Via gizmodo.com.br:

Marcelo Eduardo trabalhou por anos como designer de experiência e interfaces no INdT (Instituto Nokia de Tecnologia), instituto independente fundado pela Nokia, e trabalhou por anos no Maemo e MeeGo. Eu conheci o Marcelo em Manaus, no evento Bossa Conference do INdT, em março do ano passado. Na época, Nokia e Intel haviam acabado de anunciar a parceria que criou o MeeGo, e a pauta do dia era como a Nokia iria voltar aos tempos áureos apostando no Symbian, MeeGo e na ferramenta multiplataforma Qt.

Quase um ano depois, em fevereiro, o Marcelo saiu do INdT. E no mesmo mês, a Nokia anunciou que adotaria o Windows Phone. O Symbian ficaria em segundo plano, e o MeeGo seria um experimento com os dias contados. O experimento rendeu bons frutos: um aparelho incrível – o N9 – cujo design foi usado quase que totalmente no Lumia, primeiro Windows Phone da Nokia. Mas e o MeeGo?

Bem, o Marcelo trabalhou por anos no Maemo/MeeGo, e nas duas últimas semanas pôde experimentar o produto final – já atualizado para a versão PR1.1, vale notar. Em entrevista por e-mail, ele nos conta que os americanos ficaram impressionados com o N9, o refinamento gráfico do MeeGo está no nível do iOS, e a multitarefa – a forma de alternar entre apps – é a melhor que ele já usou. Mas há muitos problemas no MeeGo que nem a atualização resolveu. Eis as opiniões dele sobre as vantagens e desvantagens do MeeGo e do N9, e porque a Nokia estava certa em escolher o Windows Phone.

Leia a íntegra da entrevista no link acima.