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O Movimento Software Livre Morreu. Longa Vida ao Movimento Software Livre!

Tags: opiniao

Fazia um bom tempo que eu não lia material do Pablo Lorenzzoni sobre o movimento software livre, mas o texto “O Movimento Software Livre Morreu. Longa Vida ao Movimento Software Livre!” compensou a ausência.

Nele o Pablo constroi uma resposta aos debates recentes sobre Software Livre versus Código Aberto a partir da observação de que grande parte dele foi construída a partir de uma contraposição entre Comunismo e Capitalismo, como se cada um dos movimentos de software fosse representante de um desses modelos.

Ele caracteriza como falso dilema esse atrito de um dos movimentos contra o outro, identifica o ponto central da diferença de visão entre eles, alinha as 4 liberdades aos 10 critérios da definição de open source, observa que o acesso a serviços caracterizados como inimigos da liberdade e da privacidade ocorre porque eles atendem a uma demanda, e que não se pode confundir o enfraquecimento e diluição da importância do desktop para a computação pessoal com uma morte ou redução do valor dos softwares livres, ainda que os movimentos que colocavam a conquista do desktop como seu principal alvo possam mesmo estar morrendo.

Leitura recomendada: “O Movimento Software Livre Morreu. Longa Vida ao Movimento Software Livre! – Nardol”.

Via www.nardol.org:

Assistindo ao debate “Morreu o Movimento Software Livre no Brasil?”, do FISL15, resolvi compilar diversos pontos que foram marginalmente abordados no debate e que flutuam na minha cabeça há algum tempo, merecendo um aprofundamento nesse contexto.

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Estoque de IPv4 no Brasil entra em 'terminação gradual'

Tags: mercado

Prevejo que administradores de rede com experiência em configurar, diagnosticar e solucionar problemas em conexões IPv6 logo estarão em grande demanda no país.

Via computerworld.com.br:

Hoje, dia 10 de junho de 2014, três anos após a Ásia e quase dois anos depois a Europa, o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), responsável pelo registro nacional de endereços IP para o Brasil, em conjunto com o Registro de Endereçamento da Internet para a América Latina e o Caribe (LACNIC), declaram que o estoque de endereços IPv4 atinge o limite previsto, considerando o determinado pela política regional para a fase de esgotamento deste recurso.

Isso representa o início da fase de “terminação gradual”, após mais de duas décadas de alocações de endereços IPv4 no Brasil. “A partir do momento em que o estoque IPv4 chegou perto do esgotamento na região, adotou-se um estoque único. Com isso, houve aumento da transparência na atribuição de recursos. Quando o estoque da região termina, o estoque do Brasil também chega ao fim”, relata.

A partir deste momento, organizações no Brasil poderão receber, no máximo, 1024 endereços IP (equivalente a um prefixo /22) a cada seis meses, mesmo que justifiquem a necessidade de blocos maiores.

Para esse processo de terminação gradual foi reservado o equivalente a dois milhões de endereços IPv4 através de uma política proposta e aprovada pela própria comunidade internet.

Uma vez acabado este estoque, existirão ainda dois milhões de endereços IPv4 que serão distribuídos somente para novos solicitantes, limitados a uma única alocação por solicitante de, no máximo, 1024 endereços.

É importante destacar que esse momento já vinha sendo anunciado e esperado há bastante tempo, mas não deixa de ser um marco importante.

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