O presidente da associação brasileira da indústria eletrônica explica assim: “O governo também quer baratear o tablet, porque faz parte da política de informática” – ele se refere ao governo federal, mas acrescenta que o o setor industrial considera fundamental também a participação dos estados, com a desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Consta que no final da semana passada uma vice-presidente da Apple esteve aqui no Brasil conversando com o governo federal sobre o mesmo tema (com o iPad como foco, claro), mas não acredito que eles estarão neste trem, se ele chegar mesmo a sair.

De todo modo, após assistir por anos a água passar por baixo da ponte do projeto federal de inclusão digital baseado em netbooks para a educação, vou esperar um pouco mais antes de considerar essa possibilidade de preços baixos para produtos brasileiros incentivados governamentalmente nessa área.

Trechos da Info:

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, acredita que computadores portáteis do tipo tablet (em forma de prancheta, sem teclado físico) fabricados no Brasil poderiam custar entre R$ 800 e R$ 1 mil.

Esses preços seriam similares aos praticados em outros países. Mas, para que os preços caiam, seria preciso incluir os tablets no programa Computador para Todos, que prevê redução de impostos para equipamentos de informática.

Barbato, que se reuniu hoje (4) como ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que a inclusão desse tipo de computador portátil no programa de incentivos fiscais “vai facilitar a introdução do produto no país”. O presidente da Abinee informou que, com o incentivo, fabricantes de computadores com fábricas no Brasil conseguiriam colocar os tablets no mercado nacional em, no máximo, quatro meses. (…) (via info.abril.com.br)