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securelevel no estilo BSD volta ao kernel Linux

Tags: drivers, kernel, bsd

Enviado por Nícolas Wildner[Ironmaniaco] (nicolasgauchoΘgmail·com):

“Patches recentes, assinados por Matthew Garrett (o mesmo cidadão das discussões do SecureBoot no Linux) definem uma estrutura de securelevel, similar a adotada pelos sistemas BSD para restringir acessos da userspace ao Kernel nos sistemas operacionais baseados em Linux. Ao contrário do OpenBSD por exemplo, onde o nível de segurança é alterado através da variável de kernel kern.securelevel, esta será manipulada no Linux através do arquivo /sys/kernel/security/securelevel .

Três foram os níveis discriminados no patch: Nível -1 é modo inseguro permanente e não poderá ser mudado e terá as mesmas restrições do nível 0. Nível 0 é o modo inseguro padrão, que também não adicionará qualquer restrição mas pode ser alterado para o próximo nível. O nível 1 é o modo seguro, e forçará com que userspace não consiga acesso direto a dispositivos PCI, limitará acesso a portas E/S, acesso a memória através dos dispositivos /dev/mem e /dev/kmem, chamadas a função kexec_load(), utilização do mecanismo de suspensão na userspace e modificação de MSRs em CPUs do tipo x86. Alguns drivers poderão impor limitações adicionais as suas interfaces.

Os securelevels foram removidos na versão 2.1.102 do Linux em prol das capabilities. Resta saber porque voltaram.” [referência: marc.info]

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Presidente da República pede urgência na aprovação de Marco Civil da Internet

Tags: governos

Via computerworld.uol.com.br:

A proposta de Marco Civil da Internet (PL 2126/11) que está na Câmara passará a tramitar em regime de urgência constitucional. O pedido de urgência foi publicado hoje no Diário Oficial da União. Com isso a câmara terá 45 dias para votar o PL.

Esse prazo, no entanto, só começará a contar depois que a mensagem de urgência da presidente for publicada no Diário Oficial da Câmara, o que deve ocorrer nesta quinta-feira, 12/9. Depois que for votado pelos deputados, o texto seguirá para o Senado, que também terá 45 dias para analisá-lo.

Alguns pontos da proposta têm causado controvérsia, o que vêm impedindo o acordo para a votação em Plenário. O relator do projeto, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), diz que alguns desses pontos polêmicos são “inegociáveis”: neutralidade da rede, liberdade de expressão e privacidade.

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