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Últimas vagas disponíveis para o curso Teste de Invasão em Redes e Sistemas EAD

Tags: curso, nota-de-anunciante-do-br-linux

Enviado por Priscila Pereira (academiaΘclavis·com·br):

“Estão disponíveis poucas vagas para a próxima turma do curso Teste de Invasão em Redes e Sistemas EAD. Este treinamento é ideal para profissionais que querem determinar a postura de segurança de uma empresa e identificar potenciais problemas em processos e ativos críticos de seu negócio. Dessa forma, sua empresa poderá tomar decisões e alocar recursos para segurança baseando-se na situação real de seus sistemas e processos, enxergando o ambiente real por trás das estatísticas.

O curso Teste de Invasão em Redes e Sistemas EAD conta com um investimento de 12 parcelas de R$78,37 no cartão de crédito. Este é um dos cursos que fazem parte da Formação de 100 horas – Auditor em Teste de Invasão da Academia Clavis Segurança da Informação.

Que tal aproveitar a oportunidade e verificar as avaliações das últimas 3 turmas deste mesmo curso? A Academia Clavis tem por postura publicar a avaliação de cada turma executada. Veja aqui a avaliação deste mesmo curso de pentest de junho de 2012 (avaliação média de 9,17) e janeiro de 2012 (avaliação média de 9,34). Você pode também avaliar todas as últimas avaliações de todos os recentes cursos aqui.” [referência: clavis.com.br]

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Blog da FSF Europa diz que o SDK do Android passou a ser proprietário

Tags: desenvolvedores, pos-pc

O post publicado em um dos blogs mantidos pela turma da FSFE analisa aqueles novos termos de licenciamento que noticiamos em novembro e que proíbem explicitamente a criação de SDKs derivados do SDK do Android (em si composto por ferramentas livres como o Eclipse, mais um emulador baseado no QEMU e vários outros componentes que permitem desenvolver para o sistema), juntamente ao fato de que agora existe a exigência de concordância com os termos antes de usar o sistema (ao contrário do que ocorre em licenças como a GPL, por exemplo, que explicitamente dispensa a concordância por parte dos usuários, para não conflitar com o que a FSF chama de "a liberdade 0").

A conclusão foi colocada em destaque no post de lá: o SDK do Android agora é proprietário, e já há um fork feito pelo projeto Replicant, a partir da última versão do SDK antes da adoção da nova licença.

Quando houve a mudança dos termos, o IDG/PC World tentou contato repetidamente com o Google para obter maiores esclarecimentos, mas não obteve resposta.

Enviado por Patola (patolaΘgmail·com):

“Os novos termos do SDK do Android agora incluem exigências de não copiar ou fazer trabalhos derivados. Na notícia da Slashdot também é mostrado que o Replicant, um fork livre do Android, disponibilizou a versão 4.0 de seu SDK - baseada no SDK do Android mais recente sem esses termos - com licença livre.

De repente a opção de programar pro Ubuntu mobile ficou muito mais atrativa…” [referência: yro.slashdot.org]

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