Rumores são rumores, e vice-versa. Mas este parece fazer algum sentido, embora eu não tenha entendido bem a relação entre esta idéia e o anúncio de ontem sobre o port (patrocinado pelo Google) do Theora para a plataforma ARM.

Se for verdade, significará que o Google atenderá o convite da FSF para resolver o problema da abertura dos CODECs no HTML5, abrindo o código do seu recém-adquirido VP8.


Lindsay Lohan nos tempos de sua carreira cinematográfica

Mozilla e Opera provavelmente iriam aderir rapidamente (ao menos em plataformas Intel…), e Apple, Microsoft e outros fabricantes que estão torcendo por uma solução proprietária e mais exposta a patentes perderiam subitamente o ponto de apoio para a alavanca que estavam querendo construir. À luz da recentemente ampliada rusga entre Apple e Google (lembre também do processo da Apple contra a HTC por causa do Android…), faz mais sentido ainda.

Como eu disse no começo, rumores são rumores, e vice-versa. Mas tenho visto outros bem menos plausíveis, como o que chegou na minha caixa de entrada dizendo que a Lindsay Lohan vai voltar a estrelar um filme da Disney ainda neste ano. Isso sim é implausível!

Veja abaixo o texto enviado por Daniel Roviriego (danifernandoΘgmail·com):

“Rumores na Rede indicam que a Google abrirá o código fonte do codec VP8 recém adquirido da empresa “On2 Technologies”.
O suporte a ¨codecs” na tag de vídeo do HTML tem dividido opiniões entre os navegadores, com o Chrome e o Safari dando suporte ao formato proprietário H.264 enquanto o Mozilla Firefox o rejeitou, dando exclusividade ao Ogg Theora, de código aberto e baseado na versão codec VP3 da empresa On2. A combinação do suporte ao VP8 no HTML5 pela Mozilla e pela Google adicionado de um framework de mídia independente fariam deste um competitivo padrão aberto de vídeo para a internet (e de altíssimo nível, afirmações que ele utilisa 50% menos banda do que o H.264) . Em contrapartida, não se espera da Microsoft com seu Internet Explorer 9 e da Apple com iphone e ipad, mudarem o suporte padrão ao H.264.” [referência: h-online.com]