Acesso remoto via RDP no Raspberry Pi
Enviado por Angelito M. Goulart (angelitomgoulartΘgmail·com):
Enviado por Angelito M. Goulart (angelitomgoulartΘgmail·com):
Enviado por Marco Sinhoreli (marco·sinhoreliΘshapeblue·com):
Estamos, dessa maneira, entregando a todo ecossistema o acesso a nossos patches de produto CloudStack junto aos nossos clientes suportados comercialmente. Não é possível, neste caso, oferecer suporte técnico ou qualquer assistência sobre os patches, a menos que a empresa possua um Contrato do tipo product patching service firmado com a ShapeBlue.
Nosso compromisso com o CloudStack
O projeto Apache CloudStack entrega uma nova versão do CloudStack a cada 4 ou 6 meses. Desde que foi aceito pelo Apache Incubator, o projeto já lançou 11 versões, incluindo a 4.4.1 o lançamento mais recente [obs.: incluiria o link daquela texto traduzido sobre a nova versão aqui]. Após a nova versão oficial do Apache CloudStack ser liberada, apenas alguns indivíduos da comunidade trabalham para tornar o CloudStack empacotado em repositórios APT ou YUM publicamente. Isso se dá pelo fato da Apache Software Foundation distribuir somente o código fonte do projeto. Mas, nestes casos, os repositórios de pacotes podem não hospedar versões anteriores do CloudStack e templates de SystemVM e, por vezes, as informações sobre o uso destes repositórios podem não estar claras; por exemplo, questões como qual tag git ou SHA foi utilizada para construir esses repositórios ou se todos os patches adicionais ou modificações foram aplicadas na construção do CloudStack, ou ainda se se trata de uma construção ”oss" ou "noredist".
Uma vez que temos o product patch testado e empacotado, decidimos abrir nosso repositório publicamente para todos. Disponibilizamos os pacotes e templates de SystemVM para todas as versões CloudStack desde a versão 4.2.0. Todos os pacotes são noredist - como costumamos chamar os pacotes que contém a versão completa do CloudStack. Estes pacotes suportam VMWare Hypervisor, Storage NetApp, Juniper SRX, Netscaler, F5 etc. Para mais informações sobre como usar o repositório de pacotes ShapeBlue, acesse: [shapeblue.com/…]
O repositório de pacotes é assinado e enviado sob a licença Apache 2.0 pela ShapeBlue e a infraestrutura é gentilmente cedida pela BT Compute Cloud.” [referência: shapeblue.com]
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Os usuários daquela distribuição argumentaram que meu ponto de vista estava incorreto pelo fato de ser impossível viver sem os programas fechados e que, para fazer isso, deveríamos retornar à linha de comandos, uma visão equivocada, e evocaram para si o direito à liberdade de escolher o que quiser usar.
Agora, uma captura de tela de um fórum sobre uma linguagem de programação proprietária ilustra perfeitamente tudo aquilo que eu quis dizer, mas que não soube expressar. No tópico, o programador pede ajuda aos amigos foristas para que o programa que ele está desenvolvendo fique artificialmente lento após alguns meses, a fim de que o cliente pague a mais para que seja realizada uma "manutenção".
Embora uma atitude como essa possa chocar o leitor à primeira vista, ela é quase uma brincadeira infantil perto do que grandes empresas de software proprietário são capazes de fazer para manter sua clientela. Sempre ficamos com o ônus da dúvida, pois como o código do programa é fechado, não temos, a princípio, como comprovar a existência de tal comportamento antiético, malicioso e ilegal.
Felizmente, o software livre não sofre desse mal, pois como o código-fonte está disponível a todos, qualquer um pode auditá-lo e uma artimanha dessas certamente não permaneceria oculta por muito tempo.
