Agenda de participação do Ubuntu na Latinoware 2014
Enviado por Ayrton Araújo (ayrtonΘubuntu·com):
Enviado por Ayrton Araújo (ayrtonΘubuntu·com):
Enviado por Stephanie Milate (smilateΘnovatec·com·br):
Com mais de um bilhão de dispositivos ativados até 2014, o sistema operacional Android tomou de assalto o mercado de dispositivos móveis, e apesar de ter criado um mercado monstruoso a ser explorado, por outro lado trouxe desafios de ordem técnica, especialmente pensando na questão da fragmentação dos dispositivos – estima-se que existam quase 20.000 modelos de dispositivos Android distintos no mercado, cada um com características de hardware próprias.
Como programar um jogo para tantos dispositivos diferentes e garantir seu funcionamento em todos eles? Apesar de ser quase impossível garantir 100% de compatibilidade, é possível alcançar uma porcentagem considerável entendendo o funcionamento do sistema operacional e encapsulando suas funcionalidades (entre outros elementos) no chamado game engine – uma vez que certos obstáculos operacionais sejam compreendidos e superados, você estará livre para se concentrar naquilo que é o mais importante: criar seus jogos.

Portanto, se você sempre quis criar um jogo para Android, mas nunca soube por onde começar, no livro Programação de Jogos Android, do autor Edgard Damiani e publicado pela Novatec Editora, você encontrará tudo o que precisa saber para entender todo o processo e criar seu próprio game engine, que será usado para criar seus próprios jogos.
Programar não significa apenas abrir um programa de texto e digitar o código. Programar significa transformar uma ideia em algo que possa ser executado em um ambiente específico, e é por isso que o autor Edgard Damiani se preocupou em explicar nas mais de 600 páginas de seu livro o que é necessário para configurar corretamente o ambiente de programação e criar do zero as fundações daquilo que o próprio leitor irá ampliar com o tempo, utilizando suas próprias experiências futuras para expandir o núcleo de conhecimento mostrado no livro.” [referência: novatec.com.br]
Enviado por Stephanie Milate (smilateΘnovatec·com·br):
Você pode não perceber, mas está cercado de sensores em situações do seu cotidiano. Há sensores infravermelhos em detectores de movimento, em detectores de CO2 de sistemas de ar condicionado, em módulos GPS, na câmera dentro do seu smartphone ou tablet… eles estão por toda a parte.
Os sensores são componentes conectados por fios – por meio de hardware ou software – para que seus dados sejam processados. Atualmente eles estão incrivelmente acessíveis em relação ao preço, e é possível combinar os de baixo custo com placas baseadas em microcontroladores Arduino e Raspberry para criar dispositivos. Além de economicamente viável, adicionar sensores aos seus projetos amplia bastante o tipo de projeto que você pode desenvolver.
O livro Primeiros Passos com Sensores, lançamento da Novatec Editora tem como objetivo ensinar a conectar e ler os sensores por meio do desenvolvimento de pequenos projetos. A obra se preocupa em explicar com detalhes a experiência, e não apenas como realizar a sua implementação. É totalmente ilustrado e prático e o leitor aprenderá a implementar programas e criar dispositivos, além de usar as placas Arduino e Raspberry Pi para processar dados por meio dos programas desenvolvidos.” [referência: novatec.com.br]
Enviado por Wladimir Crippa (wladimirΘwladimir·com·br):
O Bitcoin tem aparecido cada vez com mais frequência no noticiário, então se você quer saber mais sobre ele, esta é uma excelente oportunidade. A organização criou um código de desconto especial para os leitores do BR-Linux (BRLINUX).” [referência: bitconf.com.br]
Enviado por Alan C. de Assis (acassisΘgmail·com):
Utilizo o NuttX em meus projetos desde 2010 e trabalhei no porte dele para as placas Freedom Board KL25Z da Freescale e pcDuino.
A grande vantagem do NuttX é seguir o padrão POSIX e "herdar" muitas das características do Linux, inclusive um shell terminal com a maioria dos comandos do Linux/Unix. Todo isso em poucos KBs de RAM/Flash.” [referência: acassis.wordpress.com]
Enviado por Cristine (cristineΘdialetto·com·br):
Quem não puder comparecer ao The Developer’s Conference (TDC) 2014 Porto Alegre ainda tem uma chance de estar conectado ao que há de mais atual em TI e linguagens de programação. As trilhas Stadium - um mix de todas as principais trilhas de cada dia - estarão disponíveis ao vivo, online e gratuitamente.O TDC acontece de 16 a 18 de outubro, na UniRitter (Rua Orfanotrófio, 555 - Alto Teresópolis).
Algumas das palestras que poderão ser vistas online são: “Arquitetura para Internet das Coisas: de capacetes inteligentes a barcos”, pela qual o desenvolvedor da Globalcode Vinicius Senger apresentará maneiras de se construir arquiteturas reais para projetos de IoT; “Com as mãos sujas de dados”, com o engenheiro de software da Amazon Julio Machado Faerman, que abordará a questão do Big Data na Amazon Web Services; “A Fantástica Fábrica de Deployment: Implantação Contínua com Ferramentas Open Source”, com os desenvolvedores Bruno Souza (JavaMan) e Edson Yanaga. Todas as palestras da trilha Stadium serão transmitidas ao vivo.
Para obter acesso a todas as trilhas Stadium, os participantes devem se inscrever no site [thedevelopersconference.com.br/…] .” [referência: thedevelopersconference.com.br]
Mais interessante do que o fato de um computador com esse tipo de configuração e público-alvo já estar perto dos 4 milhões de unidades vendidas, é uma constatação adicional: ele vendeu mais unidades nos últimos 12 meses (2,1 milhões), do que nos 18 meses anteriores (1,7 milhões). Parece que seu modelo de mercado vem conseguindo escapar da pressão da Lei de Moore ;-)

