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Assistente virtual Betty está disponível para Ubuntu: instale e experimente

Tags: distribuicoes, pos-pc, desenvolvedores

Não entenda mal: é um assistente para controle de comandos e tarefas que funciona no Linux (embora com alguns recursos ausentes, como o controle remoto do iTunes e a integração com a Open Scripting Architecture (OSA)), mas a interface dele não é por voz, e sim via comandos na shell.

Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):

“Que tal “conversar” com o sistema e interagir usando a linha de comando? Isso já é possível com a assistente pessoal Betty.

Hoje em dia os dispositivos portáteis oferecem assistente para o seu dispositivo móvel, que ajudam os usuários a fazer coisas de forma fácil e rápida. Como você já deve saber, o iOS tem a Siri (da Apple) e o Android usa o Google Now (do Google) para facilitar a vida de seus usuários.

O Linux também já dispõe de um recurso parecido: a assistente pessoal Betty, que usa a linguagem natural para responder perguntas, fazer recomendações e executar ações. O recurso é semelhante a Siri e o Google Now, mas por enquanto é muito limitado. Na prática, Betty é uma assistente virtual com uma interface de linguagem natural controlada via linha de comando, que ajuda a executar tarefas pessoais.” [referência: edivaldobrito.com.br]

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9 Razões para a dominância do Linux entre os 500 supercomputadores mais rápidos do mundo

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Hoje o Linux domina 97% da lista dos 500 supercomputadores mais rápidos do mundo, mas parece que foi ontem (embora tenha sido 20 anos atrás) que a imprensa tecnológica publicou notícias entusiasmadas sobre o primeiro cluster Beowulf, um computador de alto desempenho criado na NASA a partir de vários PCs comuns rodando Linux. Em 1998 isso gerou um how-to para que qualquer interessado pudesse fazer o seu, e hoje é possível montar clusters de alto desempenho a partir de Live CDs que quase automatizam o processo de unir o poder de CPU e a RAM de uma série de computadores como se fossem um só supercomputador.

Essa facilidade, aprimorada por grandes empresas como a HP e a IBM, pelos desenvolvedores do kernel e das camadas de software ao redor dele, e por governos como o dos EUA (onde estão a maior parte dos Top 500) e o da China (onde está o maior crescimento na área), ajudou a levar o Linux à dominância nesse espaço.

A lista de outros motivos (e alguns detalhes sobre o belo supercomputador acima, instalado em Barcelona) você encontra no link a seguir. (via www.eweek.com - “Nine Reasons Linux Rules the Supercomputing Space”)

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