Via ibm.com:
(…) Mas o cancelamento dos únicos dispositivos que o usavam não foi o fim da sua existência: meses após a notícia, chegou a novidade de uma nova chance. Como vimos anteriormente, foi anunciado que seria aberto e disponibilizado ao público o código do sistema operacional, de seus aplicativos e das ferramentas de desenvolvimento associadas, e que a equipe de desenvolvimento continuaria sendo paga para mantê-lo durante esta transição até que o produto ficasse completo e pudesse ser mantido por uma comunidade de interessados.
Um dos principais focos desta equipe era o Enyo, framework Javascript essencial para os aplicativos do WebOS mas cuja grande sacada era ser multiplataforma, permitindo que os apps desenvolvidos para ele rodassem também em outros sistemas operacionais móveis populares e em navegadores desktop como o Chrome, IE e Firefox.
Algumas versões do código do Enyo chegaram a ser disponibilizadas mas, quando tudo parecia ir bem, a sina do WebOS se repetiu na forma de mais uma má notícia à sua continuidade: dessa vez, na forma da contratação, pelo Google, de boa parte dos principais nomes da equipe que mantinha o Enyo.
É fácil entender os motivos: o (…)