O vírus em si só afeta Windows (e só o 2000, XP e 2003), mas a existência de mais uma (em 2010 ocorreu outra) confirmação prática da possibilidade de inserir malware persistentemente armazenado no BIOS de placas-mãe disponíveis no mercado certamente interessa a quem acompanha a área.
Via g1.globo.com:
O vírus é composto de três partes: a primeira infecta o chip de BIOS; a segunda altera o Registro Mestre de Inicialização (MBR) e uma terceira é incluída em arquivos de sistema do Windows. Caso uma delas não seja removida, a infeção inteira é capaz de se reestabelecer.
Como o software de BIOS difere bastante de uma placa-mãe para outra, o vírus, batizado de Mebromi, é apenas capaz de infectar placas que usam a Award BIOS. A praga usa a ferramenta conhecida como CBRom, que realiza modificações em BIOS da Phoenix-Award. O vírus também só funciona em Windows 2000, XP e 2003.