Em meio ao turbilhão de notícias sobre o WikiLeaks, um aspecto que mais uma vez mostra a velha máxima de que a Internet identifica a censura e roteia ao redor dela.

Neste caso específico, a censura oficial parece estar sendo aplicada de maneira distribuída e por instrumentos não-oficiais: DDOS, pressão contra provedores de hospedagem, desinformação e outros aspectos que até mesmo merecem ser estudados.
Trecho do IDG Now:
Na última semana. o WikiLeaks pediu à comunidade Web para abrir sites espelho, evitando assim que pudesse ser derrubado ou censurado. Resultado: nessa segunda-feira, 06/12, 355 novos sites já estão no ar, segundo informa o grupo.
(…) O WikiLeaks espera que os novos sites garantam a sobrevivência da massa de documentos que vazaram, além dos vídeos e outros dados que tenha recolhido e publicado.
Sexta-feira passada, o site controverso não pôde ser acessado através do seu nome de domínio WikiLeaks.org após encerrado o seu serviço de nome de domínio por contas de repetidos ataques de DDOS (Distributed Denial of Service). O pedido de criação de sites espelho foi feito logo depois de a Amazon parar de hospedar o WikiLeaks em seus servidores alegando rompimento das regras de usuário por não publicar apenas seus próprios conteúdos e, além disso, transportar dados ofensivos a terceiros. No caso, o governo e o Congresso dos Estados Unidos. (via idgnow.uol.com.br)