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A volta dos que nao foram, software livre para sempre

Tags: desenvolvedores, banco-de-dados

Enviado por Thiago Avelino (thiagoΘavelino·xxx):

“Durante 5 anos usei o sistema operacional da Apple (OS X), uma distribuição Linux me fez voltar para o mundo de desktop livre.

Depois dessa dramática historia acima comecei olhar valores de notebook (e ultrabook) a tentativa de parar de usar OS X, logo após olhar valores fica pensando, acho que não vou conseguir voltar usar Linux como estação de trabalho novamente pois vou sentir falta dos aplicativos Apple e deixei a ideia para lá, e nisso se passou mais 1 ano.

Ate que parei para refletir o que eu usava do OS X, segue abaixo a lista de aplicativos: * iTerm2 * vim (via linha de comando) * Python * ssh * PostgreSQL * Chrome (e diversos serviços web)

Ou seja, tudo que eu usava e acha que iria sentir falta eu conseguiria rodar em Linux. Logo depois dessa reflexão eu lembrei que tinha ganhado um CR-48 (Chromebook) do Google e resolvi começa brinca com ele para ver como era à experiência, apesar da maquina não ser potente como o Macbook Retina (i7) que eu usava estava atendendo minha necessidade, a primeira vista é um notebook que tem apenas um Chrome e com isso todos os serviços web funciona perfeitamente. Olhando o Chrome OS mais de perto vi que é um Linux (baseado em Gentoo) ao meu ver o Google fez um ótimo trabalho principalmente no ambiente X (mais para frente escrevo um blog post falando sobre o que achei do Chrome OS).” [referência: avelino.xxx]

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Presidente do Serpro diz na CPI que e-mail seguro em todos os ministérios custará R$ 300 milhões

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Via convergenciadigital.uol.com.br:

Instalar o “e-mail seguro” em todos os ministérios é tarefa de R$ 300 milhões. A conta, feita pelo presidente do Serpro, é uma projeção do que será necessário para atender a Esplanada ao longo do primeiro semestre do próximo ano. 

O valor deixa de fora, por exemplo as três primeiras implantações, a serem feitas ainda em 2013. Até porque se tratam do Ministério do Planejamento, onde basicamente será atualizada a versão 2 para 3 do Expresso, do Palácio do Planalto e do Ministério das Comunicações.

Para esses primeiros casos – que envolvem cerca de 1,5 mil ‘clientes’ –  não há aperto. Segundo explica o presidente do Serpro, o valor a ser investido para estender o Expresso às demais pastas é especialmente para ampliação da capacidade de armazenamento.

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