

<div id="comment_title"><!--acac-->Bogo (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-139896" title="">17/11/2011 &agrave;s 1:06 pm</a> </div>
<p>“O acelerômetro é um mecanismo de segurança.&#8221;<br />
Besteira&#8230;. é controle e ponto final.</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Carlos Felipe (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-139897" title="">17/11/2011 &agrave;s 1:22 pm</a> </div>
<p>V, de Vish Maria&#8230; Bem que o Stallman avisou&#8230;</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Anderson Stühler (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-139900" title="">17/11/2011 &agrave;s 1:47 pm</a> </div>
<p>PQP, empresa lixo essa, na verdade numa lata de lixo pode se encontar coisa melhor do que uma empresa dessas tem a oferecer em termos de relação/confiança a seus funcionários. Não merece seus colaboradores, mesmo aquele funcionário mais passivo.</p>
<p>No mais, é provável (infelizmente) que vire moda isso, não no momento, mas no decorrer do controle que estão tentando implantar, inventem uma desculpa qualquer, como terrorismo, ataque alienígena, crescimento despropocional das minhocas&#8230; e a senzala, no mesmo desenho de antigamente, porém de material mais arrojado, instala-se.</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Mario (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-139901" title="">17/11/2011 &agrave;s 1:59 pm</a> </div>
<p>Depois que meu celular corporativo pifou misteriosamente pela 3° vez em 30 dias, nunca mais me deram outro&#8230; No Brasil sempre se dá um jeitinho pra tudo&#8230;</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Tércio Martins (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-139903" title="">17/11/2011 &agrave;s 2:15 pm</a> </div>
<p>Isso lembrou-me de uma pesquisa encomendada há alguns dias, para verificar se a população brasileira era favorável à ideia de fazer suas transações bancárias com &#8220;dispositivos eletrônicos instalados no corpo humano&#8221;.</p>
<p>A pesquisa é citada <a href="http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/para-1-3-dos-brasileiros-moedas-e-c%C3%A9dulas-n%C3%A3o-existir%C3%A3o-em-2050?page=0" rel="nofollow">no site MSN</a>.</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Enrique (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-139910" title="">17/11/2011 &agrave;s 4:44 pm</a> </div>
<p>Minha primeira impressão é: normal.</p>
<p>Não considero que haja qualquer tipo de abuso da empresa em querer monitorar o colaborador dentro do seu turno de trabalho.</p>
<p>Vejo que há críticas, mas a realidade é outra, o pessoal costuma fazer onda sim!!</p>
<p>Fora isto, ao menos aqui no Brasil, o uso deste tipo de solução deve ser bem elaborado pois, do mesmo jeito que o funcionário é monitorado, entende-se que este período de monitoramento contempla a jornada de trabalho o que, eventualmente, pode comprovar a execução de horá extra.</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Anderson Stühler (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-139921" title="">17/11/2011 &agrave;s 5:53 pm</a> </div>
<p>Trabalhei sete anos em uma organização, onde sequer &#8220;batiamos ponto&#8221;, e era inacreditável o nível de confiança entre empregador empregado, obviamente parece algo que não funciona, pois alguns ainda pensam que o ser humano deve ser mandado e não incentivado. Quando algum funcionário resolvia não mais colaborar com empresa, a pressão era feita da célula como um todo a este colaborador, então das duas uma, fica e colabora ou bye. Isso funciona, bem melhor que o velho estilo abaixe a cabeça e trabalhe porque o Big Brother ta de olho.</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Adnus (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-139924" title="">17/11/2011 &agrave;s 6:19 pm</a> </div>
<p>Um tipo de controle idêntico funcionava a uns 15 anos atrás nas estradas em caminhões e ônibus monitorados. Os caminhões eram monitorados via satélite e os motoristas levam preso ao corpo um dispositivo chamado &#8220;homem deitado&#8221; que era um rádio via satélite com um interruptor de mercúrio (na época ainda não havia celular ou ao menos não havia a estrutura de rede celular que temos hoje), se o motorista deitasse um alarme disparava na central de controle. </p>
<p>Era um sistema caro mas que teve um relativo sucesso na época e nunca ninguém reclamou, os motoristas inclusive gostavam de usar porquê se sentiam mais seguros e ainda recebiam um adicional (de periculosidade acho) por viagem. </p>
<p>Penso que o problema não é a ferramenta em si mas o uso que se faz dela.</p>
<p>Obs: Não sou tão &#8220;experiente&#8221; assim, conheci este sistema pois meu pai deu manutenção nestes rádios a época :-)</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Jose Luis (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-139926" title="">17/11/2011 &agrave;s 6:24 pm</a> </div>
<p>E isso é pais de primeiro mundo. É controle mesmo.</p>


<div id="comment_title"><!--acac-->Caio César (<font color=#FF9966>usu&aacute;rio n&atilde;o registrado</font>) em <a href="#comment-140019" title="">19/11/2011 &agrave;s 3:56 am</a> </div>
<p>Por que a premissa da segurança não é válida? Em trens há um dispositivo chamado &#8220;homem morto&#8221;, que precisa ser acionado de tempos em tempos, caso não seja, o freio de emergência é aplicado (obviamente ele emite sons também).</p>
<p>Talvez a empresa possa, digamos, mudar o dispositivo para que não dê a impressão de controle, ou seja, em caso de falta de movimento, o dispositivo emite algum som ou vibra.</p>
<p>De qualquer forma, é aquilo: você está dentro da empresa e você está sendo pago para fazer o serviço. Quando eu pago alguém, quero o serviço bem feito e nada de desperdícios e de ociosidade injustificada. Será que é tão perverso assim?</p>
<p>Conheço empresas que dão relativa liberdade e&#8230; e&#8230; e&#8230; não funciona! As pessoas não estão nem aí. Casos e casos.</p>

