A forma de realizar uma contagem é importante para determinar a relevância de seu resultado, e sob o meu ponto de vista o método da F-Secure de contar novos malwares para o Android (agrupando amostras com o mesmo comportamento como se fossem um só) é bem mais descritivo do que o cálculo fácil feito pela Kaspersky, que conta cada exemplar com assinatura diferente dos demais como um malware diferente.

Sejam 40 ou 15.000 no trimestre, entretanto, a cobertura do The H conclui: ambas as empresas concordam em um aspecto: o Android é a plataforma móvel preferida dos desenvolvedores de malwares. (via h-online.com – “The alleged flood of Android trojans – The H Open: News and Features”)