Promoção de Férias RHCE - Janeiro/2016
Enviado por Cláudia (cursosΘsavant·com·br):
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Enviado por Angelito Goulart (angelitomgoulartΘgmail·com):
Publiquei recentemente no meu (outro) blog BR-Arduino.org uma resenha detalhada do livro Guia do Maker para o Apocalipse Zumbi, que está em lançamento pela Novatec.

Eu li no período de final de ano e recomendo, o livro é divertido tanto para usuários iniciantes quanto para os experientes, e demonstra, com descrição de uma série de experiências e projetos, vários princípios importantes.
Em parceria com a Novatec, estou sorteando 2 exemplares. Veja como participar, no post: “Sorteio de 2 livros “Guia do Maker para o Apocalipse Zumbi”, da Novatec”, no BR-Arduino.
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Pessoalmente, achei as medidas interessantes, mas algumas seriam inviáveis de serem aplicadas no Brasil, como a utilização dos certificados SSL da Let's Encrypt - pois a maioria dos donos de sites e empresas utiliza hospedagem compartilhada, o que impede a utilização de certificados - e a decisão de não comprar laptops com 4GB ou menos de RAM ou com HDDs, visto que configurações mais parrudas e SSDs ainda são inacessíveis para a maioria da população.” [referência: cyberciti.biz]
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
O Ubuntu Linux aparece em 11º lugar, com 152 falhas, à frente do Windows 8.1, com 151. O Android, da Google, aparece em 20º lugar, com 130; o OpenSuse em 23º, com 121 e o Debian, logo em seguida, com 111. O kernel Linux aparece em 31º lugar, com 77 erros.
De acordo com a tabela, o sistema operacional com menos falhas em 2015 foi o Windows Server 2003, com apenas 36 problemas. O Fedora aparece como a distribuição mais segura, com 38.” [referência: venturebeat.com]
Para o autor da carta aberta à FSF, o ato seria meramente simbólico, mas permitiria à FSF demonstrar que "se preocupa não apenas com a Liberdade de Software, mas também com os Direitos Humanos".
Para contexto, leia: “Estrela Vermelha totalitária: como a distribuição Linux da Coreia do Norte compromete a liberdade do usuário”.
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Esta é uma carta aberta que tem por objetivo solicitar que vocês revoguem unilateralmente toda e qualquer licença GPL, incluindo aí LGPL e AGPL, de todas as versões, dos desenvolvedores do RedStar OS.
Esse sistema operacional é baseado no Linux, o kernel, e é desenvolvido pelo regime ditatorial e totalitário da Coréia do Norte. Este regime cerca a liberdade de seus cidadãos no mais puro e simples sentido da palavra e utiliza o software livre para rastrear seus cidadãos, em especial os opositores do regime.
Uma recente matéria publicado pela Motherboard apontou que o sistema operacional apresenta comportamentos “estranhos” e incoerentes com as liberdades pregadas pela FSF. Embora a Liberdade Nº 0 garanta o direito de “executar o programa como você desejar, para qualquer propósito” – e esse “qualquer propósito” certamente engloba a utilização do software livre como uma ferramenta de vigilância e de repressão -, a Liberdade Nº 1 garante o direito de “estudar como o programa funciona, e adaptá-lo às suas necessidades”, sendo necessário acesso ao código-fonte para isso.
Devido à natureza fechada do regime político, não temos conhecimento do acesso ao Código-Fonte do sistema, mas essa é a menor das preocupações. A matéria no site supracitado aponta que o sistema possui um daemon que compara, constantemente, os hashes MD5 de vários arquivos vitais do sistema operacional, reiniciando-o automaticamente caso algum desses arquivos seja alterado. Em alguns casos, conforme apontado pela matéria, o sistema fica em um loop contínuo de reinicialização. Essa atitude é uma desobediência direta à supracitada Liberdade Nº 1, pois com esse Daemon, é praticamente impossível alterar o sistema ou partes dele.
Além disso, o artigo aponta que o RedStar OS coloca uma “marca d’água” em todos os arquivos nele acessados, permitindo que seus autores sejam rastreados pelo governo daquele país, de forma similar ao que é feito por grandes empresas de software proprietário.
Eu quero acreditar que a Free Software Foundation não é conivente com esse tipo de atitude. Por isso, urge que sejam tomadas as seguintes atitudes:
A consequência legal da revogação das licenças é a impossibilidade da continuidade do desenvolvimento e da utilização do RedStar OS na Coréia do Norte e em outros países do mundo. Sabemos, no entanto, que essa revogação teria apenas um caráter simbólico, pois não parece que o governo daquele país obedece acordos e licenças celebrados por outras nações. Mesmo assim, essa atitude seria histórica e mostraria que a FSF se preocupa não apenas com a Liberdade de Software, mas também com os Direitos Humanos.” [referência: andremachado.org]
Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com):
Daí fiquei pensando se não seria (bem) mais simples utilizar um único código QR apontando para uma página específica que, dotada da inteligência necessária, direcionaria o usuário ao lugar correto. Então escrevi algo implementando a ideia.” [referência: ]
Ian Murdock (1973-2015), fundador da distribuição Debian, faleceu na segunda-feira, fato confirmado apenas hoje. A Docker, sua empregadora desde novembro, informou que a fam;ilia prefere que as condolências sejam registradas nos comentários desta página em sua memória. Ian mudou o mundo, criando estrutura para que outros continuassem a mudar. Vá em paz.
Sou ex-membro da Free Software Foundation (saí em 2010 por discordar de atitudes da liderança, que claramente não me representa), mas hoje recebi por meio da fundação um chamado do projeto GNU para contribuições, que achei válido compartilhar com vocês, até porque tenho visto no âmbito nacional muitos chamados que dizem buscar contribuir com esse mesmo projeto, mas que passam bem longe do que o próprio projeto veio hoje pedir.
Quem lê o meu blog não ignora que nos últimos meses tenho recebido semanalmente links para artigos brasileiros indicando uma forma que me parece equivocada de apoiar o projeto GNU. Alguns eu publico aqui (cada vez com mais cuidado para não parecer que eu apoio esses posicionamentos – antes publicava a íntegra, depois a crítica e um link, agora nem mesmo incluo o link direto mais), outros me parecem tão profundamente perniciosos e divisivos – incluindo ataques diretos a outros grupos e entidades congêneres com posicionamento mais positivo – que eu nem mesmo me sinto à vontade para divulgar.

