Lembra quando as distribuições de Linux e softwares para servidores começaram a vir configurados por default para caracteres Unicode, fazendo a troca dos conjuntos específicos para cada idioma por um conjunto único, capaz de representar símbolos e caracteres especiais de uma grande variedade de idiomas, incluindo no mesmo espaço o nosso, os dos chineses (e outros representantes do oriente extremo), os arábicos (e outros do oriente médio), o dos zulus, e até os hieróglifos egípcios?

Eu era profissional da administração de sistemas na época, e embora tenha sofrido um pouco com a transição, não me esforcei para resistir a ela nos sistemas de arquivos – embora até hoje eu tenha e mantenha arquivos e scripts em ASCII puro, Latin-1, ISO-8859-1 e outros padrões que usei anteriormente, ou que eram adotados em empresas (um dia ainda tiro uma tarde para converter tudo, começando pelos que não estão mais sendo exibidos corretamente…)

Mas no que diz respeito ao conteúdo atual, eu adiro à maioria: é tudo Unicode.

E esta maioria está a poucos passos de galgar um degrau a mais: tornar-se superior à soma de todas as demais opções – ao menos no que diz respeito ao conjunto dos sites indexados pelo Google.

Consta que o Google vai promover uma festa quando a marca de 50% for ultrapassada. E como a tendência está bem clara no gráfico, não deve demorar. (via h-online.com)