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Agora existe mesmo um celular com Tizen, ao menos na Índia

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A parte mais legal é o recurso de envio de mensagem de socorro com localização. Quem conta a história é o Ztop:

Via www.ztop.com.br:

Samsung Z1 é o primeiro smartphone comercial da fabricante coreana com sistema operacional Tizen. É um aparelho básico, com recursos simples de hardware, mas que tem seu valor – ao menos histórico.

O Tizen, pra quem não lembra, tem uma longa história no passado. Anos e anos atrás, um sistema operacional baseado em Linux chamado Maemo, criado pela Nokia, que se fundiu com o Moblin, da Intel, e juntos passaram a adotar o nome civil de MeeGo. MeeGo, pai solteiro do filho único Nokia N9,  pegou fogo com a plataforma da Nokia e ressurgiu das cinzas como Tizen, prontamente adotado pela Samsung.

Reza a lenda que a Samsung em algum momento irá adotar o Tizen como substituto do Android. O sistema já está presente em smartwatches da marca e, a partir deste ano, será a principal plataforma para suas Smart TVs. É um primeiro passo para começar a integrar os produtos da companhia no mundo da internet das coisas (mantra repetido diversas vezes durante a CES 2015).

Sobre o Z1 (além da confusão de nome com o aposentado Xperia Z1, da Sony), nada demais: o aparelho não é o primeiro smartphone com Tizen, já que o Samsung Z foi anunciado numa conferência para desenvolvedores em junho de 2014. Mas o Z nunca chegou ao mercado, e o Z1 começa a ser vendido na Índia a partir desta semana em três (...)

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Google quer que caso do copyright da Oracle sobre a API do Java vá direto para a Suprema Corte, Obama é consultado

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pushes to take Oracle Java copyright case to Supreme Court | ZDNet
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As 9 linhas de código dos headers de uma API do Java que um tribunal de 2ª instância dos EUA considerou que violavam o copyright pertencente à Oracle porque foram copiadas e estão presentes no Android são muito mais importantes que o bilhão de dólares que a Oracle busca na justiça como reparação.

O desfecho desse caso pode ter consequências muito mais profundas, pois, se mantida a atual interpretação, leva à conclusão de que as definições de APIs podem estar sujeitas a todas as restrições dos direitos autorais, o que limitaria de maneira profunda a capacidade de produzir recursos e bibliotecas compatíveis entre si, a não ser com autorização expressa (e nos termos escolhidos) por parte do proprietário da primeira implementação.

Mas está sendo levado a sério como merece: o Google pediu que o caso pule as demais instâncias e vá direto à Suprema Corte dos EUA, e esta já iniciou sua análise, pedindo uma manifestação de ninguém menos que a Presidência dos EUA.

A EFF, a Red Hat, a HP e o Yahoo estão do lado do Google nessa. Eu também torço para que os argumentos dele sejam aceitos. (via www.zdnet.com - “​Google pushes to take Oracle Java copyright case to Supreme Court | ZDNet”)

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