Desta forma, reafirma-se que só o software livre é ético e, portanto, devemos preferi-lo a qualquer outra solução fechada, por mais vantajosa que seja.” [referência: vidadeprogramador.com.br]
Enviado por Bruna Goulart (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br):
OBS.: O cadastro para participação neste workshop gratuito será recebido até o dia 03/11/2014, às 18h. Após este horário não garantimos o recebimento do convite.” [referência: ]
Enviado por Eliane Domingos de Sousa (contatoΘciclodepalestra·com·br):
Enviado por Eliane Domingos de Sousa (contatoΘciclodepalestra·com·br):
O jogo Dead Island (2011) é violento, meio repetitivo, divertido, e eu gosto: completei várias vezes no PS3, e a disponibilidade dele me fez instalar pela primeira vez a Steam, para jogar mais vezes.

A história é mais do mesmo: uma ilha turística é tomada por uma epidemia zumbi, você é um dos poucos sobreviventes, e tem que cumprir uma série de missões para conseguir escapar de lá e ajudar outras pessoas. Mas o jogo é open world, as ideias são bem executadas e, de modo geral, a história faz sentido – dentro de um paradigma em que epidemias zumbis sejam plausíveis, claro. (via www.phoronix.com - “[Phoronix] Dead Island GOTY Now Available On Linux/SteamOS”)
A Mozilla apresentou um port do Firefox OS rodando no Raspberry Pi, e expôs planos ambiciosos quanto ao seu posicionamento nessa plataforma: estar em paridade com o Raspbian como um ambiente para os hobbystas (inclusive em interação com sensores e dispositivos), ser competitivo com outros sistemas disponíveis para configurar o Pi como media player, e mais. Boa sorte! (via ostatic.com - “Mozilla Positions Firefox OS as a Competitor to Raspbian for Raspberry Pi”)
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Ivan Brasil Fuzzer (opencastΘtecnologiaaberta·com·br):
Neste tempo que ficamos em um hiato, eu(Ivan) não fiquei parado e dei uma estudada na edição e consegui acelerar bastante o processo.
Vamos logo ao episódio. Neste episódio Ivan, Diego e Og Maciel falamos um pouco sobre o Netflix e sua chegada ao Linux de vez, mesmo nos obrigando a utilizar o Google Chrome, mais uma cidade Alemã que migrou para Linux, Ubuntu 14.10, aniversário de 10 anos do Ubuntu, Android Pirulito e outra cositas mais.
Lembramos a todos que este é o último episódio do Opencast a ser publicado no ubuntero.com.br e tecnologiaaberta.com.br. Os próximos episódios serão publicados exclusivamente no tecnologiaaberta.com.br. Quem assinou o feed pelo link do iTunes, não precisa fazer nada, eu consegui o impossível e mudei o domínio do feed sem mudar o feed do iTunes.” [referência: tecnologiaaberta.com.br]
Enviado por Stephanie Milate (smilateΘnovatec·com·br):
O WordPress é um framework maduro, capaz de realizar muitas tarefas. Ele foi implementado com base nas tecnologias PHP, JavaScript e MySQL, portanto, tudo o que você pode criar usando PHP e MySQL pode ser facilmente encaixado em sua aplicação WordPress.

É este o ponto de partida dos autores Brian Messenlehner e Jason Coleman no livro Criando Aplicações Web com WordPress: mostrar que a plataforma pode ser usada para criar qualquer tipo de aplicação web, não apenas sites de conteúdo. O leitor aprenderá a usar plug-ins e temas WordPress para desenvolver aplicações web, aplicativos móveis nativos, web services e até mesmo uma rede com vários sites WordPress.
O livro ensina também a utilizar temas para implementar visões e plugins para funcionalidades do backend, criar seus próprios plugins, administrar contas de usuários e suas funções, implementar comportamentos assíncronos em sua aplicação usando a jQuery, desenvolver aplicações nativas para o iOS e o Android usando wrappers, incorporar bibliotecas PHP, receber pagamentos por meio de plugins para e-commerce, utilizar técnicas para agilizar e escalar sua aplicação WordPress e muito mais.” [referência: novatec.com.br]
Enviado por Miguel Wisintainer (tcpipchipΘhotmail·com):
Enviado por Diego Sueiro (diego·sueiroΘembarcados·com·br):
Enviado por Maicon Melo Alves (maiconmelo·ufrjΘgmail·com):
Enviado por Cleuton Sampaio (cleuton·sampaioΘgmail·com):