de autenticação unificada permanece no ar, e o código correspondente aos 2 serviços não-estratégicos que estão saindo do ar vai ser aberto. (via blog.canonical.com - “Canonical Blog”)
Este longo artigo do tradicionalíssimo Linux Journal explica uma série de métodos para restringir e delimitar exatamente como pode ser o acesso ao seu servidor SSH. Entre os recursos comentados estão port knocking, PAM, sshd_config, access.conf e autenticação por pares de chaves. (via www.linuxjournal.com - “More Secure SSH Connections | Linux Journal”)
Se você tem um Raspberry Pi e uma ideia interessante sobre como o software do seu access point poderia ser melhor, pode usar as dicas deste artigo do xModulo que, a partir da distribuição Raspbian, explica como instalar e configurar os componentes necessários para que o diminuto computador compartilhe a conexão da sua porta Ethernet com os computadores que conectarem a ele via WiFi. (via xmodulo.com - “How to set up Raspberry Pi as a WiFi access point - Linux FAQ”)