Parabéns, Raspberry Pi! Eu ainda não comprei o meu mas, agora que tenho estado envolvido com a construção de um fliperama doméstico, a ideia de comprar um tem estado cada vez mais presente. (via www.internetnews.com - “3.8 Million Raspberry Pi Linux Computers Sold - Oh My! - InternetNews.”)
A diretoria do projeto Fedora aprovou por unanimidade a proposta de alteração na estrutura de governança do projeto, e vai começar a atuar na sua transição, conversando com os comitês de engenharia e de diversidade para saber quem será o representante de cada um deles, e conduzindo a eleição de 2 membros que serão escolhidos diretamente pela comunidade. Esses 4 membros vão se juntar a 2 outros já existentes (indicados e contratados pela Red Hat) – o líder de projeto e o gestor de programas – para formar o novo Conselho, que passará a ser o responsável pela liderança e governança do projeto. (via lwn.net - “Fedora governance proposal approved [LWN.net]”)
Um sistema livre para operar veículos autônomos (os chamados drones) é o objetivo do Dronecode, novo projeto da Linux Foundation que será capitaneado por Andrew Tridgell, um dos grandes responsáveis pelo projeto Samba.

Para entender o grau de interesse nesse tipo de aplicação, alguns números foram apresentados: no momento já há 1200 programadores atuando nos projetos que fazem parte do Dronecode, e alguns desses projetos chegam a 150 commits por dia. (via lwn.net - “The Linux Foundation announces Dronecode [LWN.net]”)
A decisão de remover o suporte aos sistemas de arquivos ext2, ext3 e ext4, nativos do Linux, no sistema operacional Chrome OS, do Google, faz sentido para mim: não identifico interesse específico do público-alvo desse sistema em ter acesso a mídias externas ou removíveis formatadas com eles.
Mas também entendo como algumas pessoas vêem nisso um sinal de que o Google não está prestando atenção suficiente na comunidade Linux, e imagino a forma como elas se manifestaram para levar desenvolvedores do sistema a falar em reverter a decisão, tomada em setembro. (via www.theregister.co.uk - “Rebellion sees Chromium reverse plans to dump EXT filesystem • The Register”)
Via www.infoq.com:
O IEEE publicou recentemente no Spectrum uma aplicação com o ranking interativo de popularidade de linguagens de programação no ano de 2014. Esta aplicação disponibiliza diversas opções de filtros dinâmicos, como por exemplo: linguagens mais relevantes para um setor específico como web, mobile, corporativo (enterprise) e sistemas embarcados. Neste ano, novas linguagens disputam posições com as já consagradas Java, C e C++.
O ranking é criado através da combinação e ponderação de 12 métricas, provenientes de 10 fontes de dados distintas. (...) O ranking utiliza um conjunto de fontes de dados de websites relevantes para programadores, como por exemplo: GitHub, StackOverflow, HackerNews e Reddit.
Enviado por Éder S. G. (Jordan) (eder·grigorioΘopenmailbox·org):
Diversas lojas de hardware open-source se espalham pelo mundo, tornando os componentes eletrônicos quase tão acessíveis quanto linhas de códigos de softwares livres. No Brasil, há alguns exemplos, como a Buildbot, o Laboratorio de Garagem, a Multilogica e a Robocore.
De acordo com a Open Source Hardware Association, houve crescimento de 20% no envolvimento em projetos open-source entre 2001 e 2011. A maioria dessas pessoas é composta por homens (92,8%) com idades entre 20 e 40 anos (62%) que moram nos Estados Unidos (52,3%) — no Brasil, são 2,4% — e a aplicação mais comum é em projetos pessoais ou hobbies (87,7%). Entretanto, 66% aproveitam essa atividade para aprender sobre hardware. Os dados são de uma pesquisa realizada pela associação no ano passado. (…)” [referência: info.abril.com.br]
Enviado por Mauro Pichiliani (pichilianiΘgmail·com):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Bruna Goulart (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br):