Na minha opinião, e nomenclatura técnica e comercial à parte, até uma conexão de 64kbps acessível de forma permanente (sem as restrições adicionais do modelo discado) seria um grande avanço se for oferecida em condições acessíveis à parcela da população que hoje deseja ter acesso à Internet em seus lares e não encontra ofertas compatíveis.
Se o modelo adotado para esses acessos de 512kbps mencionados pelo Ministro ainda servir para incentivar os investimentos em infraestrutura necessários para que as pessoas hoje mal atendidas por ofertas comerciais venham a dispor de alternativas comerciais de qualidade superior, melhor ainda!
Trecho do IDG Now:
O ministro das Comunicações admitiu que a velocidade do acesso prevista pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e baixa. Segundo ele, a conexão de 512 kbps não é considerada de banda larga em vários países. “Está muito aquém do que precisamos e da conexão que é oferecida por empresas privadas, mas que ainda é muito restrita e muito cara”, disse Bernardo.
O ministro informou que, além de ampliar o acesso internet de baixo custo, com o PNBL, o governo pretende melhorar a infraestrutura de fibra óptica e velocidade da conexão para disseminação do serviço.
“Hoje temos apenas 34% dos lares do País com internet. Precisamos colocar esse serviço à disposição das pessoas, com preço baixo. Paralelamente a isso, precisamos discutir a implantação de cabos de fibra óptica por todo o Brasil”, disse Bernardo. (via idgnow.uol.com.br)