O IDGNow tenta prever o futuro da categoria dos netbooks, que aparentemente acabou se transformando no marisco que precisa aguentar as pontas entre o rochedo dos notebooks e as ondas dos tablets.

Na semana passada fui ao mercado comprar um para um projeto e… cadê? Ainda havia alguns modelos em várias lojas, das variantes mais baratas e com diferenciais não-tecnológicos (exterior colorido, brindes…), todos com Windows 7 Starter, mas aquela profusão de 1 ano atrás parece já ser apenas uma lembrança.

Trecho inicial do texto:

Ele era um dos produtos eletrônicos mais comercializados ao final de 2007 e por todo o ano seguinte. Em uma época em que as lojas tinham dificuldade em vender desktops, esses aparelhinhos estavam entre os mais populares em sites como a Amazon e a Best Buy. A Sony, no começo, desprezou a categoria, mas, observando o sucesso da Asus e da Acer, não demorou muito para se render.

No entanto, a Apple se manteve impassível, apesar dos avisos de analistas quanto ao imenso mercado que estava ignorando. Bem, no final das contas, parece que a companhia de Steve Jobs acertou, enquanto que os especialistas, tão certos de suas previsões, erraram.

Se você ainda não adivinhou, serei claro: estou falando dos netbooks. Um efêmero fenômeno, durou um par de anos, e daqui a algum tempo o veremos como uma nota de rodapé na história, um acidente de percurso, um pequeno intervalo entre a era dos PC’s e dos tablets – notadamente o iPad.

Custo-benefício
É difícil até mesmo definir o que os netbooks se propunham a fazer. Eram tratados como uma nova categoria de produtos, mas não (…) (via idgnow.uol.com.br)