Sim, em 2009.
Segue trecho do post do Henrique no Ztop, que investiga um cenário alternativo ao que o mercado parece ter em mente para a “era Windows 8″, agendada para daqui a alguns meses.
Via ztop.com.br:
Em uma observação rápida nos sites das fabricantes, dá para perceber que a oferta é cada vez menor (ou disfarçada de “mini-notebooks”). Pouca gente continua vendendo netbooks no mercado brasileiro (exemplos: LG e Lenovo não oferecem mais esse tipo de máquina, Samsung ainda tem um em catálogo, HP também só tem um, assim como a Positivo; fora da curva estão CCE e Asus, com mais de um modelo).
Além disso, os tablets híbridos (Asus Transformer e seus parentes, estou falando com vocês) mostraram que uma alternativa ao netbook convencional, em um equipamento portátil modular, com teclado com portas de expansão e bateria adicional + tela sensível ao toque removível, se transformam em uma máquina de produtividade: com um navegador e editor de textos/planilhas, o escritório pode acontecer em qualquer lugar.
Então fica aqui minha ideia doida de futurologia. E se existisse (viajando aqui na teoria) um equipamento como um netbook, com tela fixa (mas sensível ao toque) e rodando uma variante de Android: isso faz sentido? Afinal, o Android roda em plataforma x86 sem muito problema.