Apresentar-se ao mercado como pessoa jurídica, abrindo mão de uma série de dispositivos da CLT, é uma providência ao alcance de muitos profissionais de tecnologia, e desejada (ou mesmo exigida) por muitos contratantes. Para mim não é uma opção, mas há quem goste e prefira, pelas mais variadas razões.

A pergunta do título vem da Info, que responde em um longo artigo de 4 páginas, cuja introdução (e link para a versão integral) reproduzo abaixo:

O PJ ganha mais, paga menos imposto, mas não recebe os benefícios de quem trabalha como CLT, tais como: FGTS, férias, 13º, entre outros.

Mesmo assim, muita gente topa o desafio. Tudo em nome da liberdade de poder fazer o seu horário e sair da rotina de funcionário com carteira assinada. Em regra, a maioria muda para PJ por se cansar da vida de empregado CLT.

Mas, afinal, será que os profissionais estão preparados para essa mudança? (via info.abril.com.br)