À medida que o código aberto se aproxima do dia-a-dia do mercado, vão ficando cada vez mais comuns os casos em que grandes empresas adquirem os direitos sobre projetos que trazem consigo comunidades já formadas de desenvolvedores (muitas vezes voluntários) livres.

Várias dessas empresas lidam suficientemente bem com as comunidades que herdam ou formam – basta ver o entusiamo dos membros das comunidades associadas a várias empresas.

Mas outras vêem as comunidades como ameaças à ordeira organização corporativa e estrutura de poder pré-existente, e aí conseguem fazer tudo errado, e o fazem tão caprichado, que até parece que é de propósito. E é sobre isso que a palestra de Josh Berkus (do PostgreSQL, e ex-Sun) na LCA 2010 tratou: “10 maneiras de matar uma comunidade Open Source”.

Ele fala por experiência própria: diz que a empresa em que trabalhou usava todas estas “técnicas”. E de fato eu reconheço várias delas.

Destaco algumas:

Quais as armas mais eficazes na sua opinião? Para mim, as de ferramentas e de documentação quebram as pernas dos interessados mais cedo, mas quando acontece de eles conseguirem superar estas barreiras, desenvolver algo interessante mesmo assim, e aí dar de cara no muro da propriedade intelectual cambiante, governança críptica e comunicação insuficiente, o fim da comunidade pode ser alcançado de forma bem mais definitiva – e há o bônus extra de isto alcançar também os usuários não-desenvolvedores… (via itwire.com)