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US$ 512: Jolla lança primeiro smartphone com seu sucessor do MeeGo

Tags: pos-pc

Via info.abril.com.br:

O smartphone Jolla, o primeiro rodando o sistema Sailfish, foi anunciado hoje por US$ 512 e deve chegar ao mercado no final deste ano.

A plataforma open-source Sailfish foi criada por ex-funcionários da Nokia, que tentaram resgatar o sistema MeeGo, mas após tentativas frustradas criaram a startup Jolla em 2012, apostando em uma plataforma aberta.

O Jolla – se pronuncia “yo-la” – é o nome da empresa finlandesa e do novo smartphone. O dispositivo possui tela de 4,5 polegadas, processador de dois núcleos, 16GB de armazenagem (expansível por cartão microSD), suporte a rede 4G e câmera de 8 megapixels.

A carcaça do aparelho é bastante similar aos da Nokia, com diversas opções de cores.

O sistema Sailfish também suporta a instalação de alguns aplicativos desenvolvidos para a plataforma Android. Não há detalhes de como isso irá funcionar, mas na prática os usuários poderão baixar apps da Play Store e os desenvolvedores Android terão facilidade para converter seus programas para o Sailfish.

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"Descuido": European Privacy Association não lembrou de revelar que tem apoio do Google, Microsoft e Yahoo

Tags: privacidade

Um diretor da EPA "alegou que a não inclusão das empresas no Registro de Transparência foi um descuido" – apesar de ter sido informado há 4 meses da obigatoriedade de divulgar e não ter feito nada para corrigir. "A Google não quis comentar o assunto. A Microsoft disse não ter nenhum comentário imediato a fazer e os responsáveis da Yahoo não estavam disponíveis para comentar."

Via computerworld.uol.com.br:

Depois de ser acusada de falta de transparência por uma entidade independente, a European Privacy Association (EPA) confirmou que Google, Microsoft e Yahoo estão entre seus apoiadores.

O Corporate Europe Observatory (CEO), que trabalha para expor o acesso privilegiado na União Europeia à elaboração de políticas, denunciou na última quinta-feira, 16/5, que a EPA representa os interesses da indústria no debate sobre a proteção de dados na Europa, mesmo que não tenha registrado abertamente nenhum apoio corporativo no “Registro de Transparência” da UE.

O registro, que é gerido pelo Parlamento Europeu e pela Comissão Europeia, exige que todos os signatários divulguem os seus interesses, objetivos ou metas e, quando aplicável, os clientes que representam.

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