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Plataforma Linux agora conta com mais de 1600 jogos no Steam

Tags: drivers, jogos, jogos, distribuicoes

Enviado por João Fernando Costa Júnior (revistaΘespiritolivre·org):

“Já se passaram três anos desde que a Valve decidiu lançar uma versão beta do Steam para a plataforma Linux, algo que, na época, era praticamente impossível de se imaginar e onde as notícias relacionadas sobre o assunto eram consideradas apenas como rumores.

Agora o Steam já possui mais de 1.600 jogos para Linux! No momento em que escrevo este artigo, a loja da Valve conta com 1.606 títulos disponíveis para o sistema do pinguim. E pensar que um pouco mais de três anos atrás muitas pessoas duvidavam dos planos da Valve para a plataforma Linux.Obviamente, já se passaram um bom tempo desde que a Valve lançou a versão beta do Steam para Linux e em penas alguns dias (10 de novembro) é quando as Steam Machines serão oficialmente lançadas. Os dispositivos serão equipados com o SteamOS, o sistema operacional da Valve baseado no Debian.

Nestes últimos três anos temos visto a Valve fazendo diversos investimentos significativos para os drivers de vídeo open source, como também em outras áreas da plataforma Linux (em parte através do seu patrocínio com a Collabora e LunarG), e trouxe sua própria coleção de jogos para o sistema do pinguim. Sem falar que a própria Valve está envolvida no desenvolvimento da API Vulkan.” [referência: revista.espiritolivre.org]

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Torvalds x Segurança: o artigo do Washington Post me faz procurar qual a terceira via

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Na semana passada, este longo artigo do Washington Post chamou a atenção de muita gente por ser, ao mesmo tempo, uma descrição que aponta Linus Torvalds como uma figura caricata e egocêntrica (o que não necessariamente é inverídico), e que o coloca como a razão central do problema de segurança que é o kernel Linux.

Me desagrada essa construção de ideias que cria a impressão de que a perspectiva de segurança está ausente no kernel; me parece que uma descrição mais proporcional levaria o leitor à conclusão de que a perspectiva de segurança está presente mas poderia estar ainda mais, ou então que há vários especialistas que acreditam que ela é insuficiente para as situações que eles têm em mente (mas não ausente).

Deixando de lado a intenção da matéria e os aspectos subjetivos, entretanto, na descrição (e em descrições anteriores) eu encontro o típico caso em que há 2 lados, A e B, cada um muito disposto a listar o que vê de insuficiente na abordagem do outro, mas nenhum deles interessado em ir se encontrar na metade do caminho: cada um talvez até ficaria satisfeito se o outro fizesse o caminho completo até a sua posição, mas não considera a ideia de mudar seu próprio entendimento.

Numa situação como essas, é possível que tanto A quanto B tenham razão simultaneamente. É uma questão de paradigmas distintos, difícil de resolver com retórica (mesmo quando há propaganda – como essa do WSJ – envolvida).

O problema é que talvez o interesse de uma parte considerável dos usuários seria melhor atendida por um mix de A + B. E quando esse tipo de propaganda surge, muitas vezes alguém se descrevendo como o fornecedor desse mix tende a surgir. Convém ficar atento para entender bem o que está em jogo. (via www.washingtonpost.com - “The kernel of the argument over Linux’s vulnerabilities | The Washington Post”)

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