O que eu recebi hoje é bem diferente: foi uma mensagem do próprio projeto GNU, enviada por e-mail aos ex-membros da FSF, listando apenas atividades tecnológicas cuja manutenção e infraestrutura tem custos (alguns diferenciados: na hora de substituir servidores, eles ficam restritos aos que possam rodar o libreboot e que evitem um BIOS de vídeo não-livre, por exemplo), os quais são mantidos em grande parte pelas contribuições de seus membros e pelas doações da comunidade. Boa parte da mensagem reproduz este post da FSF.
No mailing, além de chamar para voltar a ser membro, algo que não farei sob a liderança atual, eles fizeram também o chamado para doações, buscando alcançar uma meta de US$ 450.000 até 31/1 (neste momento já passaram da metade desta meta).
Sou usuário de uma série de projetos do GNU: bash, gnu tar, gawk, wget etc., e entendo que o desenvolvimento deles, no modelo atual, depende dessa infraestrutura, portanto doei. Se você quiser fazer o mesmo, o convite está feito: basta usar o link de doação, selecionar um valor, preencher e-mail e endereço postal, e pagar via cartão de crédito ou paypal.
Enviado por Rafael Gomes (gomexΘriseup·net):
Obs: Sei que está um problema de sincronia do som no início do vídeo. Já resolvi isso para os próximos vídeos.” [referência: techfree.com.br]
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Enviado por Angelito Goulart (angelitomgoulartΘgmail·com):
Enviado por VirtualLink (ascomΘvirtuallink·com·br):
Todas as doações arrecadadas foram entregues no dia 23/12/2015 às famílias carentes de comunidades do lixão do Aurá (Ananindeua-Pará), visando beneficiá-las. Este trabalho teve como objetivo maior garantir o mínimo necessário do que acreditamos ser que uma família precise ter no seu dia-a-dia para ter as suas condições básicas de sobrevivência supridas e o sucesso desta iniciativa, somente foi possível com a participação ativa de clientes, parceiros e colaboradores de nossa Empresa. Por isso, agradecemos de coração a todos que despenderam um pouco do seu valioso tempo para apoiar esta ação. Muito Obrigado!
Saiba mais: http://www.virtuallink.com.br/blog/?p=4807” [referência: virtuallink.com.br]
Baseada em um Fedora de 2009, e com um kernel Linux de 2011, Estrela Vermelha (ou 붉은별) é o nome da distribuição Linux oficial da Coreia do Norte analisada durante um evento do clássico Chaos Computer Club em Hamburgo neste final de semana, e o que foi exposto não lembra em nada os ideais de liberdade e as práticas de abertura a que estamos acostumados.
A máquina rodando o Estrela Vermelha fica orientada a defender o sistema contra seu próprio usuário, e vigilância começa por um processo que roda permanentemente, comparando (em relação a uma tabela oficial armazenada) os hashes de uma série de arquivos do ambiente instalado: se algum deles for modificado, o sistema operacional bloqueia imediatamente a execução de tudo, e reinicia em modo de recuperação.

Em um país com conectividade limitadíssima e no qual muita informação digital ainda é transmitida de mão em mão usando pen drives, o sistema também tem um recurso de vigilância estatal especialmente voltado a isso: sempre que um drive removível é inserido no computador rodando o Estrela Vermelha, uma assinatura criptográfica desse computador é inserida nos arquivos do dispositivo – assim, quando um pen drive for apreendido pelo aparato estatal, é fácil saber não apenas quem mais teve acesso prévio ao dispositivo, mas também por quais computadores os arquivos contidos nele passaram (porque as assinaturas são mantidas nos arquivos caso eles sejam copiados para outros pen drives, por exemplo).
Outro elemento interessante é que os sistemas de criptografia que as distribuições ocidentais usam e genericamente consideram confiáveis (como o AES) estão presentes para uso interno pelo sistema, mas em versões modificadas. Será que os norte-coreanos sabem de algo sobre eles que nós ainda não sabemos? (via motherboard.vice.com - “Inside North Korea's Totalitarian Operating System | Motherboard”)
Mais uma evidência de que a atividade open source traz resultados para os variados participantes do mundo digital: o Facebook não apenas abre código de projetos seus, como ainda mantém um ranking de quais mais crescem a cada ano.
Na lista a seguir, só um dos projetos (o último) foi aberto em 2015, todos os outros foram abertos em anos anteriores – e a participação em cada um destes cresceu entre 30% e 198% (seja em commits ou em forks) ao longo do ano que se encerra:
Podem ser respostas interessantes para o velho chamado: "show me the code"! (via opensource.com - “Facebook's top 5 open source projects of 2015 | Opensource.com”)